PEDOFILIA:PEDOFILIA » Flagrado ao abusar da sobrinha


Correioweb
Acusado de abusar sexualmente da sobrinha de 13 anos, um homem foi detido na manhã de ontem, em Planaltina. O suspeito de 26 anos, que mora na casa da irmã, teria tentado violentar a garota quatro vezes, a última delas antes da prisão em flagrante, de acordo com o delegado-chefe adjunto da 16ªDP (Planaltina), Robert Araújo Menezes. Os investigadores apuram também possível abuso contra outra sobrinha.
Há três meses, o homem morava com a irmã. Na rotina da casa, o acusado ficava sozinho com dois sobrinhos, após a saída da mãe das crianças para o trabalho. “Ele falta muito ao trabalho. Quando bebe, não acorda a tempo de ir, então ficava na casa”, afirmou Menezes, com base em relatos colhidos. Desde a mudança, o tio tentou manter relações sexuais com a vítima por três vezes anteriores, de acordo com o delegado.
Reincidente
Ontem, quando tio e sobrinha estavam sentados no sofá da sala, para assistir à televisão, teria ocorrido outro assédio. “Pela quarta vez, ele tentou conjunção carnal com a vítima. Sem êxito, passou a outros atos libidinosos”, disse Menezes. A menina já havia relatado os abusos anteriores ao irmão de 9 anos e a um primo de 11. Na tentativa de flagrar o assédio cometido pelo tio, os garotos se esconderam em uma caixa d’água. “Quando a garota gritou, eles entraram na casa”, relatou o delegado. Após denúncia anônima sobre o caso, agentes chegaram ao local por volta das 9h.
O homem já havia morado anteriormente na residência da irmã. Aos investigadores, a vítima relatou possíveis abusos contra uma irmã dela. “A vítima disse que ele também teria abusado, há cinco anos, de uma irmã, à época com 14. Será checado no decorrer desta semana”, adiantou Menezes. A garota de 13 anos foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para verificar vestígios dos abusos.
O suspeito nega as acusações. Segundo o delegado, o homem possui um antecedente criminal, por lesão corporal. Autuado em flagrante por estupro de vulnerável, o suspeito, caso seja condenado, pode ter a pena — de 8 a 15 anos de prisão — aumentada em 50%, por ser parente da vítima.

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