Combate a Exploração Sexual:Prisão de dupla em Cuiabá pode desvendar crimes por vingança









Policiais militares do 3º Batalhão prenderam, no começo da tarde desta quintra-feira (17), Carlos Eduardo de Oliveira, de 20 anos, e Valdeir Neves Pereira, o “Deí”, de 18, que confessou ter atirado contra duas pessoas, no dia 3 de maio, no bairro Bela Vista, na periferia de Cuiabá.



Na ocasião, Reginaldo Soares de Amorim, de 36 anos, foi baleado e morreu dias depois.



A menina Ialle Ieda de Souza Lopes, de 8 anos, que estava perto, foi atingida no tórax por uma bala perdida, quando comprava um “baguncinha” (sanduíche de hambúrger), num quiosque de lanches do bairro.



No caso de assassinato seguido de tentativa, Valdeir confessou ter feito os disparos. A motocicleta na qual ele estava era pilotava por um jovem conhecido apenas como Jonathan, que está foragido.



Carlos e Valdeir foram presos no bairro 1º de Março, numa motocicleta roubada. Valdeir estava com um revólver calibre 38 com numeração raspada. Os PMs suspeitam que o revólver seja a arma do crime.



Valdeir disse que o alvo era Reginaldo e o executou para vingar a morte do irmão, Weygan Neves Amorim, de 27 anos, assassinado a tiros, no dia 17 de março de 2011, no bairro Campo Verde, em Cuiabá. “Foi para vingar (a morte do meu irmão). Não mais do que isso”, disse, na delegacia.



Weygan foi morto por dois rapazes, quando conversava com um amigo. Ele havia acabado de sair da Cadeia e foi executado. Desde então, Valdeir jurou vingança.



A briga teve mais um assassinato. Uma semana após a execução de Weygan, Gilberto da Costa de Jesus, de 30, foi assassinado com um tiro no tórax. Ele conversava com dois amigos, em frente a uma casa, na Rua Formosa.



Testemunhas disseram que dois ocupantes de uma motocicleta se aproximaram e o que estava na garupa atirou, atingindo Gilberto. A vítima morreu no local.



Uma das hipóteses, levantada pelos policiais, é que Gilberto tenha sido morto por engano.



No momento em que foi baleado, ele estava em companhia de um rapaz, principal suspeito de ter executado Weygan. “Seria vingança da morte do amigo”, explicou um policial.

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