Ato em SP relembra pessoas desaparecidas e
ilumina catedral da Sé de rosa
ilumina catedral da Sé de rosa
Homens jogam capoeira em frente à catedral da Sé, que recebeu uma iluminação cor de rosa em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, comemorado no dia 8 de março, e para relembrar as pessoas desaparecidas
Organizado pela Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas/Mães da Sé, Movimento Mulheres de Verdade e Associação Paulista de Medicina (APM), o ato contou com a participação de cerca de mil pessoas, entre elas mais de 100 mães de desaparecidos.
A partir de hoje, luzes cor de rosa iluminarão a fachada da catedral para sensibilizar a sociedade para a questão dos desaparecidos e para homenagear as mulheres, que comemoram o Dia Internacional da Mulher em 8 de março.
Integrou o ato uma missa em homenagem a todas as mulheres que tiveram seus filhos desparecidos e uma apresentação do Coral Vozes da Catedral de São Paulo e São Gonçalo.
Segundo Ivanise Esperidião da Silva, presidente da Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas/Mães da Sé, "a Lei Federal 11.259 obriga a investigação imediata quando uma pessoa desaparece. Essa lei, no entanto, não é respeitada no Brasil".
Só na cidade de São Paulo, cerca de 1.500 pessoas desapareceram em 2009. Silva, cujo filho despareceu há 13 anos, diz que "não existe um cadastro nacional de pessoas desaparecidas, nem um trabalho de rede para localizar os desaparecidos. Se houvesse, esse índice seria menor".
Para o presidente da APM, Jorge Carlos Machado Curi, o objetivo do ato é conseguir uma mobilização concreta da sociedade para a questão dos desaparecidos. "É necessário uma ação solidária e continuada para combater essa situação", afirma.
A partir de hoje, luzes cor de rosa iluminarão a fachada da catedral para sensibilizar a sociedade para a questão dos desaparecidos e para homenagear as mulheres, que comemoram o Dia Internacional da Mulher em 8 de março.
Integrou o ato uma missa em homenagem a todas as mulheres que tiveram seus filhos desparecidos e uma apresentação do Coral Vozes da Catedral de São Paulo e São Gonçalo.
Segundo Ivanise Esperidião da Silva, presidente da Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas/Mães da Sé, "a Lei Federal 11.259 obriga a investigação imediata quando uma pessoa desaparece. Essa lei, no entanto, não é respeitada no Brasil".
Só na cidade de São Paulo, cerca de 1.500 pessoas desapareceram em 2009. Silva, cujo filho despareceu há 13 anos, diz que "não existe um cadastro nacional de pessoas desaparecidas, nem um trabalho de rede para localizar os desaparecidos. Se houvesse, esse índice seria menor".
Para o presidente da APM, Jorge Carlos Machado Curi, o objetivo do ato é conseguir uma mobilização concreta da sociedade para a questão dos desaparecidos. "É necessário uma ação solidária e continuada para combater essa situação", afirma.






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