FERNANDO DUARTE
Da Reportagem
Mesmo já definido o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) como o modal para a Copa do Mundo de 2014, foi realizada na Assembleia Legislativa uma audiência pública para discutir também o Bus Rapid Transit (BRT). O evento contou com a presença de deputados, inclusive o novato Aray Fonseca (PTB), membros do governo do Estado e de representantes da Agecopa.
Para explanar sobre os dois modais, um defensor de cada veículo discorreu sobre os temas. Em relação ao VLT, foram apresentados dados técnicos sobre a capacidade, além de declarações, em vídeo, do presidente da Assembleia, José Riva (PP), requerente da audiência, e até o governador do Estado, Silval Barbosa (PMDB).
No vídeo, ambos elogiavam o modal. A gravação foi realizada na Europa, dentro de um VLT, em uma visita que fizeram para conhecer o veículo.
Na defesa do BRT, o presidente da Associação Nacional dos Transportes Urbanos (ANTU), Otávio Vieira da Cunha Filho, disse que mais de 80 municípios do mundo utilizam o modal, que é uma invenção brasileira, iniciada em Curitiba (PR).
Ele afirmou que o país está vivendo uma “crise de mobilidade” por, entre outros pontos, aumento da renda da população, que pode adquirir veículos próprios, e falta de planejamento e investimento em infraestrutura pelo governo federal.
Anteriormente, Otávio Vieira havia dito que, em todos os países onde há VLT, são feitos subsídios governamentais. No caso da França, 78% do valor é bancado pelo Estado e o restante, pelo passageiro.
No final de agosto, o governador Silval Barbosa conseguiu junto à União a autorização para prosseguir com o projeto do VLT na capital e em Várzea Grande. Agora, espera um posicionamento da Caixa Econômica Federal (CEF), responsável por autorizar a liberação de parte do recurso para o modal, que, anteriormente, foi liberado somente para o BRT.






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