Flávia Borges
O clima na Câmara ficou tenso por causa da exposição negativa dos vereadores que aprovaram a mensagem sem ao menos lê-la. Agora, com a decisão de anular a concessão da Sanecap, a dupla Galindo e Júlio fica desgastada e ainda com a pecha de que tentaram uma manobra arriscada e se deram mal.
Quem está capitalizando com essa decisão é o vereador petista Lúdio Cabral que mostrou postura firme contra o projeto e se aliou aos servidores da Sanecap e à população que, de forma geral, não gostou da aprovação da mensagem pelos parlamentares.
Lúdio protocolou na última sexta (22) um mandado de segurança para tentar anular todos os atos tomados pela Mesa Diretora durante a sessão de votação do projeto que autorizou o Alencastro a licitar o sistema de água e esgoto da Capital. Segundo ele, o rito está permeado de irregularidades, que violaram a sua prerrogativa como parlamentar.
Desde que o projeto foi aprovado na Câmara, os servidores têm se manifestado. Na sessão posterior à aprovação da proposta, pelo menos 200 funcionários invadiram o prédio da Câmara para protestar. Eles pediam a abertura de uma CPI e que os vereadores assinassem um documento se comprometendo a não permitir que o projeto fosse sancionado. Embora tenham conseguido uma audiência com Pinheiro no mesmo dia, não conseguiram fazer com que o petebista mudasse de ideia.






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