De Brasília - Vinícius Tavares
O senador Pedro Simon (PMDB/RS) conclamou os jovens de todo o país a sair às ruas no próximo dia 12 de outubro, Dia da Criança e feriado pelo Dia de Nossa Senhora Aparecida, para pedir o fim da corrupção neste país. Em um discurso que durou mais de 40 minutos, ele disse na tribuna do Senado, nesta sexta-feira (7/10) que os jovens precisam sair às ruas para mostrar que um país contaminado pela corrupção tem futuro comprometido.
Pedro Simon comparou a corrupção endêmica dos dias de hoje aos tensos anos de ditadura militar e privação de liberdade de expressão vividos entre os anos 60 e 80. "Agora não há mais cães nem tanques a enfrentar. Agora basta op eco das ruas, porque o poder corrupto teme a voz rouca das ruas", disparou.
De acordo com o senador gaúcho, que tem admiração mútua com o mato-grossense Pedro Taques (PDT), a tortura de agora é chamada de analfabetismo, de dor e de fome. "A tortura é sair às ruas sem saber se vai voltar. Quem nutre a tortura do nosso tempo é a corrupção Quem embala a tortura é a falta de ética e quem a protege é a impunidade", comparou.
Dono de um discurso capaz de derrubar presidentes da república, o parlamentar peemedebista disse que vai encorajar o filho de 17 anos a assistir a este movimento que, segundo Simon, "será um grande começo para ele".
Por fim, o senador disse que o protesto também deverá atingir os membros do Supremo Tribunal Federal, local que define o futuro daqueles que cometerem crimes e que podem ser atingidos pela lei da Ficha Limpa.
"O STF vai passar por um mal pedaço também. Os índices de aprovação estão lá em baixo, um pouco melhores do que os nossos aqui do Congresso, mas está bem baixo. A juventude tem qe ir às ruas para pedir um basta à corrupção nos poderes", salientou.
Pedro Simon comparou a corrupção endêmica dos dias de hoje aos tensos anos de ditadura militar e privação de liberdade de expressão vividos entre os anos 60 e 80. "Agora não há mais cães nem tanques a enfrentar. Agora basta op eco das ruas, porque o poder corrupto teme a voz rouca das ruas", disparou.
De acordo com o senador gaúcho, que tem admiração mútua com o mato-grossense Pedro Taques (PDT), a tortura de agora é chamada de analfabetismo, de dor e de fome. "A tortura é sair às ruas sem saber se vai voltar. Quem nutre a tortura do nosso tempo é a corrupção Quem embala a tortura é a falta de ética e quem a protege é a impunidade", comparou.
Dono de um discurso capaz de derrubar presidentes da república, o parlamentar peemedebista disse que vai encorajar o filho de 17 anos a assistir a este movimento que, segundo Simon, "será um grande começo para ele".
Por fim, o senador disse que o protesto também deverá atingir os membros do Supremo Tribunal Federal, local que define o futuro daqueles que cometerem crimes e que podem ser atingidos pela lei da Ficha Limpa.
"O STF vai passar por um mal pedaço também. Os índices de aprovação estão lá em baixo, um pouco melhores do que os nossos aqui do Congresso, mas está bem baixo. A juventude tem qe ir às ruas para pedir um basta à corrupção nos poderes", salientou.






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