Da Redação - Renê Dióz
Foto: Reprodução/RDNews
O vereador Francisco Vuolo voltou atrás em sua ideia de candidatura para prefeito de Cuiabá pelo PR. A decisão foi forçada diante da evidente preferência, dentro da agremiação, por uma aliança envolvendo o ex-secretário de Estado João Malheiros como candidato a vice-prefeito do empresário Mauro Mendes (PSB).
À reportagem Vuolo explicou que a candidatura própria do PR, definida há cerca de quatro meses, após pesquisa interna de intenções de voto que favoreceu seu nome, deixou de ser uma prioridade dentro da sigla.
A situação ficou mais clara depois que Malheiros, convidado para compor chapa encabeçada por Mendes, repentinamente anunciou sua saída do staff do governo do Estado na semana passada para se desincompatibilizar com vistas ao pleito.
“É necessário que haja unidade. Se o PR de fato quisesse a candidatura própria, não teria permitido essa propositura. Estou liberando o PR para tomar e conduzir o processo”, anunciou Vuolo nesta segunda-feira (11).
O vereador nega ter restado algum tipo de mágoa por sua retirada do processo interno no PR, mas não deixa de demonstrar que não concorda com a maneira como tudo aconteceu, de súbito, dentro do partido.
“Sem mágoa. Isso faz parte da política. A forma como aconteceu não foi a que eu aprendi com meu pai [o senador Vicente Vuolo, morto em 2001], mas tudo bem”, criticou.
Na semana passada, antes de Vuolo “jogar a toalha”, vereadores do PR em Cuiabá como Misael Galvão e Chico 2000, já manifestavam indignação com a atitude de Malheiros de se lançar pré-candidato meses após o partido praticamente sacramentar o nome de Vuolo.
Depois do próprio Vuolo apontar, demonstrando estar contrariado, que Malheiros havia sido convidado para se candidatar a vice-prefeito por um partido não revelado até então, Chico 2000 saiu em defesa do colega denunciando existir ainda uma "política de coronel" dentro do PR.
Embora Vuolo evite usar o termo "desistência", o discurso é claro, considerando-se a influência que Malheiros demonstra deter dentro da sigla. Contudo, oficialmente a situação do partido na eleição municipal ainda está indefinida, tanto que estão suspensas reuniões com outras siglas até quarta-feira (13), quando um encontro dos republicanos deve consolidar a nova estratégia para o pleito em Cuiabá.
Atualizada às 16h
À reportagem Vuolo explicou que a candidatura própria do PR, definida há cerca de quatro meses, após pesquisa interna de intenções de voto que favoreceu seu nome, deixou de ser uma prioridade dentro da sigla.
A situação ficou mais clara depois que Malheiros, convidado para compor chapa encabeçada por Mendes, repentinamente anunciou sua saída do staff do governo do Estado na semana passada para se desincompatibilizar com vistas ao pleito.
“É necessário que haja unidade. Se o PR de fato quisesse a candidatura própria, não teria permitido essa propositura. Estou liberando o PR para tomar e conduzir o processo”, anunciou Vuolo nesta segunda-feira (11).
O vereador nega ter restado algum tipo de mágoa por sua retirada do processo interno no PR, mas não deixa de demonstrar que não concorda com a maneira como tudo aconteceu, de súbito, dentro do partido.
“Sem mágoa. Isso faz parte da política. A forma como aconteceu não foi a que eu aprendi com meu pai [o senador Vicente Vuolo, morto em 2001], mas tudo bem”, criticou.
Na semana passada, antes de Vuolo “jogar a toalha”, vereadores do PR em Cuiabá como Misael Galvão e Chico 2000, já manifestavam indignação com a atitude de Malheiros de se lançar pré-candidato meses após o partido praticamente sacramentar o nome de Vuolo.
Depois do próprio Vuolo apontar, demonstrando estar contrariado, que Malheiros havia sido convidado para se candidatar a vice-prefeito por um partido não revelado até então, Chico 2000 saiu em defesa do colega denunciando existir ainda uma "política de coronel" dentro do PR.
Embora Vuolo evite usar o termo "desistência", o discurso é claro, considerando-se a influência que Malheiros demonstra deter dentro da sigla. Contudo, oficialmente a situação do partido na eleição municipal ainda está indefinida, tanto que estão suspensas reuniões com outras siglas até quarta-feira (13), quando um encontro dos republicanos deve consolidar a nova estratégia para o pleito em Cuiabá.
Atualizada às 16h
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