A embaixadora Liberatha Mulamula e secretária executiva da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos foi recebida pelo Chefe de Estado
Fotografia: Francisco Bernardo
O Presidente da República recebeu, ontem, cumprimentos de despedida do embaixador do Mali, Farouk Camará, que, à saída, do Palácio da Cidade Alta, realçou a determinação de Angola em refazer-se da destruição de longos anos de conflito armado.
Farouk Camará disse que essa determinação é visível nas transformações positivas que se notam, todos os dias, na sociedade angolana.
"A estabilidade macroeconómica que Angola conseguiu atingir depois da guerra atrai o investimento e isso vemos com a construção de escolas, hospitais, estradas, recuperação de cidades e até mesmo construção de novas cidades", frisou. Farouk Camará referiu que regressa a Bamako com sentimento de dever cumprido e anunciou o que o espera:
"Volto ao meu país para ajudar o meu companheiro e amigo Modiko Sidibé, ex-primeiro ministro, que é candidato à presidência".
Embaixador palestiniano
Farouk Camará disse que essa determinação é visível nas transformações positivas que se notam, todos os dias, na sociedade angolana.
"A estabilidade macroeconómica que Angola conseguiu atingir depois da guerra atrai o investimento e isso vemos com a construção de escolas, hospitais, estradas, recuperação de cidades e até mesmo construção de novas cidades", frisou. Farouk Camará referiu que regressa a Bamako com sentimento de dever cumprido e anunciou o que o espera:
"Volto ao meu país para ajudar o meu companheiro e amigo Modiko Sidibé, ex-primeiro ministro, que é candidato à presidência".
Embaixador palestiniano
O Presidente José Eduardo dos Santos recebeu, a seguir, o embaixador palestiniano, Majed Wadi, com quem abordou a situação política no Médio Oriente e o plano da Autoridade Palestina de pedir o reconhecimento como Estado independente.
"Vim agradecer ao Presidente o grande apoio moral e político que Angola tem dado ao povo palestiniano. Durante o encontro falamos dos nossos planos para o futuro, designadamente da Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Setembro, em que pretendemos pedir o reconhecimento do Estado palestiniano, com base nas fronteiras definidas antes de 1967", revelou o diplomata.
A configuração das fronteiras tem sido, senão o mais, dos mais polémicos assuntos nos vários processos negociais para a resolução do conflito israelo-palestiniano.
A configuração das fronteiras pretendida pelos palestinianos, já apoiada por Washington, é a que existia antes da "guerra dos seis dias", após a qual Israel assumiu o controlo da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, pertencente à Jordânia, da Faixa de Gaza e da Península do Sinai, domínios do Egipto, e das Colinas de Golã, território sírio. O Governo israelita declarou, na semana passada, estar aberto a negociações com a Autoridade Palestiniana, a quem pediu "muita ponderação" em relação à ideia de pedir, unilateralmente, na próxima reunião magna das Nações Unidas, o reconhecimento como Estado independente.
Secretária da Comissão elogia Angola
O Presidente José Eduardo dos Santos recebeu também a secretária executiva da Comissão Inter-Regional dos Grandes Lagos. A embaixadora Liberatha Mulamula disse, aos jornalistas, ter agradecido, ao Chefe de Estado angolano, o apoio à pacificação nos Grandes Lagos.
Foi ocasião para formular um convite às autoridades angolanas para participarem numa conferência internacional sobre os Grandes Lagos, que se realiza, em Dezembro, em Kampala, Uganda”, frisou.
O calendário eleitoral dos países da região foi outro dos temas da audiência. A Zâmbia e a República Democrática do Congo mereceram atenção distinta face à eventualidade de ocorrência de casos de instabilidade nas regiões fronteiriças daqueles países.
Liberatha Mulamula elogiou Angola pelos progressos registados nos domínios da reconciliação, reconstrução nacional e democratização do país, sublinhando que tem grande interesse na presença de um representante angolano, em Dezembro, em Kampala, na Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos, para a apresentação da experiência de Angola no combate à violência contra a mulher e as crianças.
"Vim agradecer ao Presidente o grande apoio moral e político que Angola tem dado ao povo palestiniano. Durante o encontro falamos dos nossos planos para o futuro, designadamente da Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Setembro, em que pretendemos pedir o reconhecimento do Estado palestiniano, com base nas fronteiras definidas antes de 1967", revelou o diplomata.
A configuração das fronteiras tem sido, senão o mais, dos mais polémicos assuntos nos vários processos negociais para a resolução do conflito israelo-palestiniano.
A configuração das fronteiras pretendida pelos palestinianos, já apoiada por Washington, é a que existia antes da "guerra dos seis dias", após a qual Israel assumiu o controlo da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, pertencente à Jordânia, da Faixa de Gaza e da Península do Sinai, domínios do Egipto, e das Colinas de Golã, território sírio. O Governo israelita declarou, na semana passada, estar aberto a negociações com a Autoridade Palestiniana, a quem pediu "muita ponderação" em relação à ideia de pedir, unilateralmente, na próxima reunião magna das Nações Unidas, o reconhecimento como Estado independente.
Secretária da Comissão elogia Angola
O Presidente José Eduardo dos Santos recebeu também a secretária executiva da Comissão Inter-Regional dos Grandes Lagos. A embaixadora Liberatha Mulamula disse, aos jornalistas, ter agradecido, ao Chefe de Estado angolano, o apoio à pacificação nos Grandes Lagos.
Foi ocasião para formular um convite às autoridades angolanas para participarem numa conferência internacional sobre os Grandes Lagos, que se realiza, em Dezembro, em Kampala, Uganda”, frisou.
O calendário eleitoral dos países da região foi outro dos temas da audiência. A Zâmbia e a República Democrática do Congo mereceram atenção distinta face à eventualidade de ocorrência de casos de instabilidade nas regiões fronteiriças daqueles países.
Liberatha Mulamula elogiou Angola pelos progressos registados nos domínios da reconciliação, reconstrução nacional e democratização do país, sublinhando que tem grande interesse na presença de um representante angolano, em Dezembro, em Kampala, na Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos, para a apresentação da experiência de Angola no combate à violência contra a mulher e as crianças.






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