Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

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VEREADORA FERNANDA HORTEGAL DO MARANHÃO CAIU NA NET DEPOIS DE TRAIR O MARIDO

VEREADORA FERNANDA HORTEGAL DO MARANHÃO CAIU NA NET DEPOIS DE TRAIR O MARIDO

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A vereadora 95 segundos caiu na net

caiu na net A vereadora 95 segundos

A vereadora 95 segundos

A vereadora

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VIDEO; VEREADORA FERNANDA HORTEGAL DE DOM PEDRO/MARANHÃO CAIU NA NET!

VIDEO; VEREADORA FERNANDA HORTEGAL DE DOM PEDRO/MARANHÃO CAIU NA NET!

Mais um caso de vídeo intimo privados que caiu na net e viralizou causando a maior polemica!

Desta vez, o caso não envolve algum artista, brasileiro ou estrangeiro, mas uma política. O escândalo sacudiu a cidade de Dom Pedro (população estimada de quase 23.000 habitantes), no interior do Maranhão. Os vídeos são da vereadora eleita Fernanda Hortegal, ex-recepcionista do Hospital Regional de Urgência e Emergência de Presidente Dutra (apelidado de Socorrão), na cidade vizinha de Presidente Dutra. Há movimentações de setores da comunidade local para evitar a posse da candidata eleita.

Nos videos que cairam na net mostram a vereadora realizando um fetiche transando com amante no Cartório Eleitoral e de madrugada na rua. O marido Sansão Hortegal achou os videos no celular perdido da Fernanda Hortegal e se vingou pelas traições, divulgando seus vídeos íntimos com o amante em vários locais da cidade!

Veja os dois videos dela…

Transando no cartorio e Transando na frente de casa:

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Vereadora de Colider denuncia vídeo íntimo vazado nas redes sociais e revela que pensou até 'em suicídio'

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A vereadora social democrata, Maria Helena Bernardo da Silva Cordeiro, do município de Colíder (630 Km de Cuiabá) - que teve um vídeo íntimo  vazado nas redes sociais -, revelou em entrevista ao SBT, que chegou até mesmo a pensar em suicídio. A parlamentar denunciou o fato à Polícia Civil, e o suspeito do crime ainda está sendo procurado. 

"Se me perguntassem hoje se eu tentaria suicídio, digo que pensei várias vezes nisso. Foi um momento difícil, mas está passando. [...]Não é fácil ter sua imagem divulgada e isso é complicado para a mulher e qualquer ser humano. Eu acredito que mais por ser uma pessoa pública, porque se não estaria até mais calmo, mas eu estou aqui e vamos procurar quem fez isso”, disse a vereadora em entrevista ao SBT. 

De acordo com Maria Helena, após o vazamento ela vem sendo massacrada e motivo e várias ironias por internautas.

Nas redes sociais, é possível encontrar páginas locais zombando sobre o vídeo, com diversas pessoas tirando sarro da situação. A pena para divulgação de cena de sexo, nudez ou pornografia sem consentimento é de até cinco anos de prisão.

"Procurei a delegacia porque estão me massacrando[...] Vamos procurar quem fez isso e pedir a todos de quem receber esse vídeo delete e não passe para frente pois repassar o vídeo é crime com pena de até cinco anos de detenção", explicou. 

Maria Helena foi eleita em 2020, sendo a oitava mais votada na cidade, com 408 votos. Ela é a primeira secretária da Câmara Municipal de Colíder. 

De acordo com o delegado Breno Houly Palmeira - responsável pelas investigações -, no caso da parlamentar vários crimes foram cometidos de forma simultânea. 

“Os crimes neste caso são contra a honra, de difamação, injúria e divulgação não autorizada de imagens sexuais sem o consentimento. Como é um crime que envolve internet, é difícil encontrar todos os autores, pois depois que isso entra na rede, vira algo muito complexo. O importante é que a população não divulgue e nem espalhe", explicou. 

Com vídeo íntimo vazado, vereadora em MT pensou em suicídio

Maria Helena (PSD) é primeira secretária da Câmara Municipal de Colíder
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A vereadora Maria Helena (PSD), primeira secretária da Câmara Municipal de Colíder, procurou a Polícia Civil e registrou um boletim de ocorrência, nesta semana após ter um vídeo íntimo vazado. As imagens foram compartilhadas em um aplicativo de troca de mensagens e o autor do vazamento está sendo procurado pela Polícia Civil.

A parlamentar afirmou que está muito abalada e chegou a pensar em tirar a própria vida, mas afirmou que tem recebido apoio de familiares, amigos e até mesmo de desconhecidos. A vereadora fez um apelo para que quem receber não repassasse para frente. Ela alertou e lamentou que este tipo de prática tem sido recorrente contra mulheres.

Maria Helena também destacou que o vazamento pode ter sido incentivado por ela ser uma pessoa pública. Ela foi eleita em 2020, sendo a oitava mais votada na cidade com 408 votos. “Procurei a delegacia porque estão me massacrando. Se me perguntassem hoje se eu tentaria suicídio, digo que pensei várias vezes nisso. Foi um momento difícil, mas está passando”, relatou.
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“Quero agradecer às pessoas que estão me mandando mensagem. Continuo de cabeça erguida pois esse é meu propósito. Acredito que isso aconteceu porque sou uma pessoa pública. Vamos procurar quem fez isso e peço que quem receber o vídeo, delete e não continue a divulgação. Não é fácil ter sua imagem divulgada e isso é complicado para a mulher e qualquer ser humano”, acrescentou a vereadora.

De acordo com o delegado Breno Houly Palmeira, que registrou a ocorrência, quem repassar as imagens pode estar cometendo um crime com penas de 1 a 5 anos de prisão. Ele afirmou ainda que, por conta da viralização do vídeo, acaba sendo mais difícil para a Polícia Civil chegar aos culpados pelo vazamento.

“Os crimes neste caso são contra a honra, de difamação, injúria e divulgação não autorizada de imagens sexuais sem o consentimento. Como é um crime que envolve internet, é difícil encontrar todos os autores, pois depois que isso entra na rede, vira algo muito complexo. O importante é que a população não divulgue e nem espalhe. Com isso, a investigação fica mais célere. Quem recebe vídeos deste tipo e continua repassando, também comete um crime”, alertou o delegado.
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