e Rondonópolis - Débora Siqueira
O senador Pedro Taques, presidente regional do PDT, foi o principal avalista da filiação do ex-prefeito de Rondonópolis, Adilton Sachetti, na sigla pedetista e não a deputado estadual Zeca Viana ou o presidente da sigla naquele município, Carlos Vanzelli, como avaliam algumas lideranças partidárias.
E no tabuleiro da política mato-grossense, a 'mexida' de Taques é muito importante para o hoje esquálido PDT. Diante do esvaziamento do partido em Cuiabá e em outras principais cidades de Mato Grosso, o senador percebeu que precisava de um candidato em potencial para a sigla e incentivou e estimulou a filiação de Sachetti.
Dos cinco prefeitos eleitos pelo partido, segundo fontes do próprio PDT, apenas um permaneceu: a prefeita de Alta Floresta, Maria Izaura. Dos 76 vereadores do PDT, quase metade estariam abandonando ou podem deixar a legenda para ingressar, em grande parte, no PSD.
Provocado pelo Olhar Direto sobre uma eventual candidatura a prefeito em Rondonópolis, Sachatti tergiversou a afirma ser apenas um soldado do partido. Contudo, é um soldado que pode fazer um estrago nas pretensões do PPS, que sonha em conquistar a Prefeitura de Rondonópolis.
Diplomático, o senador Pedro Taques defende uma pesquisa para definir o melhor nome dentro do arco de aliança Mato Grosso Muito Mais, englobando PPS, PDT, PV e PSB, pensando no fortalecimento da sigla.
O deputado estadual Percival Muniz (PPS) diz que não teme uma pesquisa, caso aponte a preferência por Sachetti, como as enquetes realizadas por sites de notícias revelando a preferência do eleitorado pelo ex-prefeito Adilton Sachetti. “Porque tenho que ser negativo?”, questionou e botando fé no seu potencial para superar o possível adversário dentro da aliança.
Questionado se não se sente traído com a possível pré-candidatura do PDT, o deputado estadual diz que faz parte do jogo político. Mas faz um alerta: “A política também tem traição, mas abomina os traidores”.
Caso receba uma puxada de tapete, já que o PPS esperava apoio das lideranças do Movimento Mato Grosso Muito Mais, como o empresário Mauro Mendes (PSB), o deputado federal Valtenir Pereira (PSB) e o senador Pedro Taques (PDT), Muniz admite que sua reação diante dos fatos é proporcional ao tempo de TV que teria se ficasse isolado.
“O PPS tem tempo muito reduzido", lembra. Sem uma aliança consistente, o pepesista só teria tempo para dizer o nome, sem mostrar o trabalho que teve à frente do município entre os anos de 1998 e 2004.
Esvaziamento
No PPS, dos oito prefeitos, apenas dois permaneceram. São eles Percival Cardoso, de Tabaporã; e Marino Franz, de Lucas do Rio Verde. As duas agremiações da aliança Mato Grosso Muito Mais, depois do PSDB e DEM, são os grandes perdedores nos quadros de lideranças para o PSD.
Os 30 maiores municípios de Mato Grosso detêm 76% do eleitorado. Conquistar a terceira maior cidade do estado, que é Rondonópolis, será fundamental tanto para dar fôlego tanto ao PPS quanto ao PDT. Agora resta saber quem será o primeiro a pegar e não largar o osso.
E no tabuleiro da política mato-grossense, a 'mexida' de Taques é muito importante para o hoje esquálido PDT. Diante do esvaziamento do partido em Cuiabá e em outras principais cidades de Mato Grosso, o senador percebeu que precisava de um candidato em potencial para a sigla e incentivou e estimulou a filiação de Sachetti.
Dos cinco prefeitos eleitos pelo partido, segundo fontes do próprio PDT, apenas um permaneceu: a prefeita de Alta Floresta, Maria Izaura. Dos 76 vereadores do PDT, quase metade estariam abandonando ou podem deixar a legenda para ingressar, em grande parte, no PSD.
Provocado pelo Olhar Direto sobre uma eventual candidatura a prefeito em Rondonópolis, Sachatti tergiversou a afirma ser apenas um soldado do partido. Contudo, é um soldado que pode fazer um estrago nas pretensões do PPS, que sonha em conquistar a Prefeitura de Rondonópolis.
Diplomático, o senador Pedro Taques defende uma pesquisa para definir o melhor nome dentro do arco de aliança Mato Grosso Muito Mais, englobando PPS, PDT, PV e PSB, pensando no fortalecimento da sigla.
O deputado estadual Percival Muniz (PPS) diz que não teme uma pesquisa, caso aponte a preferência por Sachetti, como as enquetes realizadas por sites de notícias revelando a preferência do eleitorado pelo ex-prefeito Adilton Sachetti. “Porque tenho que ser negativo?”, questionou e botando fé no seu potencial para superar o possível adversário dentro da aliança.
Questionado se não se sente traído com a possível pré-candidatura do PDT, o deputado estadual diz que faz parte do jogo político. Mas faz um alerta: “A política também tem traição, mas abomina os traidores”.
Caso receba uma puxada de tapete, já que o PPS esperava apoio das lideranças do Movimento Mato Grosso Muito Mais, como o empresário Mauro Mendes (PSB), o deputado federal Valtenir Pereira (PSB) e o senador Pedro Taques (PDT), Muniz admite que sua reação diante dos fatos é proporcional ao tempo de TV que teria se ficasse isolado.
“O PPS tem tempo muito reduzido", lembra. Sem uma aliança consistente, o pepesista só teria tempo para dizer o nome, sem mostrar o trabalho que teve à frente do município entre os anos de 1998 e 2004.
Esvaziamento
No PPS, dos oito prefeitos, apenas dois permaneceram. São eles Percival Cardoso, de Tabaporã; e Marino Franz, de Lucas do Rio Verde. As duas agremiações da aliança Mato Grosso Muito Mais, depois do PSDB e DEM, são os grandes perdedores nos quadros de lideranças para o PSD.
Os 30 maiores municípios de Mato Grosso detêm 76% do eleitorado. Conquistar a terceira maior cidade do estado, que é Rondonópolis, será fundamental tanto para dar fôlego tanto ao PPS quanto ao PDT. Agora resta saber quem será o primeiro a pegar e não largar o osso.






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