Senador antecipa que vai defender no PDT a manutenção do Movimento Mato Grosso Muito Mais, e descarta disputa por vaga de vice de Mendes com o PMDB e o PR
KLEBER LIMA
O senador Pedro Taques vai defender durante reunião ampliada do PDT na próxima quinta-feira (14) em Cuiabá que o partido fique de fora da coligação que está sendo costurada por Mauro Mendes (PSB) com o PMDB e o PR. Para Taques, aliar-se aos partidos contra os quais disputou as eleições de 2010 seria uma incoerência.
“Não estou preocupado com nomes nesse momento. Isso não é prioridade. Temos que compor chapa com coerência”, afirmou Taques, ao ser indagado se o PDT iria concorrer à vaga de vice de Mauro Mendes (PSB), já que as retiradas das pré-candidaturas de Francisco Vuolo (PR) e João Dorileo Leal (PMDB) a prefeito de Cuiabá foram justificadas na postulação de membros desses partidos para ocupar a vaga.
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“Eu defendo que nós possamos manter a coerência. Vamos discutir isso na quinta”, afirmou.
Taques negou que expressões utilizadas por ele durante um pronunciamento no Senado, nesta segunda, tenham sido direcionadas a Mauro Mendes. Durante seu pronunciamento, Taques afirmou que com o início das convenções, iniciam-se também a temporadas “das traições e facadas nas costas”. “Eu estava falando genericamente”, esclareceu.
Nos bastidores, porém, acredita-se que as articulações que resultaram nas retiradas das duas candidaturas, são atribuídas a Mauro Mendes, visam amarrar Mauro Mendes a uma candidatura a governador em 2014, vaga pretendida por Taques.
REPERTÓRIO
Durante reunião entre Mauro Mendes e a Executiva do PDT de Cuiabá nesta segunda, em Cuiabá, o empresário do PSB já antecipou parte do seu repertório para justificar a atração dos partidos da base de sustentação do governo do Estado.
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, Mauro chegou a defender o fim do Movimento Mato Grosso Muito Mais, justificando que os tempos são outros.
“O PDT entende que o movimento tem que ser mantido”, contestou Taques, alegando que só poderá falar mais aprofundadamente sobre a situação depois da reunião que o partido terá na próxima quinta. “Hoje estou focado aqui no Senado, amanhã vamos ouvir o governador Marconi Perillo (PSDB-GO)”, afirmou.






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