Josuel Lima era o único integrante da quadrilha que havia escapado da polícia
Foi levado para a Central de Polícia, em Maceió, no final da tarde desta terça-feira, 30, o homem que comandou o assalto que vitimou o policial sergipano Givanildo Pascoal da Silva, no dia 16 de abril deste ano dentro de um coletivo que fazia a linha Porto Calvo/Maragogi. Josuel de Lima foi apresentado pelo delegado José Carlos Sales, titular da Delegacia de Maragogi, mas que também responde pela distrital de Japaratinga.Josuel seria, segundo a polícia, o chefe da quadrilha formada por mais duas mulheres e um rapaz, identificados como Lucas Nascimento, Tatiane Aleixo da Silva e Rosilma Nascimento. Esta última companheira de Lucas. Eles teriam entrado no veículo como se fossem passageiros e, nas imediações de Japaratinga, onde ele tem residência no sítio Copaoba, anunciaram o assalto. O militar – que estava com a esposa e duas filhas menores – reagiu ao assalto e foi morto.
"Temos de tirar o chapéu para os policiais de Piranhas que efetuaram a prisão dele. Agora a quadrilha está toda presa e ele vai responder pelo crime cometido. O Josuel já tinha passagem pela polícia por homicídio em Japaratinga e agora está nas mãos da Justça", declara o delegado Sales.
Josuel foi ouvido pelo delegado Isaías, titular da delegacia do Pilar, plantonista na Central de Polícia.
Relembre o caso
O cabo PM Givanildo Pascoal da Silva era lotado na Polícia Militar de e foi morto na noite do sábado, 16 de abril de 2011 em um ônibus da linha Porto Calvo/Maragogi, após reagir a um assalto. Logo após o crime, duas mulheres e um homem foram e levados para a Delegacia Regional de Matriz do Camaragibe. O único integrante do bando que conseguiu escapar, à época, foi Josuel Lima.
De acordo com policiais civis, o militar morto morava em Porto Calvo e viajava com a família para Maragogi. Nas proximidades do lixão de Japaratinga, o bando anunciou o assalto. Os quatro integrantes portavam armas, três estavam com revólveres de calibre 38, enquanto Rosilma a pistola 7.65 que teria matado o policial. À época das prisões, as duas mulheres estavam grávidas. Rosilma sempre demonstrou frieza e disse não se arrepender do que fez.
De acordo com policiais civis, o militar morto morava em Porto Calvo e viajava com a família para Maragogi. Nas proximidades do lixão de Japaratinga, o bando anunciou o assalto. Os quatro integrantes portavam armas, três estavam com revólveres de calibre 38, enquanto Rosilma a pistola 7.65 que teria matado o policial. À época das prisões, as duas mulheres estavam grávidas. Rosilma sempre demonstrou frieza e disse não se arrepender do que fez.






0 Comments:
Postar um comentário
Para o Portal Todos Contra a Pedofilia MT não sair do ar, ativista conclama a classe política de MT
Falta de Parceiros:Falsos militantes contra abuso sexual e pedofilia sumiram, diz Ativista
contato: movimentocontrapedofiliamt@gmail.com