PEDOFILIA:DDM vai investigar mais um caso de estupro em São Carlos


A equipe da delegada Denise Gobbi Szakal da Delegacia de Defesa da Mulher (DD), nesta segunda-feira (5), começa investigar mais um estupro cometido contra uma adolescente de 13 anos, na noite de sexta-feira (2), em um ponto da região central de São Carlos.
ESTUPROS
Um ex-presidiário de 24 anos segue preso no Centro de Triagem (CT) e acusado do estupro de uma universitária na região leste da cidade. Ele é acusado de outros crimes contra mulheres. Neste ano a polícia registrou somente na área urbana de São Carlos 42 casos de estupros consumados. A maioria dos casos foram esclarecidos, porém outra parte ainda aguarda resultados e confrontos de laudos requisitados pela Polícia Civil. 

ADOLESCENTE
Segundo apurado, no final da noite de sexta-feira, por volta das 22h30, policiais militares foram chamados no Serviço Médico de Urgência (SMU), onde dava entrada uma adolescente de 13 anos, a qual ao passar por atendimento médico, este profissional teria constatado que a menina havia sofrido abuso sexual, segundo ele, a menina teria sido estuprada.
Em contato com os funcionários do SMU e com o médico, estes informaram que a menina teria sido encaminhada para aquele órgão de saúde, por uma vigilante de 31 anos, a qual diz ser prima da adolescente e pela mãe.

FAMILIAR E AMIGOS
A vigilante foi indagada e confirmou o parentesco com a menina, dizendo que na noite de sexta, ela teria deixado a menina na companhia de um casal de amigos, também adolescentes, em uma casa de Açaí. Ainda segundo a vigilante, ao chegar naquele local, não encontrando a prima, indagou o casal e descobriu que a adolescente teria deixado aquele estabelecimento comercial para ficar na companhia de um jovem conhecido dela, cujo mesmo a vigilante não soube relatar se seria ou não menor. Alega a mulher, que posteriormente encontrou o referido jovem que supostamente estaria com sua prima e o indagou sobre a garota, obtendo a resposta de que fazia uma hora que não mais teria visto a menina de 13 anos. A mãe da menina que também já a procurava há cerca de uma hora, informou que procurando a filha pela região central de São Carlos, teria a encontrado sentada na calçada da rua Adolfo Catani, entre a avenida São Carlos e rua Dona Alexandrina, no Jardim Macarenco, totalmente dopada.

SOCORRO
A mãe diz que a filha chorava muito e nada dizia. Desesperada e não sabendo o que teria ocorrido com a filha, a mulher diz que por conta própria não acionou a polícia e rapidamente socorreu a filha para o SMU da Santa Casa. Ela diz que após ser medicada e ser submetida a exames clínicos, tomou conhecimento que a filha havia sido estuprada.

RDO
Os médicos retiraram material para comprovação do estupro e todas as informações foram encaminhadas ao delegado Reinaldo Lopes Machado, no Plantão da Polícia Civil, cuja autoridade ainda requisitou novos exames para a comprovação da violência sexual sofrida pela menina e fez constar em Registro Digital de Ocorrência (RDO) os nomes de pessoas que tiveram contato com a adolescente que ficou em observações médicas na Santa Casa e posteriormente foi liberada para família que deverá também ser ouvida na próxima semana pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), responsável por apurar quem seria o estuprador e onde realmente teria ocorrido o crime.

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