A Polícia Judiciária deteve dois pedófilos, em Santo Tirso e Alfândega da Fé, por abuso sexual de meninas, de 12 e 13 anos. Ambos foram ontem presentes a tribunal, mas à hora de fecho desta edição ainda eram desconhecidas as respectivas medidas de coacção. Nos dois casos, as denúncias partiram das mães das vítimas.
Um dos pedófilos, de 25 anos, é motorista dos Transportes Urbanos de Santo Tirso e conheceu a menina quando esta seguia de autocarro para a escola. ‘Mariana’ (nome fictício) esperava todos os dias na mesma paragem de autocarro, perto de casa. Sem se aperceber, foi seduzida pelo predador sexual, que rapidamente conseguiu convencer ‘Mariana’ a encontrar-se com ele fora do ambiente escolar.
Os abusos começaram quase de imediato. O pedófilo combinava o local onde se encontrava com a menina e aparecia aos encontros sempre com carros topo de gama, pertencentes a familiares. Deslumbrada, ‘Mariana’ foi abusada pelo motorista repetidamente, em BMW e Mercedes. As violações à criança começaram há mais de um ano, quando a vítima tinha então 12 anos.
‘Mariana’ conseguiu sempre esconder da família os abusos sexuais, mas há poucos dias a mãe começou a desconfiar das atitudes da menina. Foi então que a confrontou, e a menor acabou por admitir que o motorista do autocarro que a levava para a escola tinha abusado dela. Rapidamente, o homem foi detido pela PJ do Porto, que ontem o levou ao Tribunal de Santo Tirso.
Em Alfândega da Fé, a denúncia dos abusos sexuais também partiu da mãe da vítima. A menor, de 12 anos, foi abusada sexualmente por um servente de pedreiro, de 19 anos. A menina conheceu o abusador durante as férias de Verão, sendo que os abusos começaram a 14 de Junho e duraram até 14 de Setembro. Também foi preso pela Judiciária.
COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"Exmºs Srs. (as) Deputados, eleitos penso eu que seja verdade, porque hoje em dia já ninguém sabe, quem é que defende os interesses de Portugal. Gostava que alguém me explicasse, que o cidadão ao deslocar – se ao tribunal de cascais para saber do caso do despedimento colectivo do Casino Estoril, assunto que já se arrasta à mais de um ano e meio, um dos funcionários do tribunal, respondendo à pergunta do cidadão. O informou que o caso está entregue ao juiz, mas que o melhor era o cidadão arranjar emprego. Isto ultrapassa a mais séria verdade da justiça em Portugal, será que o Casino Estoril que muita gente sabe desde a operação furacão à construção do Casino Lisboa, agora também manda no tribunal de cascais. É um absurdo um funcionário do tribunal, falar como falou para o cidadão, porque já não chega a injustiça dos organismos do estado que deram total cobertura a esta farsa do despedimento colectivo, ainda assim o tribunal sugere que o cidadão procure emprego. Afirmo que este assunto posso eu próprio garantir que até morrer, isto vai ser falado desde blogs, nos cafés, bem em tudo o que é lugar, porque a justiça devia ser o garante da liberdade do ser humano. Não é admissível, qualquer individuo porque exerce cargos cívicos ou de certa importância na economia do país, que tem o direito de despedir 112 trabalhadores em substituição de precários, e o estado dá apoio nesta decisão. Quem acredita que PORTUGAL sai da crise, com este tipo de gente no País. "
silva
Hoje, 11h13m






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