Na Índia, para onde viajou com a irmã, Ludmila foi recebida pelo dono da agência para a qual trabalharia, a K Models, e instalada em um apartamento mobiliado, mas sem água e sujo, em um bairro de prostituição. De acordo com a modelo, nos dois meses que passou na Índia, trabalhou muito e mal teve tempo para comer. Metade do dinheiro recebido por ela e pela irmã - cerca de 6 mil dólares - foi usado para pagar dívidas da viagem. Conforme o contrato assinado por ela, 40% do dinheiro ganho seriam do agenciador indiano, 10% da agência brasileira e 50% de Ludmila.
Ludmila afirmou ainda que o agenciador indiano nunca tentou fazer sexo à força com ela, apesar de ter se insinuado, principalmente no período em que ela se recuperava de uma torção no pé. O indiano, segundo ela, era alcoólatra e, muitas vezes, descontrolado. "Ele já ergueu a mão para me bater", relatou.
A jovem foi resgatada pelo consulado brasileiro na Índia. "Eu não tinha noção de que poderia ser uma farsa, uma fantasia. A gente vai com a consciência de que podem acontecer coisas, mas não pensa que pode de fato", disse.






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