É o que estão fazendo agora com o empresário Wilson Grafite, o mais recente a pular fora do barco “campista”
Oligarquia comanda com mão de ferro o Dem em Mato Grosso e, principalmente, em Várzea Grande, berço da família Campos, outrora o clã mais poderoso da política estadual, mas que vem perdendo terreno em seu próprio feudo
Análise política da Redação do Página Única
Os Campos travam na eleição municipal de Várzea Grande uma luta que representa a própria sobrevivência do grupo na política estadual, ainda que sem o poderio e força que mantinha até há alguns anos e quando o clã era sinônimo de poder quase hegemônico.
Com esse objetivo, dando uma cartada de alto risco, a oligarquia lançou como candidata Lucimar Sacre de Campos, que vem a ser esposa do senador Jaime Campos, principal líder do grupo, na cidade e no Estado.
Para o clã, a derrota de Lucimar - que, aliás, vem liderando, por enquanto, as pesquisas de intenção de votos – é impensável, pois além daquele município, terá, inevitavelmente, repercussões mais abrangentes, com potencial de se estender por todo o território estadual. Fato que, obviamente, pode dificultar, mais adiante, em 2014, outros projetos eleitorais do Dem em Mato Grosso.
Além da prioridade que ora a cúpula estadual do Dem trata a eleição em Várzea Grande, outra característica do grupo e a de procurar desacreditar lideranças que pulam fora do barco pilotado pelo senador Jaime Campos e tendo como co-piloto o seu irmão Júlio Campos, deputado federal. Os dois manos, por sinal, mantém uma disputa interna "surda" - rivalidade que desaparece quando se trata de enfrentar adversários externos e, sobretudo, dissidentes do grupo.
Um exemplo dessa “queimação”, e que encontra espaço na mídia local, e a que agora os Campos, unidos, fazem com o empresário Wilson Gafite, até então visto, pelos olhos dos líderes do grupo, com um “quadro valoroso”, e que passou a ser tratado como inexpressivo, descartável, a partir do momento, é claro, que anunciou a sua desfiliação do DEM.
Análise política da Redação do Página Única
Os Campos travam na eleição municipal de Várzea Grande uma luta que representa a própria sobrevivência do grupo na política estadual, ainda que sem o poderio e força que mantinha até há alguns anos e quando o clã era sinônimo de poder quase hegemônico.
Com esse objetivo, dando uma cartada de alto risco, a oligarquia lançou como candidata Lucimar Sacre de Campos, que vem a ser esposa do senador Jaime Campos, principal líder do grupo, na cidade e no Estado.
Para o clã, a derrota de Lucimar - que, aliás, vem liderando, por enquanto, as pesquisas de intenção de votos – é impensável, pois além daquele município, terá, inevitavelmente, repercussões mais abrangentes, com potencial de se estender por todo o território estadual. Fato que, obviamente, pode dificultar, mais adiante, em 2014, outros projetos eleitorais do Dem em Mato Grosso.
Além da prioridade que ora a cúpula estadual do Dem trata a eleição em Várzea Grande, outra característica do grupo e a de procurar desacreditar lideranças que pulam fora do barco pilotado pelo senador Jaime Campos e tendo como co-piloto o seu irmão Júlio Campos, deputado federal. Os dois manos, por sinal, mantém uma disputa interna "surda" - rivalidade que desaparece quando se trata de enfrentar adversários externos e, sobretudo, dissidentes do grupo.
Um exemplo dessa “queimação”, e que encontra espaço na mídia local, e a que agora os Campos, unidos, fazem com o empresário Wilson Gafite, até então visto, pelos olhos dos líderes do grupo, com um “quadro valoroso”, e que passou a ser tratado como inexpressivo, descartável, a partir do momento, é claro, que anunciou a sua desfiliação do DEM.






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