Francisco Borges com Assessoria
Agentes comunitários de saúde da capital decidiram apoiar a candidatura, para prefeito de Cuiabá, de Mauro Mendes (PSB). A manifestação de apoio ocorreu na noite de terça-feira (17), quando Mauro se reuniu com a presidente da Associação de Agentes Comunitários de Saúde e Endemias de Mato Grosso, Dinorá Magalhães, e outros representantes da categoria que tem sido exposta a riscos e vem sendo mal remunerada.
Em Cuiabá, existem 710 agentes comunitários de saúde e combates a endemias. O Governo Federal banca recursos suficientes para pagar a cada um o salário-base de R$ 871, mas o município só repassa individualmente cerca de R$ 750 desse valor. Mauro se comprometeu que irá, se eleito, reconhecer a estabilidade retroativa dos agentes desde a nomeação de cada profissional, o que não foi feito pela prefeitura; assegurou pagar integralmente o salário repassado pelo Governo Federal.
Em Cuiabá, existem 710 agentes comunitários de saúde e combates a endemias. O Governo Federal banca recursos suficientes para pagar a cada um o salário-base de R$ 871, mas o município só repassa individualmente cerca de R$ 750 desse valor. Mauro se comprometeu que irá, se eleito, reconhecer a estabilidade retroativa dos agentes desde a nomeação de cada profissional, o que não foi feito pela prefeitura; assegurou pagar integralmente o salário repassado pelo Governo Federal.
Também garantiu efetivar quem participou dos processos seletivos de 2006 a 2010, pagar adicional extra de final de ano e criar um Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS).
As reivindicações dos agentes foram apresentadas depois da morte de dois profissionais, um por meningite e outro por pneumonia, o que levou o Ministério Público a instaurar procedimento para investigar a situação dos trabalhadores.
As reivindicações dos agentes foram apresentadas depois da morte de dois profissionais, um por meningite e outro por pneumonia, o que levou o Ministério Público a instaurar procedimento para investigar a situação dos trabalhadores.
Como o salário já é baixo, segundo Dinorá, muitos profissionais acabam trabalhando sem condições físicas e até mesmo doentes para garantir R$ 70 a mais - a título de adicional de insalubridade. “Eu mesmo já fiquei exposta a várias doenças porque não estava bem, mas não poderia parar de trabalhar por um único dia e perder esse dinheiro, que faz falta para todos nós”. Além de representantes da Associação participou também do encontro o deputado federal Valtenir Pereira (PSB), um antigo apoiador da categoria.






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