Francisco Borges
O partido dos Democratas (DEM) sofreu uma debandada em sua primeira crise, quando 13 integrantes da executiva municipal do DEM solicitaram desfiliação do partido. A crise foi gerada dentro da cúpula por não aceitar apoiar a candidatura da ex-primeira-dama de Várzea Grande, Lucimar Campos imposta pelo seu marido senador Jaime Campos, ambos Democratas, para prefeita da cidade industrial.
Vice-presidente do diretório do DEM em Várzea Grande o empresário, Wilson Oliveira, o Wilson da Graffite, e outros 12 membros da Executiva municipal da legenda, entre eles 3 candidatos a vereador, pediram desfiliação. Segundo Grafite, o motivo foi a falta de democracia no partido por não aceitar a imposição de Lucimar Campos como candidata do partido ao paço Couto Magalhães.
"Eu merecia mais respeito e, infelizmente, o DEM está fazendo a mesma linha política há 30 anos", assinalou ao considerar que no DEM existe um "reinado da família Campos onde só os membros têm voz".
A sigla do DEM, que conseguiu eleger quatro vereadores em Várzea Grande, perdeu o prestígio e agora terá apenas um representante na Câmara Municipal. Isso porque três parlamentares migraram para o PSD e apenas Baiano Pereira, que atualmente ocupa a Secretaria Municipal de Esportes, permaneceu na legenda.






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