A ditadura de Jayme Campos faz DEM vivenciar a primeira crise e 13 membros do diretório deixam sigla por não apoiar Lucimar


OD
A candidatura da ex-primeira-dama de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos(DEM), começa a viver a primeira crise. Nesta quinta-feira à tarde, 13 integrantes da executiva municipal do DEM na "cidade industrial", sendo três candidatos a vereador, solicitaram desfiliação do partido por não aceitar apoiar a candidatura da esposa do senador Jaime Campos (DEM).

Entre as lideranças que deixaram o democratas, está o empresário Wilson de Oliveira (DEM), vice-presidente do diretório municipal. Wilson é dono da rede de papelaria Grafitte e acumulou fortuna vendendo produtos para orgãos públicos, principalmente a prefeitura de Várzea Grande nos três mandatos - 16 anos - de Jaime Campos.

Ao justificar a saída, "Wilson Grafite" argumentou que deixou o DEM por não aceitar a imposição de Lucimar Campos como candidata do partido ao paço Couto Magalhães. Ele era um dos pré-candidatos da legenda a prefeitura, mas foi patrolado após Jaime Campos decidir lançar a esposa na reta final das convenções.

"Eu merecia mais respeito e, infelizmente, o DEM está fazendo a mesma linha política há 30 anos", assinalou, ao considerar que no DEM existe um "reinado da família Campos onde só os membros têm voz".

Embora garanta que não apoiará nenhum outro nome a prefeitura, o empresário deve apoiar a candidatura a reeleição do prefeito Sebastião dos Reis Gonçalves, o "Tião da Zaeli". Inclusive, "Wilson Grafitte" deve ingressar no PSD com o aval do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual José Riva (PSD).

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