Da Redação - Marcos Coutinho e Lucas Bólico
Foto: Secom/MT![]()
Apesar de ter sido confirmado pelo governador Silval Barbosa (PMDB) como titular da Secretaria da Copa (Secopa), o bancário e bacharel em Direito Eder Moraes Dias está em 'xeque' - situação no jogo de xadrez em que um jogador coloca o adversário em situação de extrema tensão e que pode significar o final da partida.
Amado e odiado, o polêmico Eder conseguiu ser confirmado no cargo justamente por conta de sua audácia e resolutividade. Contudo, essa pode ser a sua última chance de 'mostrar serviço', como se diz no jargão político e administrativo.
Considerado intolerante, arrogante e prepotente, Moraes Dias agora decidiu adotar um comportamento mais 'light' e está decidido a ficar focado nas ações da Secopa e longe dos holofotes. Vai ser difícil, porque ele gosta das câmaras e dos microfones da mídia pantaneira.
Apesar dos adjetivos e carimbos dados pela mídia e pelos deputados, Eder conseguiu sobreviver nos bastidores no processo de seleção para os quadros da Secopa, após o agonizante final da Agecopa (Agência Executora dos Serviços da Copa), estrutura criada ainda na gestão Blairo Maggi (atualmente senador) para agilizar as obras do campeonato mundial de futebol de 2014.
E o desgaste de Eder frente à população é indiscutível, e se comprovou em forma de vaias durante um jogo da seleção brasileira de vôlei há pouco mais de uma semana no ginásio Aecim Tocantis. Ele que chegou na autarquia apresentado com o status de ‘solução’ e acabou ‘implodindo-a’ por uma briga que soou nada menos do que pura mesquinharia com o ex-diretor de Infraestrutura, Carlos Brito.
Nos bastidores do Palácio Paiaguás, comenta-se que o real movito da briga entre Eder e Brito, além do ego e da vaidade de ambos, teria sido a discordância de ambos em relação ao valor de um aditivo para o teto da Arena Pantanal, que estaria superfaturada.
Ex-integrante do segundo núcleo duro da gestão Maggi, onde foi presidente da MT Fomento, secretário de Fazenda e titular da Casa Civil, Eder manteve seu status na gestão Silval Barbosa, apesar de todo o desgaste político.
A despeito das críticas e vaias, Eder Moraes Dias tem sido eficiente nas tarefas que lhe foram e são dadas. E Silval pesou entre a eficiência e o desgaste e constatou que era melhor mantê-no no comando da Agecopa e defenestrar Carlos Brito, que correu para buscar abrigo no PSD, partido comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva.
A era Eder ou ederismo também pode ser medido pelo poder de fogo de Moraes Dias nas campanhas eleitorais tanto de Maggi quanto de Silval Barbosa.
Mais informações em instantes/Primeira atualização às 15h05
Amado e odiado, o polêmico Eder conseguiu ser confirmado no cargo justamente por conta de sua audácia e resolutividade. Contudo, essa pode ser a sua última chance de 'mostrar serviço', como se diz no jargão político e administrativo.
Considerado intolerante, arrogante e prepotente, Moraes Dias agora decidiu adotar um comportamento mais 'light' e está decidido a ficar focado nas ações da Secopa e longe dos holofotes. Vai ser difícil, porque ele gosta das câmaras e dos microfones da mídia pantaneira.
Apesar dos adjetivos e carimbos dados pela mídia e pelos deputados, Eder conseguiu sobreviver nos bastidores no processo de seleção para os quadros da Secopa, após o agonizante final da Agecopa (Agência Executora dos Serviços da Copa), estrutura criada ainda na gestão Blairo Maggi (atualmente senador) para agilizar as obras do campeonato mundial de futebol de 2014.
E o desgaste de Eder frente à população é indiscutível, e se comprovou em forma de vaias durante um jogo da seleção brasileira de vôlei há pouco mais de uma semana no ginásio Aecim Tocantis. Ele que chegou na autarquia apresentado com o status de ‘solução’ e acabou ‘implodindo-a’ por uma briga que soou nada menos do que pura mesquinharia com o ex-diretor de Infraestrutura, Carlos Brito.
Nos bastidores do Palácio Paiaguás, comenta-se que o real movito da briga entre Eder e Brito, além do ego e da vaidade de ambos, teria sido a discordância de ambos em relação ao valor de um aditivo para o teto da Arena Pantanal, que estaria superfaturada.
Ex-integrante do segundo núcleo duro da gestão Maggi, onde foi presidente da MT Fomento, secretário de Fazenda e titular da Casa Civil, Eder manteve seu status na gestão Silval Barbosa, apesar de todo o desgaste político.
A despeito das críticas e vaias, Eder Moraes Dias tem sido eficiente nas tarefas que lhe foram e são dadas. E Silval pesou entre a eficiência e o desgaste e constatou que era melhor mantê-no no comando da Agecopa e defenestrar Carlos Brito, que correu para buscar abrigo no PSD, partido comandado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva.
A era Eder ou ederismo também pode ser medido pelo poder de fogo de Moraes Dias nas campanhas eleitorais tanto de Maggi quanto de Silval Barbosa.
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