Pedofilia:Travesti é suspeita de tráfico de pessoas e exploração sexual no Pará

Indiciada foi transferida para o estado nesta quinta-feira (3).
Denúncia foi feita por aliciado que conseguiu fugir em setembro de 2011.

Do Gay1 Brasil, com informações e vídeo da TV Liberal

Foi transferida para Belém (PA), nesta quinta-feira (3), a travesti de 30 anos, conhecida como Erika. Ela está sendo indiciada por tráfico de pessoas para exploração sexual e estava presa em Anápolis (GO). A denúncia da rede de tráfico foi feita por uma adolescente travesti paraense que conseguiu fugir dos aliciadores.

A adolescente teria sido aliciada e levada para Goiás em setembro do ano passado, mas conseguiu fugir após dez dias. "Recebemos denúncia através do conselho tutelar de que um jovem teria conseguido fugir da casa da exploradora, no caso, essa pessoa que está presa aqui, e estaria tentando voltar para Belém", conta a delegada que investiga o caso no Pará, Cristiane Lobato.

Erika estava presa em Goiás, mas como a prisão preventiva já havia sido decretada no Pará, ela foi transferida nesta quinta-feira (3). A acusação é de rufianismo, ou seja, tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, mas a indiciada nega as acusações. "Tudo eu nego. Isso ai tudo é mentira!", garantiu.

A rota de tráfico de jovens travestis e transexuais de Belém para outros estados está sendo investigada pela polícia paraense e acompanhada pelo Conselho Tutelar. Em cerca de dez dias na casa da exploradora, a adolescente travesti paraense acumulou uma dívida de mais de R$ 5 mil.

"Ela chegou devendo a passagem, que custou mil reais, e mais um implante clandestino de silicone. Ela foi colocada na hora, não teve descanso, e a noite já está em situação de prostituição. Nesses dez dias lá, ele entregou à aliciadora aproximadamente R$ 5 mil reais", explica o conselheiro tutelar Fernando Sampaio.

A Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos do Pará explica porque é difícil prender os aliciadores. "Medo, com certeza, das redes aliciadoras que são muito fortes e são bem organizadas, muito mais organizadas que o Estado e todo mundo que está neste enfrentamento", defende Murilo Sales.

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