Redação Já está sob análise da promotora de Justiça Ana Cristina Bardusco o inquérito concluído pela Delegacia Fazendária (Defaz) que culminou no indiciamento de 30 pessoas acusadas de terem se beneficiado do desvio de R$ 16,9 milhões da Conta Única do governo do Estado. Após avaliar as informações levantadas pela Polícia Civil, a promotora decidirá se irá ingressar ou não com ação contra todos os indiciados. Segundo a assessoria do MP, o relatório encaminhado pela Defaz foi recebido ontem por Bardusco, que responde pela 14ª Promotoria Criminal Especializada na Defesa da Administração Pública e Ordem Tributária. Ela preferiu não se manifestar sobre o assunto por enquanto. Responsável pelas investigações na esfera cível, o promotor do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, Roberto Aparecido Turin, informou que ainda não recebeu o relatório. Salientou, no entanto, que o Ministério Público já instaurou inquérito para averiguar os fatos e que o trabalho está sendo feito em conjunto com o Tribunal de Contas do Estado (TCE). “Trata-se de uma investigação mais complexa, que exige levantamento patrimonial, bancário, fiscal, comprovação de origem e movimentação de dinheiro. Não basta saber que saiu tantos milhões da Conta Única. É preciso saber para onde eles foram, como chegaram ao destino final e quem foram os beneficiários”. Segundo ele, já é possível constatar, contudo, que existiam vários esquemas para desviar os recursos do cofre do Estado. “Não é só um. O da Unemat, por exemplo, é um dos esquemas. Criava-se laranjas, um documento falso dizendo que aquelas pessoas tinham algo para receber ou criava-se um valor maior, aí o dinheiro era tirado da conta do Estado e repassado para essas pessoas”. Entre os acusados pelo rombo estão a ex-coordenadora da Conta Única, Magda Mara Curvo Muniz, a ex-secretária-adjunta do Tesouro Estadual, Avaneth Almeida das Neves, além de ex-servidores da Secretaria de Estado de Fazenda e “laranjas”. |






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