Segundo dados da SSP, em 2010, foram registrados 4.879 casos contra 2.146 registros em 2007.
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Manaus - Mesmo com a criação da Lei Maria da Penha, em agosto de 2006, que estabeleceu mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) mostram que, no Amazonas, esses casos aumentam a cada ano.
Nos últimos quatro anos, os registros de violência doméstica contra a mulher cresceram 127% no Estado. Segundo dados da SSP, em 2010, foram registrados 4.879 casos contra 2.146 registros em 2007.
O crime de ameaça, que está ligado à violência doméstica, lidera as estatísticas contra o sexo feminino e cresceu 43% nos últimos quatro anos. Em 2010, foram feitas 19.115 denúncias contra 13.300 em 2007. Os casos de estupro subiram de 315 em 2007 para 484 registros no ano passado.
A titular da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher, Lia Gazineu Sacnhes, defende que não houve crescimento de casos, mas sim de registros. “Antes, as mulheres tinham muito mais medo de fazer a denúncia. Hoje, elas já confiam no trabalho da polícia”, afirmou. “Este é um relato feito pelas próprias mulheres que nos procuram”, completou.
A delegada afirmou, ainda, que tanto nos casos de violência física ou sexual como ameaça a polícia oferece proteção à vítima, disponibilizando policiais para acompanhar a mulher para retirar os pertences de casa e também abrigos em Manaus que são mantidos em sigilo. Lia Gazineu disse que não é permitida a divulgação do número de unidades nem a quantidade de abrigadas.
De acordo com a secretária-executiva de Estado de Assistência Social, Graça Prola, desde 2007, foi criada uma rede de apoio às vítimas de violência doméstica, com a implantação de vários serviços de proteção e assistência.
O Serviço de Atendimento Emergencial e de Apoio as Mulheres (Sapem), funciona 24 horas, todos os dias, na própria delegacia especializada, com uma equipe de assistentes sociais e psicólogos. “Nós indicamos as medidas protetivas que se configuram mais adequadas,colocando-as em apreciação pela delegada, providenciamos a entrega das notificações e transporte para a realização do corpo de delito no IML”, explicou a secretária.
Há também a Casa Abrigo Antonia Priante, que acolhe mulheres vitimizadas e seus filhos e o Centro de Referência e Apoio à Mulher (Cream), que funciona no bairro Cachoeirinha, zona sul, com o Núcleo Especializado da Defensoria Pública. “Nesse espaço, desenvolvemos atendimento especializado para redução de danos e melhoria de autoestima, inserção no mercado de trabalho e aulas de arteterapia”, afirmou Graça Prola
A secretária-executiva afirmou, ainda, que o órgão desenvolve projetos de prevenção em comunidades da periferia da cidade. Ela destacou que a meta para 2011 e 2012 é concretizar a interiorização dos serviços em até 33 municípios do Estado.
Nos últimos quatro anos, os registros de violência doméstica contra a mulher cresceram 127% no Estado. Segundo dados da SSP, em 2010, foram registrados 4.879 casos contra 2.146 registros em 2007.
O crime de ameaça, que está ligado à violência doméstica, lidera as estatísticas contra o sexo feminino e cresceu 43% nos últimos quatro anos. Em 2010, foram feitas 19.115 denúncias contra 13.300 em 2007. Os casos de estupro subiram de 315 em 2007 para 484 registros no ano passado.
A titular da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher, Lia Gazineu Sacnhes, defende que não houve crescimento de casos, mas sim de registros. “Antes, as mulheres tinham muito mais medo de fazer a denúncia. Hoje, elas já confiam no trabalho da polícia”, afirmou. “Este é um relato feito pelas próprias mulheres que nos procuram”, completou.
A delegada afirmou, ainda, que tanto nos casos de violência física ou sexual como ameaça a polícia oferece proteção à vítima, disponibilizando policiais para acompanhar a mulher para retirar os pertences de casa e também abrigos em Manaus que são mantidos em sigilo. Lia Gazineu disse que não é permitida a divulgação do número de unidades nem a quantidade de abrigadas.
De acordo com a secretária-executiva de Estado de Assistência Social, Graça Prola, desde 2007, foi criada uma rede de apoio às vítimas de violência doméstica, com a implantação de vários serviços de proteção e assistência.
O Serviço de Atendimento Emergencial e de Apoio as Mulheres (Sapem), funciona 24 horas, todos os dias, na própria delegacia especializada, com uma equipe de assistentes sociais e psicólogos. “Nós indicamos as medidas protetivas que se configuram mais adequadas,colocando-as em apreciação pela delegada, providenciamos a entrega das notificações e transporte para a realização do corpo de delito no IML”, explicou a secretária.
Há também a Casa Abrigo Antonia Priante, que acolhe mulheres vitimizadas e seus filhos e o Centro de Referência e Apoio à Mulher (Cream), que funciona no bairro Cachoeirinha, zona sul, com o Núcleo Especializado da Defensoria Pública. “Nesse espaço, desenvolvemos atendimento especializado para redução de danos e melhoria de autoestima, inserção no mercado de trabalho e aulas de arteterapia”, afirmou Graça Prola
A secretária-executiva afirmou, ainda, que o órgão desenvolve projetos de prevenção em comunidades da periferia da cidade. Ela destacou que a meta para 2011 e 2012 é concretizar a interiorização dos serviços em até 33 municípios do Estado.






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