Da Redação - Alline Marques
Os dois assassinos do prefeito de Novo Santo Antônio, Valdenir Antonio da Silva (PMDB), fugiram a pé após executar o chefe do Executivo na noite de sábado (24) com três tiros, e foram visto por uma testemunha. A princípio, a polícia acredita que ambos sejam de outra cidade ou até de outro estado, já que não usaram capuz e não foram reconhecidos.
O crime ligado à agiotagem é refutado pela família, mas o delegado responsável pelo caso, Ilinei Santana Borges, informou em entrevista ao Olhar Direto que trabalha com várias frentes de investigação, não descartando também crime político devido à intensa briga na cidade.
“Ainda não sabemos quem são os suspeitos. Os familiares só viram o braço do atirador. Não descarto nenhuma possibilidade, inclusive a de crime político. A única certeza é de que não foi um crime contra o patrimônio (Roubo) já que não levaram nada. (...) Acredito que essas pessoas não eram daqui, não estavam de capuz e não foram reconhecidos e uma pessoa os viu saindo a pé”, afirmou Ilinei.
Até o momento, oito pessoas já foram ouvidas, dentre elas, os parentes do prefeito. Sobre as ameaças, o delegado contou ter sido informado de que Valdenir disse durante um evento em junho estar sendo ameaçado, mas ainda não se tem informação de quem seria os autores da intimidação.
A perícia está sendo realizada pela Politec de Barra do Garças e a autópsia foi realizada em Água Boa. Agora o delegado deverá ainda ouvir mais algumas pessoas, aguardar os laudos da polícia técnica para dar andamento às investigações.
O crime ligado à agiotagem é refutado pela família, mas o delegado responsável pelo caso, Ilinei Santana Borges, informou em entrevista ao Olhar Direto que trabalha com várias frentes de investigação, não descartando também crime político devido à intensa briga na cidade.
“Ainda não sabemos quem são os suspeitos. Os familiares só viram o braço do atirador. Não descarto nenhuma possibilidade, inclusive a de crime político. A única certeza é de que não foi um crime contra o patrimônio (Roubo) já que não levaram nada. (...) Acredito que essas pessoas não eram daqui, não estavam de capuz e não foram reconhecidos e uma pessoa os viu saindo a pé”, afirmou Ilinei.
Até o momento, oito pessoas já foram ouvidas, dentre elas, os parentes do prefeito. Sobre as ameaças, o delegado contou ter sido informado de que Valdenir disse durante um evento em junho estar sendo ameaçado, mas ainda não se tem informação de quem seria os autores da intimidação.
A perícia está sendo realizada pela Politec de Barra do Garças e a autópsia foi realizada em Água Boa. Agora o delegado deverá ainda ouvir mais algumas pessoas, aguardar os laudos da polícia técnica para dar andamento às investigações.
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