Hebert Almeida
Redação 24 Horas News
Centenas de manifestantes protestaram nesta quarta-feira, 27, em frente ao Palácio Alencastro, sede da Prefeitura de Cuiabá, no centro da cidade. Revoltados com o desfecho da privatização da Companhia de Saneamento da Capital (Sanecap) e sob as ameaças do presidente da Câmara Municipal, Júlio Pinheiro, de rever a Lei do Passe Livre, os manifestantes ameaçaram invadir a sede do Executivo e tentar uma audiência com o prefeito Francisco Galindo, mas foram contidos pela Polícia Militar.
Em determinado momento, houve tentativa de forçar a entrada, mas os policiais montaram uma espécie de cordão e afastaram os manifestantes. Eles também tomaram bateria de rojões que estavam com servidores públicos e estudantes pois se sentiam ameaçados. Prevendo insatisfação e novas revoltas, a Polícia Militar decidiu manter um grupo de policiais para guardar o prédio a pedido da Prefeitura.
O protesto foi criticado pelo Coronel Walter Silveira, que classificou os manifestantes como “arruaceiros”. Ele explicou que os manifestantes queriam entrar a força no Palácio Alencastro, colocando em risco a segurança do patrimônio público e de servidores, sem, ao menos, marcar a audiência com prefeito. Ele lembrou que os manifestantes são os mesmos que estiveram na Câmara Municipal após a aprovação do projeto polêmico.
Para a Prefeitura, o movimento não teve nenhum caráter reivindicatório, mas, apenas de manifestação e protestos.
Entre as palavras de ordem proferidas pelos manifestantes, está um suposto fim do passe livre em Cuiabá. O prefeito Chico Galindo informa, mais uma vez, que sendo o único com competência legal para propor o fim do benefício, nunca falou que o passe livre irá acabar. Novamente, Galindo reitera que manutenção do passe livre na capital está garantida.
Em nota, o prefeito Francisco Galindo insistiu que a criação da Agência de Regulação de Serviço de Água e Esgoto, que estabelece a possibilidade de promover a concessão dos serviços de Água e Esgoto, não representa uma privatização da Sanecap.
Ele diz que possibilidade é proibida pela Constituição Federal. Porém, deixou claro que a empresa deixará de ter controle público ao afirmar que todos os direitos dos servidores da Sanecap estarão garantidos em Lei, caso os serviços de água e esgoto sejam realizados por meio de concessão.
Em determinado momento, houve tentativa de forçar a entrada, mas os policiais montaram uma espécie de cordão e afastaram os manifestantes. Eles também tomaram bateria de rojões que estavam com servidores públicos e estudantes pois se sentiam ameaçados. Prevendo insatisfação e novas revoltas, a Polícia Militar decidiu manter um grupo de policiais para guardar o prédio a pedido da Prefeitura.
O protesto foi criticado pelo Coronel Walter Silveira, que classificou os manifestantes como “arruaceiros”. Ele explicou que os manifestantes queriam entrar a força no Palácio Alencastro, colocando em risco a segurança do patrimônio público e de servidores, sem, ao menos, marcar a audiência com prefeito. Ele lembrou que os manifestantes são os mesmos que estiveram na Câmara Municipal após a aprovação do projeto polêmico.
Para a Prefeitura, o movimento não teve nenhum caráter reivindicatório, mas, apenas de manifestação e protestos.
Entre as palavras de ordem proferidas pelos manifestantes, está um suposto fim do passe livre em Cuiabá. O prefeito Chico Galindo informa, mais uma vez, que sendo o único com competência legal para propor o fim do benefício, nunca falou que o passe livre irá acabar. Novamente, Galindo reitera que manutenção do passe livre na capital está garantida.
Em nota, o prefeito Francisco Galindo insistiu que a criação da Agência de Regulação de Serviço de Água e Esgoto, que estabelece a possibilidade de promover a concessão dos serviços de Água e Esgoto, não representa uma privatização da Sanecap.
Ele diz que possibilidade é proibida pela Constituição Federal. Porém, deixou claro que a empresa deixará de ter controle público ao afirmar que todos os direitos dos servidores da Sanecap estarão garantidos em Lei, caso os serviços de água e esgoto sejam realizados por meio de concessão.






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