Redação
A morte da garota Maiana Mariano Vilela, 16 anos, custou R$ 5 mil para o namorado dela, o empresário Rogério Silva Amorim, 38 anos. Maiana estava desaparecida desde o dia 21 de dezembro e o crime foi desvendado apenas nesta sexta-feira, quando policiais prenderam os suspeitos e localizaram o corpo dela, na região da Ponte de Ferro.
O valor, foi dividido entre os dois executores da garota, Paulo Ferreira e Carlos Alexandre Nunes da Silva. Eles confessaram o assassinato e revelaram a "trama" arquitetada pelo empresário e sua esposa, Calisangela Moraes, para matarem Maiana.
Segundo a polícia, o empresário havia criado uma outra siatuação, dias antes, para matar a adolescente. Paulo e Carlos foram a casa da garota, no bairro CPA 4, sob argumento de fazer um orçamento.
Chegando a residência, os dois encontraram Maiana sozinha na casa, que os tratou muito bem e, por isso, não tiveram coragem de matá-la. No momento em que estavam na casa, uma pessoa telefonou para a jovem e esse seria outro motivo de terem adiado o assassinato.
Com este atraso, uma nova situação foi armada pelo empresário e sua esposa para se desfazerem da garota. Maiana foi atraída para o local do crime, uma chácara na região do Altos da Glória. Ela iria levar o dinheiro sacado na agência do Banco Itaú do CPA para um caseiro de uma chácara a pedido de Rogério. Todavia, quem recebeu a garota foi Paulo, que a matou porr asfixia.
Após o assassinato, o corpo da jovem foi levado a empresa de Rogério, que não quis vê-lo. Em seguida, Paulo e Alexandre encaminharam o cadáver da menor a Ponte de Ferro, onde foi enterrado.
Motivação
A Polícia trabalha com a tese de que Maiana foi assassinada por conta de chantagem que estaria praticando contra o empresário. A garota estaria pressionando o namorado por um apartamento, que ele prometeu a ela.
Porém, não está descartado que ciúmes da esposa de Rogério possa ter motivado o assassinato.






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