Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Portal recorre ao deputado Riva pelo combate à pedofilia

O novo presidente da ONG MT contra a pedofilia, João Batista de Oliveira que acumula o cargo de diretor do portal Todos Contra a Pedofilia MThttp://www.todoscontraapedofiliamt.com.br/ quer apoio do deputado José Riva que é o maior expoente na luta contra a pedofilia em MT nas ações e políticas que fortaleçam a luta contra a pedofilia em MT.

“Vou à Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso em busca do apoio do deputado José Geraldo Riva, pois por ser um político que se preocupa com todas as causas, tenho certeza que ele vai nos ajudar muito nesse movimento.”, afirmou João Batista, “Quando uma ONG, com a responsabilidade que têm, lidera uma luta como essa, precisamos apoiar e participar”, declarou o vereador Chico Curvo. O líder da bancada do DEM também acredita que é fundamental levar o debate contra a pedofilia para a cidade. “Infelizmente, a pedofilia ainda é um mal que atinge diversas famílias e crianças. Precisamos desenvolver políticas que dêem vez e voz a essa luta.”, ressaltou o diretor do portal Todos Contra a Pedofilia MT.

“Esse combate esta em busca de apoio e vou recorrer ao deputado José Riva para que na distribuição de mídia aos sites e jornais (banner) incluir este portal que defende uma causa tão nobre, ressaltou o diretor do Portal Todos contra a pedofilia MT.

Caçula do Senado tem 38 anos e quer mais independência para MP

O senador eleito Randolfe (Psol-AP), de 38 anos, defende que membros do próprio Ministério Público, e não o presidente da República, indiquem o procurador-geral da instituição
Mais jovem senador eleito no país, Randolfe defende o controle externo dos tribunais de contas
TwitterRandolph Frederich Rodrigues Alves. A despeito do estrangeirismo dos prenomes, os sobrenomes portugueses sugerem parentesco com um dos primeiros presidentes da República Federativa do Brasil, Francisco de Paula Rodrigues Alves (1902-1906). Mas o dono do nome é bem brasileiro: trata-se do senador eleito mais novo da próxima legislatura (2011-2014), e também entre os 81 titulares atuais. Randolfe, como prefere o próprio em versão aportuguesada, chegará aos 38 anos para exercer mandato pelos próximos oito. Pernambucano radicado no Amapá, ele representará o Psol no Senado nas próximas duas legislaturas, do ano que vem até 2018. É a primeira vez que o partido, criado em 2004, consegue eleger um senador. 
Randolfe ainda foi o senador mais votado do Amapá. Na caminhada até o Senado, venceu nas urnas nomes tarimbados da política amapaense, como o ex-governador Waldez Goes (PDT) e o atual senador Papaléo Paes (PSDB), que tentou (e não conseguiu) a reeleição. Mas enfrentar, com pouca idade, gente grande da cena eleitoral não é novidade para ele: em 1998, foi eleito o deputado estadual mais jovem do Amapá.
Em entrevista, o jovem senador eleito dá suas linhas de atuação. Vai defender que o presidente não indique mais o procurador-geral da República, único membro do Ministério Público que tem competência para processá-lo na Justiça. “É para reafirmar a autonomia dessas instituições na sua atuação precípua de fiscal da lei, de investigação”, disse Randolfe. Ele promete lutar pelo controle externo dos tribunais de contas – “Isso tem sido objeto de uma rede sucessiva de escândalos” – e medidas para fortalecer a Polícia Federal e a Controladoria Geral da União.

Randolfe acredita que a candidatura de Plínio foi boa para o partido, apesar das críticas de Heloísa Helena, que deixou a presidência do PSOL. “Pôde se constituir, de acordo com o ideário já compreendido e bem recebido pelo povo, como uma alternativa concreta de poder político para o Brasil.”, afirmou ele, na entrevista por telefone, antes de votar em Dilma Rousseff (PT) no segundo turno das eleições.

“Sou partidário dessa posição do voto crítico em Dilma, porque eu considero José Serra e o que ele representa, essa linha 'demotucana', um retrocesso para o Brasil”, justificou.
Na conversa Randolfe falou também sobre suas origens, expectativas, bandeiras a ser defendidas no mandato e sobre lideranças de seu partido – como Heloisa Helena, a quem dispensa adjetivos carinhosos. A ex-presidente do Psol e ex-petista não conseguiu voltar ao Senado.

Em entrevista entrecortada por citações históricas – Randolfe é professor universitário e historiador –, o senador relembra como deixou Pernambuco rumo ao Pará. “O terceiro grande fluxo migratório [de brasileiros ao Pará] foi nos anos de 1970, com a construção da usina hidrelétrica do Paredão, que foi a primeira da Amazônia. Meus pais vieram para o Amapá nesse terceiro fluxo migratório. E eu sou decorrência disso”, resume o senador, que também é formado em Direito.

De origem humilde (o pai, Januário Martins, é eletricitário; a mãe, Lusmar Rodrigues, professora), deu os primeiros passos na política como líder estudantil. Em 1992, quando era filiado ao PT e liderou a manifestação “Fora Collor” no Amapá, manifestou o espírito “socialista libertário” ao estender o protesto da então reitora da Universidade Federal do Amapá – que, segundos os estudantes, exibia comportamento “autoritário” ao tomar decisões como a proibição de festas no campus. Em 2005, o espírito juvenil falou mais alto: deixou o PT e a aderiu ao Psol.

No Senado, diz que exigirá “o devido respeito ao Amapá”, a começar pelos repasses federais aos entes federativos. “É inaceitável que o FPE [Fundo de Participação dos Estados] seja desigual entre os estados. O FPE é um instrumento econômico importante, e foi criado para que os estados que têm uma arrecadação menor de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] possam ter um FPE maior”, protesta.

Na entrevista abaixo, Randolfe rasga elogios às lideranças do Psol – leia-se Plínio de Arruda Sampaio, Heloisa Helena, Chico Alencar e Ivan Valente –, diz que abrirá seu mandato à sociedade, que defenderá a austeridade com o dinheiro público usado no Senado e, em uma espécie de voto de confiança, que preferiria Dilma a Serra na hora de digitar uma dezena na urna (a entrevista foi feita antes do segundo turno).      

Confira os principais trechos da entrevista:

Congresso em Foco – O senhor derrotou figuras conhecidas da política amapaense, como o governador Waldez Goes (PDT) e o senador Papaléo Paes (PSDB), que buscava a reeleição. E fez isso aos 38 anos, três além do limite mínimo para posse de senadores. Como é chegar com essa idade a uma Casa legislativa marcada pela experiência de seus membros?
Randolfe – 
Primeiramente, eu me sinto profundamente honrado pela confiança dos amapaenses. O povo do Amapá me conduz ao Senado, como você já disse, como um dos mais jovens senadores da História da instituição. Segundo, o povo me conduz com a maior votação concedida a um político em toda a História, desde que o Amapá se tornou unidade da Federação. Me sinto profundamente honrado. Mas eu também estou consciente do conjunto de minhas responsabilidades no Senado da República. Das minhas responsabilidades com o Amapá e com o Psol. Das minhas responsabilidades com a defesa dos interesses desta bela terra localizada à margem esquerda do Amazonas. É uma tarefa que me enche de responsabilidades.

Sua trajetória política marcada pela militância no movimento estudantil. Atualmente, a causa estudantil não tem ostentado a importância de outras épocas, como na resistência à ditadura militar dos anos 1960. Os estudantes brasileiros têm perdido o interesse pela questão ideológica, pela defesa dos seus direitos e da sociedade?Cada geração tem sua história. Eu vim de uma geração de movimento estudantil um pouco mais organizada e conduzida com uma concepção mais politizada. E tínhamos todo um conjunto de circunstâncias históricas, que a qualificaram no final dos anos 80 e começo dos anos 90. Acredito que o melhor caminho é nós entendermos essa juventude atual. Não acredito e não sou partidário das teses de que essa geração abandonou o caminho de lutas por nenhum dos direitos. Eu acredito que é uma geração que encontrou novas formas, novos caminhos, novos deveres e aprendizados. Talvez falte compreender uma face melhor, qual o perfil dessa juventude, dessa geração.

O senhor é professor universitário, historiador, tem toda uma formação acadêmica. No Congresso, o senhor vai conviver com “parlamentares-celebridade”, muitos dos quais sem a qualificação que o cargo exige. O que o senhor acha dessa contraposição?Vou ter um profundo respeito pelos meus colegas senadores. Todos eles estão no Senado da República emanados pelo voto popular. Vou expor a eles minhas visões políticas, programáticas, concepções de mundo que eu vou assinalar com respeito. Vou demarcar claramente as minhas posições políticas. O Senado em especial, para nós do Amapá, é uma instituição fundamental. O Senado é a Casa da Federação brasileira. Para o Amapá, que é um dos estados pobres da Federação brasileira, é necessário eu me expressar no Senado, para que nenhum dos estados ricos se sobreponha aos outros, às possibilidades dos estados mais pobres. Em conjunto com os outros senadores, é vou defender isso firmemente. É inaceitável que o Amapá seja tratado como a última fronteira do Estado brasileiro. O Amapá é um estado que, no século 19, é um estado que poderia ter optado por ser estrangeiro, e escolheu ser Brasil à custa do sangue de duas centenas de amapaenses. O Amapá escolheu ser Brasil à custa de duas centenas de amapaenses. Por isso eu defenderei que o Amapá seja tratado com o respeito devido. Um dos temas, por exemplo, de que eu vou tratar no Senado é o repasse do fundo de participação dos estados [FPE] pela União. É inaceitável que o FPE seja desigual entre os estados. O FPE é um instrumento econômico importante, e foi criado para que os estados com maior arrecadação de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] pudessem ter um FPE menor. E para que os estados que têm uma arrecadação menor de ICMS possam ter um FPE maior. E, nesse sentido, vou lutar para impedir que os estados mais pobres sejam injustiçados. Eu vou ao Senado defender os interesses da sociedade brasileira, mas em especial os interesses de meu ente federativo, que é o Amapá.

Por que o senhor, que nasceu em Pernambuco, mudou o domicílio eleitoral e hoje representa o Amapá? Eu sou resultado dos diversos fluxos migratórios que vieram para o Amapá, que é um dos estados mais brasileiros que a gente tem. Esse estado preserva as primeiras populações que aqui se estabeleceram há dois mil anos – como as populações dos tucujus, civilizações manacás e cunanis... E, depois, recebeu a belíssima mistura portuguesa, indígena e negra, que formou a sociedade amapaense. E que se somou, no transcorrer do século 20, ao conjunto de fluxos migratórios que para cá vieram. O primeiro grande fluxo migratório, no começo do século 20, foi principalmente de cearenses. O segundo, a partir da tomada do território federal em 1943 até os anos de 1950. E o terceiro grande fluxo migratório foi nos anos de 1970, com a construção da Usina Hidrelétrica do Paredão, que foi a primeira usina hidrelétrica da Amazônia. Meus pais vieram para o Amapá nesse terceiro fluxo migratório. E eu sou decorrência disso, dessa formação diversa do povo amapaense – que é branca, negra, indígena, e também é nordestina, maranhense, cearense, pernambucana, paulista, paranaense. É um dos estados mais brasileiros de nossa querida Federação.

Nos últimos anos o Senado tem ocupado espaço negativo no noticiário, como uma Casa onde se pratica incontáveis desmandos administrativos, desde o desperdício do dinheiro público até a emissão de atos secretos. Como o senhor, aos 38 anos de idade, pretende contribuir para a modernização institucional de uma Casa dominada por políticos antigos e cujos servidores têm forte espírito corporativista?Primeiramente, lançando mão da transparência de meu mandato político. É dever de qualquer liderança política, de qualquer um que foi conduzido a cargo público – principalmente emanado pela vontade popular –, ser transparente na apresentação de seus gastos, de suas verbas de gabinete, da composição de seu mandato. Eu irei proceder assim no Senado. É um compromisso meu com a sociedade amapaense. As minhas emendas parlamentares e a estrutura de meu gabinete serão de conhecimento do conjunto da sociedade amapaense e da sociedade brasileira. Eu faço questão de proceder assim, porque assim foi construída a minha trajetória política. Eu terei uma ação parlamentar voltada para exigir, claramente, a fiel aplicação dos recursos públicos aos fins a que se destinam, que é a melhoria da qualidade de vida da população – e não tenha dúvida disso, porque esse é também um compromisso meu com o povo do Amapá. Por isso, eu não só quero apresentar um mandato transparente, como quero propor no Senado instrumentos de combate e controle à corrupção por parte do Estado brasileiro. Por exemplo, eu considero fundamental a apresentação de uma proposta de emenda à Constituição que estabeleça controle externo também dos tribunais de conta. Nós temos visto que isso tem sido objeto de uma rede sucessiva de escândalos. Eu também apresentarei uma proposta de emenda constitucional – e quero contar com o apoio de outros senadores e de outros deputados – para que, por exemplo, a indicação do procurador-geral da República e do procurador-geral de Justiça dos Ministérios Públicos estaduais seja feita entre os integrantes da carreira, e não mais pelo chefe do Poder Executivo, para reafirmar a autonomia dessas instituições na sua atuação precípua de fiscal da lei, de investigação. E vou propor o fortalecimento da estrutura das polícias federais, da Corregedoria Geral da União, das estâncias e dos mecanismos do Estado brasileiro de combate e controle da corrupção. Além, obviamente, de amplificar os mecanismos para que o cidadão possa acompanhar, pari passu, o destino dos recursos públicos, possa fiscalizar e cobrar a correta aplicação dos recursos públicos.

Qual será a sua linha de atuação no Senado? Eu tenho dito claramente qual será é o perfil do mandato que pretendo, emanado pela vontade do povo, construir no Senado da República. Eu construirei, com a participação do povo do Amapá, um mandato amplamente democrático e com participação popular nas ações do mandato. E um mandato pautado pelas diretrizes programáticas do meu partido político, que é o Partido Socialismo e Liberdade. Eu tenho um lado claro na política. A minha trajetória política sempre foi de esquerda. O meu mandato será pautado – e aqui eu quero fazer uma citação de uma outra belíssima senadora do meu partido, que é a companheira Heloisa Helena – tendo como horizonte o socialismo. A linha-diretriz de nosso mandato será democrática, a serviço das causas populares, compreendendo, com muita convicção, que é possível e necessária a construção de uma sociedade melhor, mais justa e solidária para todos.

Privilegiará algum tema?Eu pautarei meu mandato pelos interesses do Amapá. Para um estado como o Amapá – sem dúvida a fronteira brasileira com a Europa, com a União Europeia – é indispensável o trabalho junto à Comissão de Relações Exteriores do Senado, em virtude dessa nossa posição geográfica de sermos fronteira com a França e, portanto, sermos fronteira com a União Europeia [a Guiana Francesa, anexada pelo país europeu, faz fronteira com o estado]. Também vou me esforçar na atuação junto à Comissão da Amazônia. E eu gostaria – e irei – interferir junto à Comissão de Educação, mesmo porque foram esses os temas e pautas que debatemos com o povo do Amapá no transcorrer da campanha.

Tanto na Câmara quanto no Senado, o Psol sempre teve parlamentares combativos, cada qual com suas peculiaridades. O seu estilo no Senado se aproximará mais do estilo aguerrido de Heloisa Helena (AL) ou terá mais identidade com as características de moderação de José Nery (PA)?Tem uma máxima muito utilizada aqui Amapá que diz o seguinte: “Veja os dedos da mão, nenhum deles é igual”. Eu falo isso também de cada liderança política. O senador José Nery tem o seu perfil, Heloisa tem o seu perfil, e eu vou ter o meu perfil. Então, não será nem o perfil do senador Nery nem o da senadora Heloisa, mas que será pautado pelos mesmos princípios programáticos que Heloisa e Nery concebem. Deixe-me retificar: meu perfil não será pautado por dogmas, mas será pautado por princípios orientadores. É dessa forma que pretendo atuar. Tudo o que estiver no Senado da República que eu compreender que é de interesse público, dialoga com os interesses do conjunto do povo brasileiro terá meu total apoio. De onde quer que venha dialogar com os interesses e com os princípios que defendo terá meu total apoio. Mas minha atuação não será como a do senador Nery nem como a da senadora Heloisa. São duas pessoas formidáveis, maravilhosas, que construíram seus mandatos no Senado que me orgulham, me inspiram, que balizarão nosso mandato. Mas, na liderança política, cada um tem seu perfil de atuar. Mas não tenha dúvida, reiteramos que aproveitaremos a experiência dos belíssimos e combativos mandatos a serviço da causa do povo que foram os mandatos de Heloisa e Nery.

Como o senhor avalia a saída de Heloisa Helena da presidência do partido? Isso dividiu ainda mais a legenda? A disputa com Plínio de Arruda Sampaio na indicação à corrida presidencial influenciou diretamente na decisão da ex-senadora?O afastamento da Heloisa nos pegou de surpresa. Não conversei com ela depois do processo eleitoral, mas ela deve ter tido as suas preocupações pela decisão que tomou. O partido tem passado por um processo intenso de debates, e eu acho isso muito rico. Às vezes não interpretamos muito mais do que significa a palavra crise. Crise sempre significa o ressurgir de algo novo. Se há uma crise interna pela qual o partido está passando, que isso seja para uma síntese dialética de construção de um momento novo. Não sei com detalhes as razões que levaram a Heloisa a pedir afastamento da presidência do partido. Considero lamentável, uma perda para o Psol. Heloisa é nossa principal liderança. Eu estou no Psol graças ao convite dela. E eu gostaria muito de, fraternalmente, dialogar com a minha querida amiga e companheira Heloisa, assim que tiver essa oportunidade. E o farei nas próximas semanas, antes de me deslocar para Brasília. Procurarei conversar com a Heloisa, dialogar e procurar entender as razões que a levaram a pedir o afastamento.

Alguns observadores políticos condenaram a conduta irônica do então candidato Plínio durante o primeiro turno. Outros a aprovaram e viram a candidatura do Psol como um elemento fomentador de discussões para além da dicotomia PT-PSDB. Como o senhor avalia a atuação de Plínio? O partido saiu fortalecido do pleito ou teria atingido um dividendo político mais proveitoso com Heloisa Helena?Te digo da mesma forma. Cada uma das candidaturas cumpre um papel imprescindível. O Plínio cumpriu um papel indispensável para a luta socialista no Brasil. Ele cumpriu a tarefa de ser candidato à Presidência da República, de apresentar o programa e a proposta do Psol nestas eleições. Para alguns críticos que não imaginavam a capacidade do Psol, o resultado das eleições mostra que o partido está vivo. A votação de Plínio mostra isso completamente, bem como a reeleição do belíssimo mandato de Chico [Alencar, RJ], a reeleição do belíssimo mandato de Ivan [Valente, SP] e a eleição de Jean Wyllys [RJ], e a nossa condução para o Senado – e, esperamos, ainda, com a confirmação da eleição de Marinor para o Senado, dependendo da decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a Lei Complementar 135 de 2010 –, ilustra que o partido está vivo e dialoga com parcelas expressivas da sociedade brasileira. Porque pôde se constituir, de acordo com o ideário já compreendido e bem recebido pelo povo, como uma alternativa concreta de poder político para o Brasil. 
[Marinor Brito, que disputou o Senado pelo Psol paraense e ficou em quarto lugar, deve ser beneficiada pela decisão do Supremo, com base na Lei da Ficha Limpa, em barrar os candidatos eleitos Jader Barbalho, do PMDB, e Paulo Rocha, do PT; esta entrevista foi feita antes do julgamento.]

Alguns criticaram o que seria uma postura excessivamente sarcástica e até anárquica do candidato Plínio no primeiro turno. Outros consideraram fora da realidade algumas propostas por ele apresentadas. O que o senhor achou do desempenho dele?No primeiro turno, o Plínio veio cumprir um papel concreto para o PSOL. Demarcar e apresentar o programa para o Brasil que nós acreditamos não só possível como necessário. No segundo turno, a Executiva Nacional do Psol se reuniu e tomou uma decisão de proclamar nenhum voto em José Serra. E liberar os militantes que quisessem votar nulo ou para fazer voto crítico em Dilma. Eu, particularmente, somado aos parlamentares Ivan [Valente] e Chico [Alencar], que é um líder, sou partidário dessa posição do voto crítico em Dilma, porque eu considero José Serra – e o que ele representa, essa linha “demotucana” – um retrocesso para o Brasil. Eu tenho uma posição política bem clara de divergências como Partidos dos Trabalhadores e com a candidata Dilma, mas, com o PSDB, essas divergências vão para o campo do antagonismo. Eu vejo como retrocesso se criar a possibilidade da recondução ao governo da aliança PSDB-Democratas. Por isso, apesar das minhas críticas – assim como as de aliados e demais parlamentares do Psol – o meu voto vai ser na Dilma.

PEDOFILIA:Julgamento dos padres acusados de pedofilia será retomado no dia 02 de agosto

Antes de setembro não haverá conclusão, diz Chalub
por Redação
Julgamento dos padres acusados de pedofilia será retomado no dia 02 de agosto
A continuação do julgamento dos padres acusados de pedofilia em Arapiraca continuará na terça-feira, 02 de agosto. Será o terceiro dia de julgamento. No primeiro, dia 08, e no segundo, dia 22, foram ouvidos os três ex-coroinhas, as testemunhas de acusação e quase todas as testemunhas de defesa.
As audiências acontecem na sede da 1ª Vara Judiciária da Infância e Juventude, localizada no Bairro Caititus, e são conduzidas pelo juiz João Luiz de Azevedo Lessa e acompanhadas pelo promotor do Ministério Público, Alberto Tenório, o defensor público André Chalub, os advogados de defesa e acusação.
A última testemunha de defesa será ouvida no dia 02. O mesmo acontece com os acusados - monsenhores Luiz Marques Barbosa e Raimundo Gomes e o padre Edilson Duarte. Depois disso, acontecerá a apresentação dos relatórios do promotor de justiça, Alberto Tenório de Vieira, e dos advogados de defesa e acusação.
Em entrevista a reportagem do Minuto Arapiraca, o defensor público André Chalub contou que provavelmente a conclusão do magistrado João Luiz de Azevedo sobre o caso acontecerá apenas em setembro. “Antes de setembro não haverá conclusão. Existe um prazo de oito dias para que cada relatório seja apresentado”, disse Chalub em referência as opiniões do promotor e dos advogados.

Gilney Viana volta a Cuiabá para lançar livro de poemas. Gilney atua, agora, na Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidencia da República


Gilney Viana lançará livro de poemas na próxima quinta, em Cuiabá
Gilney Viana lançará livro de poemas na próxima quinta, em Cuiabá

VEJA, EM VÍDEO, ENTREVISTA DE GILNEY SOBRE SUA ATUAÇÃO NA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS
Na próxima semana acontece a noitada de lançamento do livro "Poemas (quebrados) do Cárcere", de autoria do médico, ex-deputado federal Gilney Viana. O lançamento acontecerá na sede do Sindicato dos Bancários (rua Barão de Melgaço, 3.190, Centro, Cuiabá-MT), na quinta-feira, a partir das 18h30.


Gilney Viana é mineiro, filho de baianos. O pai (Divaldo) de Alcobaça e a mãe (Glória) de Jacobina. Depois das primeiras letras em Caravelas, na juventude, migra para Belo Horizonte, na década de 1960, quando e onde desenvolve a sua militância política.De início junto ao movimento estudantil secundarista, depois junto ao movimento dos trabalhadores favelados e depois junto ao movimento sindical. Em função de sua militância política, foi preso em abril de 1964, quando militava no PCB-Partido Comunista do Brasil. No período de 1967 a 1969 organiza, com outros egressos do PCB, a Corrente Revolucionária de Minas Gerais, dentro da estratégia traçada por Carlos Marighella,integrada à ALN em 1969. Preso ao início  de 1970, volta à liberdade ao final de 1979, sob regime de liberdade condicional, até o  final da ditadura  militar, em 1985, pois não fora beneficiado pela Anistia Política de agosto de 1979.


Gilney Viana é autor de outros livros de memória, "Fome de Liberdade" em parceria com Perly Cipriano (Ed. Fundação Perseu Abramo/EDUFES, 2ª ed. 2009); e "Glória  - Mãe de Preso Político" (Ed. Paz e Terra. 2000).
Gilney Amorim Viana, atualmente, é assessor especial da Secretaria Nacional de Direitos Humanos  da Presidencia da Republica, atuando como coordenador do projeto Direito à Memória e à Verdade.
CLIQUE NO LINK ABAIXO E CONFIRA ENTREVISTA DE GILNEY SOBRE O PROJETO DIREITO Á MEMORIA E A VERDADE

PEDOFILIA:Conselho Tutelar registra caso de prostituição infantil em Pirpirituba


O Conselho Tutelar recolheu na madrugada do último domingo (24) uma menina de 12 anos, que fazia programas por R$ 30,00, na cidade de Pirpirituba, localizada na microrregião de Guarabira.
Segundo informações, a menor se prostituía desde os 11 anos de idade e com o consentimento da mãe.
A mãe da menina negou em depoimento que sabia dos programas feitos pela filha.
- Sempre eu via ela com R$ 10,00 e R$ 12,00. Minha filha chegava em casa dizendo que tinha recebido o dinheiro da avó. Minha mãe não confirmava essa informação – disse a mãe da garota, Cristiane da Silva.
Conforme o Conselho Tutelar, Cristiane tinha conhecimento da situação.
- A mãe da garota entrou em contradição. Uma hora a mãe disse que sabia da situação e em outro momento negou – informou a conselheira tutelar, Patricia Maia.
Do Paraiba online, com Rádio Campina FM.

PEDOFILIA:Delegado confirma: Mais casos de pedofilia serão descobertos no Sertão

por Emanuelle Oliveira
PC-AL
Delegado confirma: Mais casos de pedofilia serão descobertos no Sertão
O delegado Manoel Wanderley, que vem conduzindo as investigações em casos de pedofilia no município de Água Branca afirmou ao Cadaminuto que mais pessoas podem ser presas, já que diversas denúncias têm sido feitas pelo Disk 100, a exemplo do que aconteceu com as 13 pessoas, entre elas 10 idosos, acusadas de abusar sexualmente de várias crianças.
“Nos próximos meses haverá mais novidades. Também estão sendo feitas investigações em outros municípios do Sertão de Alagoas. Há alguns anos a pedofilia era uma cultura no interior, considerada algo normal, mas estamos combatendo isso. As vítimas geralmente são crianças pobres da zona rural”, explicou.
Manoel Wanderley ressaltou a importância das denúncias que levaram a Polícia aos acusados. “A população deve denunciar, quando desconfiar de alguma coisa. Todos esses acusados só foram presos por causa disso. A Polícia não tem bola de cristal para saber desses casos”, afirmou o delegado.
Ele lembrou que está aguardando os resultados dos exames de conjunção carnal, feitos nas vítimas, para concluir os inquéritos. “Esperamos por esse laudo elaborado pelos peritos do Instituto Médico Legal, porque vítimas e acusados, que estão sob custódia na Delegacia de Delmiro Gouveia, já foram ouvidos”, informou

TCE MT - Antonio Joaquim transforma controle em política pública e impulsiona educação infantil no Estado

 
A atuação da Comissão Permanente de Educação e Cultura (Copec) do Tribunal de Contas de Mato Grosso, no biênio 2024–2025, representa a continuidade de uma trajetória histórica de compromisso do conselheiro Antonio Joaquim com a defesa da educação pública, da cidadania e dos direitos fundamentais, especialmente das crianças.

Decano do Tribunal de Contas, Antonio Joaquim construiu, ao longo de sua vida pública, uma atuação marcada pela compreensão de que educação é política de Estado e instrumento central de transformação social. Sua passagem por diferentes funções institucionais sempre foi acompanhada da defesa intransigente do acesso, da qualidade do ensino e da valorização das políticas educacionais como eixo estruturante do desenvolvimento humano.

À frente da Copec, no TCE-MT, o conselheiro deu materialidade a essa trajetória ao conduzir uma agenda que uniu controle externo, diálogo institucional e sensibilidade social, fortalecendo o papel pedagógico do Tribunal. Sob sua presidência, a Comissão assumiu protagonismo na defesa da primeira infância, reconhecendo que os maiores impactos sociais ocorrem nos primeiros anos de vida.

Esse compromisso histórico se expressou, de forma concreta, na atuação do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação (Gaepe-MT). Em 2025, com participação ativa e liderança técnica de Antonio Joaquim, o Gaepe consolidou-se como espaço estratégico de governança colaborativa, reunindo TCE-MT, Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Ministério Público, gestores municipais e sociedade civil para transformar diagnósticos em decisões efetivas.

A articulação liderada pelo conselheiro já havia garantido, em 2024, R$ 20 milhões para a construção e ampliação de 15 creches em 14 municípios, beneficiando diretamente cerca de 1.200 crianças. Mas foi em 2025 que essa luta histórica pela educação infantil ganhou caráter estrutural: o Governo do Estado retificou o Plano Plurianual (PPA) e assegurou R$ 40 milhões anuais até 2027, além de incluir os recursos na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, criando uma política contínua de financiamento da primeira infância.

A defesa de Antonio Joaquim pela educação sempre esteve associada ao planejamento, à transparência e à responsabilidade pública. Por isso, outra frente estratégica foi a elaboração do Diagnóstico das Creches e Pré-escolas da Rede Municipal de Educação de 2025, que revelou avanços, como a redução de 31% na fila de espera por vagas em creches entre 2023 e 2025, mas também apontou falhas históricas de gestão, déficits estruturais e problemas de transparência — dados utilizados para orientar gestores e corrigir rumos.

Além da primeira infância, a Copec, sob sua liderança, ampliou a agenda para o combate à evasão escolar, o fortalecimento da alfabetização e a inclusão educacional, reafirmando a visão de que a educação deve ser pensada de forma integrada, desde a creche até as demais etapas da educação básica.

Ao longo de sua trajetória, Antonio Joaquim sempre defendeu que o Tribunal de Contas deve ir além da punição, atuando de forma preventiva, orientadora e comprometida com resultados sociais. Em 2025, essa concepção se materializou em ações concretas que impactam diretamente o presente e o futuro de milhares de crianças mato-grossenses.

Para o ativista João Batista de Oliveira (Joãozinho), diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos e referência nacional na defesa dos direitos humanos de crianças e adolescentes, a atuação do decano do TCE-MT representa coerência histórica e compromisso real.

“Antonio Joaquim é um decano que nunca se afastou das causas sociais. Sua luta pela educação atravessa décadas e, em 2025, ele reafirma esse compromisso colocando a primeira infância no centro das decisões públicas. O que vemos hoje no TCE-MT é o reflexo de uma trajetória ética, humana e profundamente comprometida com os direitos das crianças”, afirmou João Batista.

Segundo o ativista, a liderança de Antonio Joaquim demonstra que é possível fazer do controle externo um instrumento de garantia de direitos, especialmente quando se trata da prioridade absoluta prevista na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Com uma atuação marcada por coerência histórica, articulação institucional e resultados concretos, o conselheiro Antonio Joaquim consolida, em 2025, mais um capítulo de sua luta em defesa da educação pública e da primeira infância, deixando um legado que transcende números, obras e relatórios, e se traduz em dignidade, oportunidade e futuro para as crianças de Mato Grosso.

PEDOFILIA:Adolescente de 14 anos é estuprada em Araçatuba

Uma adolescente de 14 anos foi estuprada em uma casa abandonada nas proximidades da rodovia Marechal Rondon, em Araçatuba. O crime aconteceu na noite de terça-feira, mas só foi registrado na polícia na noite de ontem, quando a adolescente contou a história a uma tia. Ela levou a adolescente ao hospital, onde o médico constatou o abuso e acionou o Conselho Tutelar.
Segundo a tia, a adolescente saiu de casa de bicicleta por volta das 19h e quando retornava, às 21h, foi abordada por dois homens que estavam de carro. Eles obrigaram a garota a entrar no veículo e a levaram para uma casa abandonada. Apenas um dos homens a violentou sexualmente.
Eles usaram drogas e agrediram a adolescente com socos quando ela recusou o entorpecente. Ela foi obrigada a ficar na casa até o amanhecer quando voltou para casa sozinha.
Fonte: Folha da Região

André Prieto, Defensor Público Geral de Mato Grosso presta esclarecimentos sobre contratação de buffet e empresa de vídeo. Nota comprova que ele pagou R$ 52 mil, e não 90 mil, a empresa dirigida por esposa do deputado Sérgio Ricardo

19:42:00
Defensoria Publica Pagina Do E - Nota Alphaville
Deputadosérgio Ricardo isenta empresa da esposa e garante legalidade nos contratos
Acusado pelo Movimento Organizado pela Moralidade Publica e Cidadania (Ong Moral) de uma série de irregularidades na gestão dos recursos da Defensoria Pública de Mato Grosso, o Defensor Público Geral, André Luiz Prieto, encaminhou a esta PAGINA DO E o comunicado que publicamos a seguir. Depois dele, leia nota divulgada pelo deputado Sérgio Ricardo:


NOTA ESCLARECIMENTO AO SITE PAGINA DO E

 Por meio desta, venho inicialmente esclarecer que em nenhum momento houve qualquer solicitação do Deputado Estadual Sérgio Ricardo de Almeida para que fosse firmado contrato administrativo com a empresa Alphaville Buffet Ltda, sediada em Cuiabá-MT. A respeito da minha escolha para exercer a chefia da Instituição Defensoria Pública de Mato Grosso, tenho a informar que se deu mediante prévia eleição interna, na qual participaram 05 (cinco) candidatos, onde me sagrei vencedor. Em respeito ao regime democrático em que vivemos no país, onde a vontade da maioria prevalece sobre a minoria, tem sido uma praxe em diversos Estados da federação – e no nosso não poderia ser diferente, - a nomeação do mais votado, e assim ocorreu, à semelhança do que ocorreu também no Ministério Público Estadual à mesma época. No que tange a citada denúncia feita pelo Ministério Público Estadual junto ao Tribunal de Justiça deste Estado, por suposta utilização da Defensoria Pública durante a campanha eleitoral nos anos de 2001-2002, aproveito a oportunidade para informar e, ao mesmo tempo, divulgar que foram julgadas totalmente improcedentes, à unanimidade, pela mais alta Corte de Justiça do país, o Supremo Tribunal Federal, há mais de 05 (cinco) anos, porém, infelizmente essa notícia não mereceu destaque midiático.  No que pertine a dispensa de licitação, friso que a Lei Federal n. 8.666/93, em seu artigo 24, elenca diversas situações que a autorizam, sendo uma delas a impossibilidade de sua realização e conclusão célere, de forma que a contratação venha a perder o seu objeto. Tanto em relação aos serviços de Buffet, quanto a de produção de vídeos institucionais, existem procedimentos licitatórios em andamento desde o início deste ano, que não foram concluídos dado as inúmeras formalidades legais que se fazem necessárias. Tratam-se dos procedimentos nº 926166/2010 para contratação de Buffet e procedimento nº 67695/2011 para contratação de empresa para produção de vídeos institucionais. Portanto, dado a urgência da utilização desses serviços – dia do Defensor Público (19.05) e veiculação de programas já contratados com emissora de televisão – amparados por sólidos fundamentos exarados em pareceres técnico-jurídicos, realizamos a contratação. Vale dizer, entretanto, que precederam a tais contratações diversas cotações no mercado local, tendo tais empresas apresentado não só os melhores preços e as melhores técnicas, mas também habilitação legal para isso, tornando as suas contratações mais vantajosas para a administração pública. Cumpre também frisar mais uma vez, que a dispensa de licitação é ato amparado pela legislação que rege o tema sempre que estiverem presentes os pressupostos fáticos que a autorizem, o que ocorreu no caso presente. Somente para exemplificar, isso ocorreu na gestão anterior, quando o então Defensor Público-Geral também contratou os serviços de buffet da empresa Leila Malouf, em duas oportunidades, com dispensa de licitação, conforme procedimentos arquivados nesta Defensoria Pública, e nenhuma irregularidade foi apontada pelos Órgãos de controle. Saliento por derradeiro, que em relação ao contrato para produção de vídeos institucionais o valor global apresentado - R$ 229.000,00, - poderá ou não ser utilizado totalmente, sendo que até o presente momento nenhum pagamento foi efetuado a referida empresa. E, em relação ao contrato para serviço de Buffet, de igual forma, não foi utilizado na sua totalidade, eis que apenas houve a prestação de um único serviço – jantar – cujo valor não atingiu nem de longe a cifra de R$ 90.000,00, conforme veiculado na matéria, sendo que o valor correto é de R$ 52.333,57 (conforme cópia da nota fiscal em anexo).

Feitos tais esclarecimentos, coloco-me a disposição para quaisquer outros que se fizerem necessários, e sobretudo para fornecer cópias integrais dos procedimentos administrativos retro mencionados, a fim de comprovar o alegado.



ANDRE LUIZ PRIETO-DEFENSOR PÚBLICO-GERAL DE MT

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Deputado isenta empresa da esposa e garante legalidade nos contratos

Alline Marques
DO OLHAR DIRETO


O deputado estadual Sérgio Ricardo (PR) resolveu se pronunciar a respeito das denúncias feitas pela Organização Não Governamental Moral (ONG Moral), nas quais acusa a Defensoria Pública de gastos excessivos com o Buffet Alphaville, de propriedade da esposa do parlamentar, e da produtora Ilex Filmes, pertencente ao sobrinho do republicano.

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa garante que ambas as empresas são independentes e estão há anos no mercado prestando serviços tanto para iniciativa privada quanto para órgão públicos. Ele assegurou ainda que todos os contratos efetivados foram feitos sem irregularidades.

As denúncias foram feitas pela OBG Moral e entregues ao Ministério Público Estadual (MPE) que irá apurar os fatos e verificar se houve irregularidades, corrupção ou ainda má administração por parte do defensor-geral do Estado, André Prieto.

Confira a íntegra da nota:

Em relação às notícias publicadas sobre contratação por parte da Defensoria Pública de Mato Grosso, do Alphaville Buffet e da produtora Ilex Filmes, são necessários alguns esclarecimentos:

1- O buffet, de propriedade de minha esposa, existe há mais de 10 anos no mercado e atende diversos eventos na Capital;

2- A empresa atende eventos empresariais, particulares e também de órgãos públicos sempre que procurada, como qualquer outra de mesma atividade;

3- Todos os contratos celebrados são cumpridos sem nenhuma irregularidade;

4- Informo ainda que não participo da administração da Ilex Filmes;

5- A produtora, bem como o buffet, são empresas que atuam há tempos no mercado e que são reconhecidas pelos trabalhos que desempenham;

6- Por último afirmo que ambas são empresas idôneas, e que possuem hoje uma extensa carteira de clientes por reconhecimento da qualidade de seus serviços.

DEPUTADO SÉRGIO RICARDO





FONTE:http://paginadoenock.com.br/home/post/9346

PEDOFILIA:Quadrilha é presa por tráfico de drogas, furto e corrupção de menores

Três menores foram apreendidos e três maiores foram presos nesta manhã de sexta-feira (29) durante o cumprimento de mandado da Polícia Militar na cidade de Arcos.
Junto com a quadrilha, foram apreendidas duas pedras grandes de crack que seriam doladas (partidas) e 27 pedras fracionadas, R$318,00 e produtos furtados de uma loja de festas.

Segundo informações da PM, ao chegar no local da denúncia pela manhã, por volta das 11:00h, um menor de 17 anos saiu correndo da casa localizada na rua Álvares da Silva em sentido à Jarbas Ferreira Pires.

Na casa do menor, ele mostrou a droga que tinha enterrado no quintal, dentro de uma vasilha plástica. A PM continuou a busca pela casa e encontrou produtos com a etiqueta de uma loja de festas, dentre eles: um compressor de ar, um forno elétrico e outros produtos de procedência duvidosa.
Segundo a PM a mãe do menor informou que os produtos era do casal que reside na rua Álvares da Silva, casa de onde o filho havia saído correndo.

Na residência do casal moravam duas crianças de sete e cinco anos. Ali, a polícia encontrou drogas, dinheiro e objetos que podem ser produtos de furto. Em um quarto da casa, o militares descobriram uma mesa onde os traficantes faziam a dolagem (preparação para a venda) da droga.
As duas crianças ficaram sob a responsabilidade do Conselho Tutelar e serão entregues à avó, que reside na zona rural.
A polícia também informou que um dos menores confessou que cumpre medidas sócio educativas na cidade de Sete Lagoas por tentativa de homicídio. Ele teria que ter se apresentado na cidade no dia 27 de julho, mas se encontra foragido.

A ORGANIZAÇÃO DA QUADRILHA

Em entrevista ao Portal Arcos, Sargento Ranilson explicou que cada membro da quadrilha desenvolvia uma função. “Os menores dolavam (partiam) as pedras e vendiam. A esposa ficava com o dinheiro e uma menor buscava a droga em outra cidade. A mesma confessou à polícia que havia buscado R$500,00 em drogas no dia anterior.
Segundo informações da PM, o marido, que informou ser servente de pedreiro é o suposto controlador dos menores, apesar da esposa dizer que o chefe seria o menor de 17 anos.

Acompanhe o relato do Sargento Ranilson da Polícia Militar sobre a ocorrência:
Uma importância de R$318,00 foi entregue...
Toda casa foi vasculhada...
As pedras maiores seriam doladas e vendi...
Mesa onde os traficantes faziam a dolage...
Objetos furtados se encontravam na casa ...
Dinheiro proveniente de tráfico..