José Trindade
Redação 24 Horas News
A Polícia tem em mãos uma denúncia grave. Será que estão esperando que aconteça o que aconteceu no Colégio Cesário Neto? A morte está anunciada. A matança está anunciada. Agora tudo depende de providências da Polícia e da SSP
Uma morte encomendada. Uma chacina à vista. A matança está programada pela segunda-feira (01/08). Um estudante denunciou há mais de 30 dias que esta sendo ameaçado de morte. Também denunciou que uma gangue vai invadir uma escola para matar alunos. Até agora, no entanto, nem a Polícia, muito menos a Secretaria de Segurança Pública (SSP), segundo a vítima tomaram qualquer tipo de providência.
O estudante foi entrevistado na manhã desta terça-feira (26) pelo repórter Oliveira Júnior da TV Record. E ao vivo ele voltou a fazer a mesma denúncia. “A gangue do Bordas - ele se referiu ao Residencial Bordas da Chapada, em Cuiabá -, vai matar eu”.
Assustado, o garoto afirmou que tanto ele, como alguns alunos e o diretor do Colégio Estadual André Luiz da Silva Reis, no bairro Consil estão sendo ameaçados de morte pela gangue do Bordas.
“Os caras da gangue andam armados, espancam as pessoas e ameaçavam matar quem se atreve a enfrentá-los. Eu registrei uma ocorrência há mais de um mês e até agora a Polícia não fez nada”, denuncia o garoto.
O pior, no entanto, foi revelado ao vivo pelo garoto muito assustado: “Nós estamos com os dias contados. A gangue marcou o dia que vai matar nós. Na segunda-feira, dia primeiro de agosto eles vão invadir o colégio para matar e eu e muita gente”.
Na semana passada, um estudante de 16 anos foi assassinado a tiros no pátio da Escola Estadual Antônio Figueiredo Cesário Neto, localizada na região central de Cuiabá. Segundo informações da Polícia Militar, os suspeitos do assassinato também seriam alunos da instituição e teriam cometido o crime por conta de uma rixa anterior com a vítima. Os dois rapazes, maiores de idade, foram presos pela polícia minutos depois do crime, nas redondezas da escola.
A vítima já cumpriu medida socioeducativa no Centro Socioeducativo do Pomeri, em Cuiabá. A escola mantém vários alunos que já passaram pelo sistema socioeducativo.






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