Os 15 vereadores por Cuiabá que vão à reeleição estimam gastar, no máximo, R$ 7 milhões para se manter na Câmara por mais 4 anos. O curioso é que o valor é menor do que o limite de gastos previsto pelo também vereador e agora candidato a prefeito da Capital, Lúdio Cabral (PT), cujo teto estimado é de R$ 9,8 milhões.
O montante individual mais alto, previsto por 6 vereadores, é de R$ 600 mil, sendo 3 do PSD: Everton Pop, Ediva Alves e Toninho de Souza, e 3 do PSDB: Paulo Borges, Antônio Fernandes e Lueci Ramos. A previsão de gastos mais baixa é do Pasto Washington (PTB), na ordem dos R$ 100 mil. O petebista também foi o único que não declarou bens à Justiça Eleitoral, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral.
Outra curiosidade da disputa pela reeleição no Legislativo é que dos 15 parlamentares que buscam mais um mandato, 11 tiveram aumento no patrimônio em relação às eleições de 2008. A maioria, inclusive, significativamente, como é o caso do presidente da Câmara, Júlio Pinheiro (PTB). No último pleito, ele não declarou bens e agora ostenta R$ 628 mil.
Na contramão, 3 parlamentares sofreram redução de patrimônio. Edivá passou de R$ 460 mil em 2008 para R$ 242 mil neste pleito. Everton Pop reduziu o montante de bens de R$ 183 mil para R$ 63 mil e o petebista Clóvis Hugueney, o Clovito, de R$ 113 mil para R$105 mil. Ainda de acordo com as declarações, o vereador mais "rico" é Chico 2000 (PR), cujo patrimônio é de R$ 665 mil, contra os R$ 115 mil que possuía em bens em 2008. Estranhamente, o republicano prevê o segundo menor montante de gastos com o pleito, R$ 200 mil.
Apenas quatro vereadores não disputam uma das 25 cadeiras que estarão disponíveis na próxima legislatura (2013-2017). Francisco Vuolo (PR), que está impedido pela Justiça Eleitoral por ter se desincompatibilizado do Executivo Estadual apenas 4 meses antes do pleito, o progressista Deucimar Silva (PP), que figura na lista de "fichas sujas" do Tribunal de Contas devido a duas representações internas, Lúdio Cabral (PT), que disputa a sucessão de Chico Galindo (PTB) ao Alencastro, e Leve Levi (PSD).
Autor: Gabriela Galvão






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