Portal recorre ao deputado Riva pelo combate à pedofilia
Caçula do Senado tem 38 anos e quer mais independência para MP
| Mais jovem senador eleito no país, Randolfe defende o controle externo dos tribunais de contas |
Randolfe – Primeiramente, eu me sinto profundamente honrado pela confiança dos amapaenses. O povo do Amapá me conduz ao Senado, como você já disse, como um dos mais jovens senadores da História da instituição. Segundo, o povo me conduz com a maior votação concedida a um político em toda a História, desde que o Amapá se tornou unidade da Federação. Me sinto profundamente honrado. Mas eu também estou consciente do conjunto de minhas responsabilidades no Senado da República. Das minhas responsabilidades com o Amapá e com o Psol. Das minhas responsabilidades com a defesa dos interesses desta bela terra localizada à margem esquerda do Amazonas. É uma tarefa que me enche de responsabilidades.
[Marinor Brito, que disputou o Senado pelo Psol paraense e ficou em quarto lugar, deve ser beneficiada pela decisão do Supremo, com base na Lei da Ficha Limpa, em barrar os candidatos eleitos Jader Barbalho, do PMDB, e Paulo Rocha, do PT; esta entrevista foi feita antes do julgamento.]
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Gilney Viana volta a Cuiabá para lançar livro de poemas. Gilney atua, agora, na Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidencia da República
Gilney Viana é mineiro, filho de baianos. O pai (Divaldo) de Alcobaça e a mãe (Glória) de Jacobina. Depois das primeiras letras em Caravelas, na juventude, migra para Belo Horizonte, na década de 1960, quando e onde desenvolve a sua militância política.De início junto ao movimento estudantil secundarista, depois junto ao movimento dos trabalhadores favelados e depois junto ao movimento sindical. Em função de sua militância política, foi preso em abril de 1964, quando militava no PCB-Partido Comunista do Brasil. No período de 1967 a 1969 organiza, com outros egressos do PCB, a Corrente Revolucionária de Minas Gerais, dentro da estratégia traçada por Carlos Marighella,integrada à ALN em 1969. Preso ao início de 1970, volta à liberdade ao final de 1979, sob regime de liberdade condicional, até o final da ditadura militar, em 1985, pois não fora beneficiado pela Anistia Política de agosto de 1979.
Gilney Viana é autor de outros livros de memória, "Fome de Liberdade" em parceria com Perly Cipriano (Ed. Fundação Perseu Abramo/EDUFES, 2ª ed. 2009); e "Glória - Mãe de Preso Político" (Ed. Paz e Terra. 2000).
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TCE MT - Antonio Joaquim transforma controle em política pública e impulsiona educação infantil no Estado
A atuação da Comissão Permanente de Educação e Cultura (Copec) do Tribunal de Contas de Mato Grosso, no biênio 2024–2025, representa a continuidade de uma trajetória histórica de compromisso do conselheiro Antonio Joaquim com a defesa da educação pública, da cidadania e dos direitos fundamentais, especialmente das crianças.
Decano do Tribunal de Contas, Antonio Joaquim construiu, ao longo de sua vida pública, uma atuação marcada pela compreensão de que educação é política de Estado e instrumento central de transformação social. Sua passagem por diferentes funções institucionais sempre foi acompanhada da defesa intransigente do acesso, da qualidade do ensino e da valorização das políticas educacionais como eixo estruturante do desenvolvimento humano.
À frente da Copec, no TCE-MT, o conselheiro deu materialidade a essa trajetória ao conduzir uma agenda que uniu controle externo, diálogo institucional e sensibilidade social, fortalecendo o papel pedagógico do Tribunal. Sob sua presidência, a Comissão assumiu protagonismo na defesa da primeira infância, reconhecendo que os maiores impactos sociais ocorrem nos primeiros anos de vida.
Esse compromisso histórico se expressou, de forma concreta, na atuação do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação (Gaepe-MT). Em 2025, com participação ativa e liderança técnica de Antonio Joaquim, o Gaepe consolidou-se como espaço estratégico de governança colaborativa, reunindo TCE-MT, Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Ministério Público, gestores municipais e sociedade civil para transformar diagnósticos em decisões efetivas.
A articulação liderada pelo conselheiro já havia garantido, em 2024, R$ 20 milhões para a construção e ampliação de 15 creches em 14 municípios, beneficiando diretamente cerca de 1.200 crianças. Mas foi em 2025 que essa luta histórica pela educação infantil ganhou caráter estrutural: o Governo do Estado retificou o Plano Plurianual (PPA) e assegurou R$ 40 milhões anuais até 2027, além de incluir os recursos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, criando uma política contínua de financiamento da primeira infância.
A defesa de Antonio Joaquim pela educação sempre esteve associada ao planejamento, à transparência e à responsabilidade pública. Por isso, outra frente estratégica foi a elaboração do Diagnóstico das Creches e Pré-escolas da Rede Municipal de Educação de 2025, que revelou avanços, como a redução de 31% na fila de espera por vagas em creches entre 2023 e 2025, mas também apontou falhas históricas de gestão, déficits estruturais e problemas de transparência — dados utilizados para orientar gestores e corrigir rumos.
Além da primeira infância, a Copec, sob sua liderança, ampliou a agenda para o combate à evasão escolar, o fortalecimento da alfabetização e a inclusão educacional, reafirmando a visão de que a educação deve ser pensada de forma integrada, desde a creche até as demais etapas da educação básica.
Ao longo de sua trajetória, Antonio Joaquim sempre defendeu que o Tribunal de Contas deve ir além da punição, atuando de forma preventiva, orientadora e comprometida com resultados sociais. Em 2025, essa concepção se materializou em ações concretas que impactam diretamente o presente e o futuro de milhares de crianças mato-grossenses.
Para o ativista João Batista de Oliveira (Joãozinho), diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos e referência nacional na defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes, a atuação do decano do TCE-MT representa coerência histórica e compromisso real.
“Antonio Joaquim é um decano que nunca se afastou das causas sociais. Sua luta pela educação atravessa décadas e, em 2025, ele reafirma esse compromisso colocando a primeira infância no centro das decisões públicas. O que vemos hoje no TCE-MT é o reflexo de uma trajetória ética, humana e profundamente comprometida com os direitos das crianças”, afirmou João Batista.
Segundo o ativista, a liderança de Antonio Joaquim demonstra que é possível fazer do controle externo um instrumento de garantia de direitos, especialmente quando se trata da prioridade absoluta prevista na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Com uma atuação marcada por coerência histórica, articulação institucional e resultados concretos, o conselheiro Antonio Joaquim consolida, em 2025, mais um capítulo de sua luta em defesa da educação pública e da primeira infância, deixando um legado que transcende números, obras e relatórios, e se traduz em dignidade, oportunidade e futuro para as crianças de Mato Grosso.
PEDOFILIA:Adolescente de 14 anos é estuprada em Araçatuba
Uma adolescente de 14 anos foi estuprada em uma casa abandonada nas proximidades da rodovia Marechal Rondon, em Araçatuba. O crime aconteceu na noite de terça-feira, mas só foi registrado na polícia na noite de ontem, quando a adolescente contou a história a uma tia. Ela levou a adolescente ao hospital, onde o médico constatou o abuso e acionou o Conselho Tutelar. Segundo a tia, a adolescente saiu de casa de bicicleta por volta das 19h e quando retornava, às 21h, foi abordada por dois homens que estavam de carro. Eles obrigaram a garota a entrar no veículo e a levaram para uma casa abandonada. Apenas um dos homens a violentou sexualmente. Eles usaram drogas e agrediram a adolescente com socos quando ela recusou o entorpecente. Ela foi obrigada a ficar na casa até o amanhecer quando voltou para casa sozinha. |
Fonte: Folha da Região |
André Prieto, Defensor Público Geral de Mato Grosso presta esclarecimentos sobre contratação de buffet e empresa de vídeo. Nota comprova que ele pagou R$ 52 mil, e não 90 mil, a empresa dirigida por esposa do deputado Sérgio Ricardo
NOTA ESCLARECIMENTO AO SITE PAGINA DO E
Por meio desta, venho inicialmente esclarecer que em nenhum momento houve qualquer solicitação do Deputado Estadual Sérgio Ricardo de Almeida para que fosse firmado contrato administrativo com a empresa Alphaville Buffet Ltda, sediada em Cuiabá-MT. A respeito da minha escolha para exercer a chefia da Instituição Defensoria Pública de Mato Grosso, tenho a informar que se deu mediante prévia eleição interna, na qual participaram 05 (cinco) candidatos, onde me sagrei vencedor. Em respeito ao regime democrático em que vivemos no país, onde a vontade da maioria prevalece sobre a minoria, tem sido uma praxe em diversos Estados da federação – e no nosso não poderia ser diferente, - a nomeação do mais votado, e assim ocorreu, à semelhança do que ocorreu também no Ministério Público Estadual à mesma época. No que tange a citada denúncia feita pelo Ministério Público Estadual junto ao Tribunal de Justiça deste Estado, por suposta utilização da Defensoria Pública durante a campanha eleitoral nos anos de 2001-2002, aproveito a oportunidade para informar e, ao mesmo tempo, divulgar que foram julgadas totalmente improcedentes, à unanimidade, pela mais alta Corte de Justiça do país, o Supremo Tribunal Federal, há mais de 05 (cinco) anos, porém, infelizmente essa notícia não mereceu destaque midiático. No que pertine a dispensa de licitação, friso que a Lei Federal n. 8.666/93, em seu artigo 24, elenca diversas situações que a autorizam, sendo uma delas a impossibilidade de sua realização e conclusão célere, de forma que a contratação venha a perder o seu objeto. Tanto em relação aos serviços de Buffet, quanto a de produção de vídeos institucionais, existem procedimentos licitatórios em andamento desde o início deste ano, que não foram concluídos dado as inúmeras formalidades legais que se fazem necessárias. Tratam-se dos procedimentos nº 926166/2010 para contratação de Buffet e procedimento nº 67695/2011 para contratação de empresa para produção de vídeos institucionais. Portanto, dado a urgência da utilização desses serviços – dia do Defensor Público (19.05) e veiculação de programas já contratados com emissora de televisão – amparados por sólidos fundamentos exarados em pareceres técnico-jurídicos, realizamos a contratação. Vale dizer, entretanto, que precederam a tais contratações diversas cotações no mercado local, tendo tais empresas apresentado não só os melhores preços e as melhores técnicas, mas também habilitação legal para isso, tornando as suas contratações mais vantajosas para a administração pública. Cumpre também frisar mais uma vez, que a dispensa de licitação é ato amparado pela legislação que rege o tema sempre que estiverem presentes os pressupostos fáticos que a autorizem, o que ocorreu no caso presente. Somente para exemplificar, isso ocorreu na gestão anterior, quando o então Defensor Público-Geral também contratou os serviços de buffet da empresa Leila Malouf, em duas oportunidades, com dispensa de licitação, conforme procedimentos arquivados nesta Defensoria Pública, e nenhuma irregularidade foi apontada pelos Órgãos de controle. Saliento por derradeiro, que em relação ao contrato para produção de vídeos institucionais o valor global apresentado - R$ 229.000,00, - poderá ou não ser utilizado totalmente, sendo que até o presente momento nenhum pagamento foi efetuado a referida empresa. E, em relação ao contrato para serviço de Buffet, de igual forma, não foi utilizado na sua totalidade, eis que apenas houve a prestação de um único serviço – jantar – cujo valor não atingiu nem de longe a cifra de R$ 90.000,00, conforme veiculado na matéria, sendo que o valor correto é de R$ 52.333,57 (conforme cópia da nota fiscal em anexo).
Feitos tais esclarecimentos, coloco-me a disposição para quaisquer outros que se fizerem necessários, e sobretudo para fornecer cópias integrais dos procedimentos administrativos retro mencionados, a fim de comprovar o alegado.
ANDRE LUIZ PRIETO-DEFENSOR PÚBLICO-GERAL DE MT
Alline Marques
DO OLHAR DIRETO
O deputado estadual Sérgio Ricardo (PR) resolveu se pronunciar a respeito das denúncias feitas pela Organização Não Governamental Moral (ONG Moral), nas quais acusa a Defensoria Pública de gastos excessivos com o Buffet Alphaville, de propriedade da esposa do parlamentar, e da produtora Ilex Filmes, pertencente ao sobrinho do republicano.
O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa garante que ambas as empresas são independentes e estão há anos no mercado prestando serviços tanto para iniciativa privada quanto para órgão públicos. Ele assegurou ainda que todos os contratos efetivados foram feitos sem irregularidades.
As denúncias foram feitas pela OBG Moral e entregues ao Ministério Público Estadual (MPE) que irá apurar os fatos e verificar se houve irregularidades, corrupção ou ainda má administração por parte do defensor-geral do Estado, André Prieto.
Confira a íntegra da nota:
Em relação às notícias publicadas sobre contratação por parte da Defensoria Pública de Mato Grosso, do Alphaville Buffet e da produtora Ilex Filmes, são necessários alguns esclarecimentos:
1- O buffet, de propriedade de minha esposa, existe há mais de 10 anos no mercado e atende diversos eventos na Capital;
2- A empresa atende eventos empresariais, particulares e também de órgãos públicos sempre que procurada, como qualquer outra de mesma atividade;
3- Todos os contratos celebrados são cumpridos sem nenhuma irregularidade;
4- Informo ainda que não participo da administração da Ilex Filmes;
5- A produtora, bem como o buffet, são empresas que atuam há tempos no mercado e que são reconhecidas pelos trabalhos que desempenham;
6- Por último afirmo que ambas são empresas idôneas, e que possuem hoje uma extensa carteira de clientes por reconhecimento da qualidade de seus serviços.
DEPUTADO SÉRGIO RICARDO
FONTE:http://paginadoenock.com.br/home/post/9346
PEDOFILIA:Quadrilha é presa por tráfico de drogas, furto e corrupção de menores
Junto com a quadrilha, foram apreendidas duas pedras grandes de crack que seriam doladas (partidas) e 27 pedras fracionadas, R$318,00 e produtos furtados de uma loja de festas.
Segundo informações da PM, ao chegar no local da denúncia pela manhã, por volta das 11:00h, um menor de 17 anos saiu correndo da casa localizada na rua Álvares da Silva em sentido à Jarbas Ferreira Pires.
Na casa do menor, ele mostrou a droga que tinha enterrado no quintal, dentro de uma vasilha plástica. A PM continuou a busca pela casa e encontrou produtos com a etiqueta de uma loja de festas, dentre eles: um compressor de ar, um forno elétrico e outros produtos de procedência duvidosa.
Segundo a PM a mãe do menor informou que os produtos era do casal que reside na rua Álvares da Silva, casa de onde o filho havia saído correndo.
Na residência do casal moravam duas crianças de sete e cinco anos. Ali, a polícia encontrou drogas, dinheiro e objetos que podem ser produtos de furto. Em um quarto da casa, o militares descobriram uma mesa onde os traficantes faziam a dolagem (preparação para a venda) da droga.
As duas crianças ficaram sob a responsabilidade do Conselho Tutelar e serão entregues à avó, que reside na zona rural.
A polícia também informou que um dos menores confessou que cumpre medidas sócio educativas na cidade de Sete Lagoas por tentativa de homicídio. Ele teria que ter se apresentado na cidade no dia 27 de julho, mas se encontra foragido.
A ORGANIZAÇÃO DA QUADRILHA
Em entrevista ao Portal Arcos, Sargento Ranilson explicou que cada membro da quadrilha desenvolvia uma função. “Os menores dolavam (partiam) as pedras e vendiam. A esposa ficava com o dinheiro e uma menor buscava a droga em outra cidade. A mesma confessou à polícia que havia buscado R$500,00 em drogas no dia anterior.
Segundo informações da PM, o marido, que informou ser servente de pedreiro é o suposto controlador dos menores, apesar da esposa dizer que o chefe seria o menor de 17 anos.
Acompanhe o relato do Sargento Ranilson da Polícia Militar sobre a ocorrência:










