Edilson Almeida e Rubens de Souza
Redação 24 Horas News
Jayme Campos, senador da República, de um lado, José Riva, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, de outro, estão disputando intensamente a filiação do comunicador Roberto França, deputado estadual por cinco mandatos, deputado federal e prefeito de Cuiabá por dois mandatos. O interesse na filiação do ex-diretor de Comunicação e Marketing da extinta Agência Estadual de Execução de Projetos da Copa do Mundo FIFA 2014 se deve a um único aspecto: a candidatura de França a prefeito de Cuiabá em 2012.
França deve optar entre PSD e DEM até sexta-feira, dia 7, ultimo prazo para filiação partidária para quem deseja ser candidato nas eleições do ano que vem. E não será uma decisão fácil. Em que pese todos se tratarem como possíveis candidatos – e até, em retórica, “jogar” para o ano que vem a discussão sobre candidaturas – o fato é que o processo eleitoral se encontra encaminhado nos bastidores.
Como diretor da Agecopa, sem filiação partidária, o comunicador acabou ficando à margem das discussões entabuladas pelas siglas. Teoricamente, chega um pouco atrasado nas discussões.
As dificuldades de França ingressar no novo PSD se deve especialmente ao compromisso assumido pela nova sigla em integrar a base do Governo Silval Barbosa e já ter avançado nas conversações com o PMDB para apoiar a candidatura do empresário de comunicação Dorileo Leal, dono do Grupo Gazeta de Comunicação. E para não correr riscos, Leal já teria indicado a filiação do deputado estadual Walter Rabelo, atualmente no PP, e do vereador Toninho de Souza, do PDT, para o PSD. Ambos são funcionários do Grupo Gazeta e teriam a missão de encaminhar internamente o apoio dos sociais-democratas ao nome do empresário.
No DEM, as dificuldades são outras: a falta de estrutura da sigla para um enfrentamento em Cuiabá. Originalmente, os Democratas tem como principal base eleitoral a cidade de Várzea Grande, reduto eleitoral dos Campos, que nunca se preocuparam em “instalar” raízes em Cuiabá. Na história, poucas vezes o DEM - e partidos que o precederam como PDS e o PFL – tiveram candidatos a prefeito em Cuiabá. Na ultima eleição, apoiou Walter Rabelo a prefeito no primeiro turno e Wilson Santos, do PSDB, no segundo turno.
França mantém a cautela quanto aos convites, mas confessou ter recebido cinco convites e que vai se filiar em uma legenda. Ele diz aque está estudando o quadro e diz que não vai entrar em partidos visando apenas a possibilidade de ser candidato a prefeito. "Quero que meu nome esteja a disposição" - frisou. Franca confirma que recebeu convite de cinco partidos, mas ainda não defini em qual vou militar.
A opção partidária do comunicador promoverá profundas alterações no quadro da sucessão do prefeito Francisco Galindo. Além disso, Cuiabá passa a ter quatro nomes definidos para as eleição, mas que poderá chegar a cinco, com a decisão da ex-senadora Serys Slhessarenko (PT) de se lançar também na disputa. São dadas como certas as candidaturas de João Dorileo Leal, do PMDB; Mauro Mendes, do PSB; e Guilherme Maluf, do PSDB.
Existe ainda a possibilidade de uma sexta candidatura: a do socialista Mauro César Lara de Barros, o Procurador Mauro, do PSOL, que disputou na última eleição a candidatura ao Senado Federal, derrotando em Cuiabá o professor Carlos Abicalil, do PT.
França deve optar entre PSD e DEM até sexta-feira, dia 7, ultimo prazo para filiação partidária para quem deseja ser candidato nas eleições do ano que vem. E não será uma decisão fácil. Em que pese todos se tratarem como possíveis candidatos – e até, em retórica, “jogar” para o ano que vem a discussão sobre candidaturas – o fato é que o processo eleitoral se encontra encaminhado nos bastidores.
Como diretor da Agecopa, sem filiação partidária, o comunicador acabou ficando à margem das discussões entabuladas pelas siglas. Teoricamente, chega um pouco atrasado nas discussões.
As dificuldades de França ingressar no novo PSD se deve especialmente ao compromisso assumido pela nova sigla em integrar a base do Governo Silval Barbosa e já ter avançado nas conversações com o PMDB para apoiar a candidatura do empresário de comunicação Dorileo Leal, dono do Grupo Gazeta de Comunicação. E para não correr riscos, Leal já teria indicado a filiação do deputado estadual Walter Rabelo, atualmente no PP, e do vereador Toninho de Souza, do PDT, para o PSD. Ambos são funcionários do Grupo Gazeta e teriam a missão de encaminhar internamente o apoio dos sociais-democratas ao nome do empresário.
No DEM, as dificuldades são outras: a falta de estrutura da sigla para um enfrentamento em Cuiabá. Originalmente, os Democratas tem como principal base eleitoral a cidade de Várzea Grande, reduto eleitoral dos Campos, que nunca se preocuparam em “instalar” raízes em Cuiabá. Na história, poucas vezes o DEM - e partidos que o precederam como PDS e o PFL – tiveram candidatos a prefeito em Cuiabá. Na ultima eleição, apoiou Walter Rabelo a prefeito no primeiro turno e Wilson Santos, do PSDB, no segundo turno.
França mantém a cautela quanto aos convites, mas confessou ter recebido cinco convites e que vai se filiar em uma legenda. Ele diz aque está estudando o quadro e diz que não vai entrar em partidos visando apenas a possibilidade de ser candidato a prefeito. "Quero que meu nome esteja a disposição" - frisou. Franca confirma que recebeu convite de cinco partidos, mas ainda não defini em qual vou militar.
A opção partidária do comunicador promoverá profundas alterações no quadro da sucessão do prefeito Francisco Galindo. Além disso, Cuiabá passa a ter quatro nomes definidos para as eleição, mas que poderá chegar a cinco, com a decisão da ex-senadora Serys Slhessarenko (PT) de se lançar também na disputa. São dadas como certas as candidaturas de João Dorileo Leal, do PMDB; Mauro Mendes, do PSB; e Guilherme Maluf, do PSDB.
Existe ainda a possibilidade de uma sexta candidatura: a do socialista Mauro César Lara de Barros, o Procurador Mauro, do PSOL, que disputou na última eleição a candidatura ao Senado Federal, derrotando em Cuiabá o professor Carlos Abicalil, do PT.






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