Mendes diz que mantém estratégia e "confia em Deus"

Candidato do PSB acredita que não vai enfrentar a máquina pública em sua 3ª disputa

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Mendes, que já perdeu duas eleições, em visita ao Mercado do Porto, posa com um peixeiro
LAÍSE LUCATELLI
DA REDAÇÃO
Apesar de já ter perdido duas eleições seguidas, uma para prefeito de Cuiabá (2008) e outra para governador de Mato Grosso (2010), o candidato do PSB à Prefeitura, Mauro Mendes, disse que vai manter a mesma tática das últimas campanhas.

“Minha estratégia é a mesma: vou colocar Deus na frente e trabalhar muito, como das outras vezes”, afirmou o candidato, em entrevista ao MidiaNews.

“Embora eu não tenha ganhado as eleições anteriores, acumulei vitórias políticas. Antes, eu era um ilustre desconhecido”, observou Mendes.

Ele ponderou ainda que, dessa vez, o cenário é outro. Pela primeira vez, o empresário entra em uma corrida eleitoral como favorito.

“Essa eleição não será mais fácil do que as outras, mas será diferente. Nada na minha vida foi fácil e eu não espero facilidade. Mas, agora, tenho a maioria nas pesquisas e não estou enfrentando nenhuma máquina”, analisou.

Em sua primeira disputa eleitoral, Mendes concorreu com o então prefeito Wilson Santos (PSDB), que conseguiu se reeleger.

Na segunda, ele enfrentou o então governador Silval Barbosa (PMDB), que tinha o apoio de seu antecessor, Blairo Maggi (PR), e acabou se elegendo no primeiro turno.

Desta vez, o partido do prefeito Chico Galindo, o PTB, aparentemente, está neutro, apesar de o petebista ter declarado apoio ao candidato Guilherme Maluf (PSDB), na condição “de cidadão”.

O governador, por sua vez, apoia a candidatura de Lúdio Cabral (PT), que tem como vice o advogado Francisco Faiad (PMDB).

“Não há máquina municipal nessa eleição e acredito que também não haverá a estadual. Acredito que o governador vai respeitar os limites da legalidade”, disse o empresário.

Campanha

Mauro Mendes se disse favorável ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pela coligação do adversário Guilherme Maluf (PSDB), que visa a restringir o abuso na campanha.

“Sou favorável que nessa campanha não tenha exagero e haja respeito ao cidadão. Sou contra carreata, por exemplo. E, mesmo que não seja proibido, nós não faremos”, afirmou o socialista.

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