O deputado e presidente da Assembléia Legislativa, José Geraldo Riva, não hesitou em concordar com o posicionamento do governador Silval Barbosa que impôs o prazo de 24 horas para que todos aos policiais civis em greve que retornem ao trabalho. Caso isso não aconteça, os investigadores e escrivães vão ter os salários cortados em 100% para aqueles que permanecerem em greve.
Riva que esteve engajado nas conversações, entre categoria e governo para colocar fim ao movimento paredista que perdura há mais de 60 dias, o lembrou que o Estado chegou ao seu limite, dentro do que preconiza a Lei de Responsabilidade Fiscal e das condições financeiras e orçamentárias. O deputado está convencido que o Estado não pode atender a todas as reivindicações do movimento.
“O governo está no seu limite” pontuou Riva lembrando que será impossível avançar mais nas propostas para essa categoria sem comprometer as finanças do Estado e principalmente o pagamento dos salários dos servidores.
A crise na segurança chegou a seu ápice na quinta-feira quando os policiais e escrivães em greve rejeitaram a proposta do Governo e decidiram manter a greve por tempo indeterminado. Nas negociações até aqui, o Governo aceitou conceder aumento escalonado (ano a ano) e o salário inicial chegar a R$ 3,9 mil no final de 2014, sem a garantia do INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor). Os policiais consideram que a proposta não traduz em ganhos reais.
Riva concorda coma a proposta, até então apresentada, que prevê aplicação de 4% ainda neste ano e reajuste entre classes de 1,5%. Em 2012, o aumento é de mais 10%. Em 2013 será aplicado outros 10%. Para 2014, serão dois ajustes: 20% em maio e mais 30% em novembro, passando o salário inicial de 2.365 para R$ 3,9 mil.
O deputado informou ainda que a decisão de Silval Barbosa gerou um novo impasse na categoria. Segundo ele, o presidente do sindicato dos investigadores, Cledison Gonçalvez, informou que a imposição do governador, dividiu os aptos ao movimento grevista, “50% quer voltar ao trabalho enquanto o restante quer ficar com os braços cruzados” disse Riva lamentando a situação. Gonçalvez ao informar Riva sobre o desfecho da decisão governamental, pediu a ajuda do deputado, já que como presidente da categoria não pode decidir o fim da greve sozinho.






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