Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

PEDOFILIA MT:Revista IstoÉ destaca “Os 7 pecados da Igreja Católica”


Revista IstoÉ destaca “Os 7 pecados da Igreja Católica”
Faz cerca de 140 anos que o número de católicos no Brasil segue ladeira abaixo. No século XIX, precisamente em 1872, o conglomerado de brasileiros que se assumia fiel à Igreja Católica beirava a totalidade da população, 99,7%. Durante os 100 anos seguintes, a cada década que se encerrava, aproximadamente 1% abandonava a religião. O índice dessa queda, atualmente, continua o mesmo. Mudou, porém, o fato de ele ocorrer a cada ano. Essa aceleração do declínio foi constatada pela pesquisa “Novo Mapa das Religiões”, realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Faculdade Getulio Vargas.
Ao processar microdados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2003 e 2009, os estudiosos, capitaneados pelo economista Marcelo Neri, constataram que nesse intervalo de seis anos cerca de 6% da população deixou a religião romana – decresceu de 73,7% para 68,4%. O montante de fiéis que segue atualmente a doutrina preconizada pelo Vaticano é o mais baixo verificado no País.
E, pela primeira vez na história, em alguns Estados e capitais da maior nação católica do planeta, o número de adeptos da religião não chega nem à metade dos habitantes (leia quadro). Quais seriam, então, os deslizes patrocinadores da queda do status do catolicismo entre os brasileiros, como as estatísticas não se cansam de mostrar? ISTOÉ recorreu a um colegiado de profissionais da religião, gente que pensa a Igreja, para discorrer sobre os possíveis pecados da Santa Madre. Eis os sete principais confessados.

1 Romanização da Igreja

É cantada em prosa e verso, já há algum tempo, a rejeição dos fiéis contemporâneos a autoridades religiosas que impõem doutrinas e ritos. Imposição, obrigação e restrição são palavras proscritas em um cenário no qual cada vez mais as pessoas se habilitam a estar no comando do próprio destino. A Igreja Católica, no entanto, caminha na direção oposta. Vive um momento de reinstitucionalização de seus fiéis, de os disciplinar para que aprofundem a sua fé. Os bispos defendem um contato maior com os bens religiosos, como missas e novenas.
Esse processo preconizado pelo Vaticano é conhecido como romanização do catolicismo. “Bento XVI prefere uma Igreja menor e mais atuante em vez de uma maior sem atuação coerente e consistente”, afirma o cientista da religião Jung Mo Sung, da Universidade Metodista do Estado de São Paulo (Umesp). “A estratégia fortalece o fervor de uma minoria praticante, mas traz uma consequência não intencional da perda de adesão de católicos difusos.”
Esse efeito-rebote, somado à procura cada vez maior da população por curas e milagres que resolvam rapidamente seus problemas, tem levado esses católicos a migrar para outras denominações ou encorpar o grupo dos que fazem contato com o divino sem o intermédio de uma instituição. “A Igreja prefere que as pessoas que buscam soluções imediatas por meio de milagres não permaneçam nela”, diz o teólogo jesuíta João Batista Libanio. Diminui-se o número de católicos, mas, por outro lado, aumenta-se o dos praticantes conscientes.

2 Supermercado católico

Párocos têm relatado que seus templos estão existindo à imagem e semelhança de supermercados. Percebem que é cada vez maior o número de fiéis que procuram a igreja ocasionalmente, em busca de serviços religiosos como casamentos, missas de sétimo dia, batizados e bênçãos de lugares e objetos. Tratado como produto, o casamento, só para citar um dos “bens” católicos, se torna um evento alheio à doutrina. “Há casais que trazem o CD da novela que faz sucesso para tocar na cerimônia. Se você se nega, alguns inconformados batem boca com você, viram as costas e procuram quem o faça”, conta o padre José João da Silva, da paróquia São José Operário, em Itaquera, na zona leste da cidade de São Paulo. “Vivemos uma igreja fast-food.”
Nessa lógica de mercado, missa de sétimo dia tem se transformado em uma grande assembleia de gente que só foi ao templo por conta da ocasião e não está preocupada com o significado do ritual. Quanto aos batizados, explica o cônego Celso Pedro da Silva, da paróquia Santa Rita de Cássia, do Pari, zona norte de São Paulo, a Igreja supõe que quem quer que o filho se insira nela antes do uso da razão o faz porque dela faz parte e aceita suas regras. “O mesmo vale para a primeira comunhão, mas muitos pais não têm vínculos efetivos, nem foram casados na Igreja”, diz ele. “Acredito que uma dificuldade do catolicismo seja saber que o povo católico não é evangelizado e, mesmo assim, se comportar na prática como se ele fosse”, diz o cônego.
O padre João Carlos Almeida, teólogo e diretor da Faculdade Dehoniana (SP), foi vigário paroquial no Santuário São Judas Tadeu, na capital paulista, por três anos. E conta que passava quase o dia todo atendendo a confissões e abençoando automóveis. “Muita gente trazia seu carro recém-comprado para ser benzido e ia embora. Poucos rezavam ou participavam de uma missa”, lembra. Com a oferta religiosa na vitrine, católicos assistem a seus fiéis se afastando dos vínculos espirituais.

3 Fuga de mulheres

Está lá no “Novo Mapa das Religiões”. Entre as 25 denominações pesquisadas, apenas no catolicismo a mulher não constitui a maioria dos adeptos (leia quadro à pág. 70). Entre evangélicos, espíritas, religiões de matriz africana, oriental e asiática, elas superam os fiéis do sexo masculino. As católicas, porém, são cerca de 67,9%, enquanto os homens são 68,9%. Neri, o organizador do estudo da FGV, atribui o resultado, entre outras interpretações, ao fato de as alterações no estilo de vida feminino ocorridas nos últimos 30 anos não terem encontrado eco na doutrina católica, menos afeita a mudanças. De fato, seguem engessadas na Igreja, só para citar três tabus, as questões sobre os métodos contraceptivos, o divórcio e o aborto.
De acordo com o teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), o catolicismo não gosta da mulher. “Ao que parece, elas, mal-amadas que são pela Igreja, estão se autorizando a não gostar da religião, a reagir”, diz ele. Seu colega de PUC, o padre e psicólogo João Edénio dos Reis Valle, afirma não ter dúvida de que a questão de gênero pesa na constante diminuição do número de católicos no País. “Ela pesa em especial nas mulheres de classes mais instruídas e em melhor posição socioeconômica”, afirma. “Essas não só percebem como discutem e não aceitam as posições da Igreja em relação a uma série de questões que as afetam.” E conclui discorrendo sobre a não participação clerical feminina. “Elas reivindicam um papel novo e ativo na vida da instituição.”

4 Escândalo de pedofilia

Em 2002, um grupo de mais de 500 pessoas levou à Justiça americana denúncias de abusos sexuais cometidos por sacerdotes e membros da arquidiocese de Boston, nos Estados Unidos. Esse escândalo foi a chama que fez arder uma fogueira de denúncias mundo afora, inclusive no Brasil. Na Irlanda, só para dar a dimensão do problema, a pedofilia acobertada por seis décadas pela hierarquia católica local foi tachada pela Anistia Internacional como o maior crime contra os direitos humanos já registrado na história daquele país. Para uma instituição que tem como bandeira a verdade sobre o mundo, ser atingida por problemas éticos que constituem crime representou um duro golpe. E a mazela dos escândalos de abuso sexual envolvendo crianças afastou muitos simpatizantes do catolicismo.
É o que defende o cientista da religião Sung. “O militante não terá sua fé abalada. Mas os que se sentiam católicos por uma afinidade de infância ou inspirados em alguma figura pública podem ter deixado de ser por causa desses fatos.”
Para piorar, a Igreja não foi hábil na cicatrização da ferida. “Ela trabalhou a questão na base do segredo e do corporativismo. A lógica interna de uma instituição que se protege e não ventila o problema levou a ampliar o fenômeno, tornando-o uma sensação nos meios de comunicação”, afirma a socióloga da religião Brenda Carranza, da PUC de Campinas. Só há pouco tempo Bento XVI decidiu ordenar que os bispos abrissem normativas internas contra padres suspeitos de ser pedófilos e informassem as autoridades civis. Em setembro, ao visitar sua terra natal, a Alemanha, que perdeu 180 mil adeptos no ano passado por conta dos abusos sexuais praticados por sacerdotes, disse: “Posso compreender que, em vista de tais informações, alguém diga: ‘Esta já não é a minha Igreja.’”

5 Ausência de lideranças

Dom Hélder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife, falecido em 1999 aos 90 anos, foi quatro vezes indicado ao Prêmio Nobel da Paz. Grande defensor dos direitos humanos durante a ditadura militar brasileira, homem de vida simples que morava no quartinho de uma sacristia no Recife, ele foi um expoente internacional da Igreja Católica. Multidões se mobilizaram ao seu redor, no Brasil e na Europa, para ouvi-lo. Atualmente, porém, não há entre o colegiado católico nacional símbolos como dom Hélder, capaz de cooptar fiéis por meio do exemplo. “Numa sociedade moderna, em que a adesão à religião acontece por opção pessoal, é preciso que haja nomes admirados publicamente”, diz Sung, da Umesp. As grandes figuras católicas da atualidade são os padres cantores.
Eles, porém, fazem eco entre os católicos militantes, explica Sung, mas não são referência para setores não atuantes do catolicismo. A Igreja deixou de ser representativa entre os brasileiros como algo a ser admirado há quase duas décadas. Dom Paulo Evaristo Arns, cardeal emérito de São Paulo que lutou contra a tortura e os maus-tratos a presos políticos durante a ditadura, e uma dessas figuras que inspiraram muitos católicos, se aposentou em 1998. “Dom Paulo é uma personalidade que enfrentou um regime militar, criava afinidade entre o povo e a instituição”, afirma o padre Libanio. Aos 90 anos, Arns vive recluso em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, enquanto sacerdotes empunham microfones para cantar e fazer coreografias de suas músicas no altar.

6 Comunicação centralizada

Há comunidades dentro do catolicismo que lançam mão de tecnologias para se relacionar com os jovens. Elas têm escancarado à Igreja, segundo a socióloga da religião Brenda, que não é mais possível seguir com a ideia de que o fiel se encontra na paróquia. Estabelecida em sua maioria em grandes centros urbanos, essa turma mais nova sofre com o impacto da mobilidade, do crescimento acelerado, do consumo exacerbado, enfim, elementos que a fazem estabelecer relação com a crença muitas vezes a distância. Para a professora da PUC, a noção de participação das novas gerações urbanas é pautada pela afinidade. O jovem busca uma instituição quando se identifica com ela, independentemente da proximidade física. “Mas a noção da Igreja de paróquia é territorial”, diz Brenda. Para o padre Libanio, enxergar as demandas da população e repensar até onde a religião pode ir na direção delas é o caminho para o futuro do catolicismo. “Os fiéis querem aquilo que os satisfaz e têm buscado muito o mundo virtual”, diz ele. “A Igreja Católica tem de repensar a sua estrutura paroquial.”

7 Perda de identidade social

Houve um tempo, em muitas cidades do interior do País principalmente, que frequentar uma igreja era condição obrigatória para quem quisesse engatar um relacionamento amoroso sério. Quantos garotos não foram riscados por potenciais sogras da lista de pretendentes pelo fato de não irem à missa? Assumir-se membro de uma entidade religiosa – católica, de preferência – conferia pertençer a um grupo social. Diante da pressão para uma definição religiosa, muita gente tendia a assumir a crença na qual havia sido batizado, mesmo que exercitasse também a sua fé em terreiros de umbanda ou centros espíritas. “Católico era o imenso guarda-chuva cultural e religioso que permitia o trânsito espiritual”, diz Brenda Carranza, da PUC.
Com a disseminação do processo de secularização no campo religioso nacional, essa prática foi ficando obsoleta. A possibilidade de expressar a fé livre de preconceitos tem feito com que cada vez mais os brasileiros, quando submetidos a censos, assumam que não seguem os dogmas defendidos pela Santa Sé ou mesmo nenhum credo – daí o grupo dos sem-religião também estar em crescimento. O catolicismo, então, perdeu a status de produtor de identidade social.
Infografico Catolica Revista IstoÉ destaca Os 7 pecados da Igreja Católica

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA: Ratinho aposta no municipalismo

FERNANDO DUARTE
Da Reportagem

O presidente da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT), vereador Unírio Schirmer, o “Ratinho”, afirmou que não foi procurado pela direção do PR estadual para permanecer na legenda. Ele, que elogia a conduta do presidente da Assembleia Legislativa, José Riva, disse que o novo partido será mais municipalista que os republicanos.

Ratinho e mais dois vereadores de Nova Mutum (distante 264 quilômetros de Cuiabá) se filiaram ao PSD na última semana. No caso dos outros parlamentares, um era do PPS e o outro no PMDB. Em Mato Grosso, a estimativa é que haja 350 vereadores que mudarão de sigla, somado aos cerca de 50 prefeitos que também confirmaram a filiação.

“Não falaram comigo. O partido [PR] não foi atrás das lideranças, ninguém conversou nada. Isso foi o motivo para ele perder tantos nomes”, destacou o presidente da UCMMAT.

Segundo ele, o principal motivo para a busca pelo PSD é a promessa de mais espaço para atuar, o que, na opinião de Ratinho, não estava acontecendo com os republicanos. “O interior terá mais espaço, o deputado Riva é mais municipalista e visa mais ao interior do Estado”.

Ontem, 7 de outubro, foi a data-limite apontado pela legislação eleitoral para as pessoas que pretendem assumir candidatura no pleito de 2012 se filiaram a alguma legenda.

Além disso, a mudança para o PSD - que tem como lideranças o deputado Riva, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (idealizador do partido) e a senadora Kátia Abreu – é a única que pode ser feita para os que possuem cargo eletivo não perderem os mandatos.

No site do PR em Mato Grosso, o nome do Ratinho ainda consta como eleito pelo partido em Nova Mutum. 

PEDOFILIA MT:Polícia prende empresário e travestis acusados de exploração sexual de adolescente

Carlos Henrique Goes - Repórter

A polícia prendeu na madrugada de hoje dois travestis e um empresário acusados de explorar sexualmente um travesti de 16 anos. O grupo foi detido num motel localizado em Capim Macio, após uma briga dentro da suíte onde estavam o contratante, a travesti Kelly (Adalto Silva da Cruz), Paola ( João Maria Ribeiro) e a adolescente. A confusão teria iniciado após a negativa do empresário do ramo de informática, Fábio Luiz Hamis, em pagar os R$ 100 combinados a Kelly e os R$ 20 ao menor. Paola foi chamada pelas amigas após as supostas agressões de Hamis. O jovem acusa as três de tentarem extorquir dele R$ 4 mil para não denuncía-lo por manter relação sexual com o rapaz de 16.

Carlos Henrique GoesPolícia prende empresário e travestis acusados de exploração sexual de adolescentePolícia prende empresário e travestis acusados de exploração sexual de adolescente

Os funcionários do motel ouviram a briga e comunicaram a polícia do que estava ocorrendo. Os policiais ao chegarem ao local, detiveram todos em flagrante e os conduziram a delegacia de Plantão da zona Norte, onde o menor foi liberado e os outros tiveram o depoimento recolhido e devem permanecer a disposição da Justiça. "O problema é que ele não cumpriu o combinado e só me pagou R$ 50. E a gente não tinha como saber a idade dela, nunca vi a carteira de identidade", se defendeu Kelly. O empresário afirmou não saber que se tratava de um menor e disse ter ouvido dela que tinha 23 anos.

O delegado de plantão, Pedro Paulo Falcão, informou que "Kelly" , "Paola" e Fábio seriam indiciadas por exploração sexual de menor, estando eles sujeito a pena de multa ou detenção de quatro a dez anos. As travestis adultas também devem ser enquadradas no crime de extorsão e o adolescente em infração análoga ao mesmo crime.

PEDOFILIA MT:Penas recorde por explorarem prostitutas com violência


Uma das carrinhas utilizadas para a prática da prostituição na Mata da Bicha
Uma das carrinhas utilizadas para a prática da prostituição na Mata da Bicha
As penas entre 12 anos e sete anos e meio acabaram de ser ditadas pelo juiz Raul Cordeiro, o mesmo magistrado que dentro de um mês vai presidir ao julgamento do processo "Face Oculta", em Aveiro.
José de Castro Oliveira, Vítor Manuel Castro Moreira e Américo Rodrigues de Sousa ("Canelas") foram há minutos sentenciados com penas de prisão efetiva de 12, 11 e sete anos e meio, respetivamente, por se ter provado que cometeram sucessivos crimes de lenocínio (exploração violenta de prostitutas).
A mulher de José Oliveira (que seria prostituta mas também exploraria outras colegas) e um "cobrador" do principal arguido foram condenados a quatro anos de prisão, mas ambas as condenações foram suspensas por igual período.
As penas aplicadas pela exploração violenta de prostitutas são acima do que solicitou o próprio Ministério Público durante as alegações finais. Ao todo há 16 arguidos, três dos quais estão em prisão preventiva e há ainda uma arguida em prisão domiciliária.

Violência física e psicológica


Uma das prostitutas afirmou ao Expresso "que isto para nós foi um 25 de abril", referindo-se à operação "Reis da Mata" que a Polícia Judiciária realizou em 6 de janeiro de 2010, entre Ovar e Vila Nova de Gaia.
Segundo aquilo que o tribunal acabou de provar, ao longo dos últimos anos os arguidos exigiam pagamento de dinheiro para todas as prostitutas que exercessem a sua atividade na "Mata da Bicha", a antiga mata nacional de Ovar, agredindo algumas quando se recusavam a pagar as verbas para "proteção", que chegavam a atingir 50 euros por dia.
Algumas vítimas foram ameaçadas com armas de fogo pelos arguidos, que as intimidavam junto das suas residências dizendo que matariam os filhos das prostitutas.
Na leitura do acórdão o juiz Raul Cordeiro descreveu situações de violência física e psicológica que as prostitutas, durante o julgamento, confirmaram ter sofrido. Para além de pistolas e revólveres, foram utilizados cães de raças perigosas para amedrontarem as prostitutas que não pagassem todos os dias. As intimidações incluíram danos nos carros dos clientes e, inclusivamente, o envio de prostitutas mais novas para a mata, fazendo "concorrência desleal" às que se recusavam a pagar os "impostos" aos proxenetas.

Dezenas de milhares de euros apreendidos


Os arguidos terão ganho dezenas de milhar de euros - tendo hoje os três juízes de Ovar (Raul José Cordeiro, Vítor Azevedo Soares e Nélson Salvadorinho) declarados perdidos a favor do Estado tais valores - em depósitos bancários e automóveis de alta cilindrada.
Para além da antiga Mata Nacional em Ovar, os arguidos teriam obrigado a pagar-lhes parte do que ganhavam a prostituir-se também em Santa Maria da Feira e em Estarreja.


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/penas-recorde-por-explorarem-prostitutas-com-violencia=f678866#ixzz1aDTJSuJb

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA: MT vai instituir política de inclusão social a moradores de rua


MT vai instituir política de inclusão social a moradores de rua
Proposta foi apresentada na AL no dia 27 de setembro deste ano e aguarda parecer da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso da AL
ITIMARA FIGUEIREDO - Assessoria da Presidência
Um cenário bastante comum no dia-a-dia, especialmente nos grandes centros, é formado por pessoas que moram nas ruas em meio à tribulação dos congestionamentos das vias urbanas e do vai e vem de cidadãos, que muitas vezes nem percebem as dificuldades que os menos favorecidos enfrentam. Há uma tendência à naturalização desse fenômeno, principalmente, pela falta de informações científicas e de políticas públicas sobre a população que vive nas ruas.
Pensando nisso, que o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva, defende a inserção de políticas públicas para amparar a população que vive nas ruas. O parlamentar apresentou um projeto de lei para normatizar essa questão em Mato Grosso, que será apreciado nos próximos dias pela Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso da AL. Objetivo é assegurar às pessoas em situação de rua o direito constitucional, recebendo o atendimento necessário à reinserção na sociedade.
Riva destaca na proposta que um dos desafios a ser enfrentado é a própria conceituação pela diversidade dos grupos e suas distintas localizações. E a iniciativa pretende estabelecer diretrizes que possibilitem a reintegração destas pessoas às suas famílias e comunidades proporcionando o acesso pleno aos direitos garantidos.
Entre os fatores que contribuem para aumento do número da população de rua estão à falta de moradia, trabalho e renda; dependência de bebidas alcoólicas, drogas, rompimentos de vínculos familiares, problemas mentais, além de desastres naturais, como enchentes e incêndios. “As pessoas atingidas por esses fatores são condenadas pela sociedade e precisam da atenção do poder público para a inserção de ações efetivas de prevenção e resgate social dessas pessoas, pois à proporção que o tempo aumenta, se torna estável a condição de morador de rua”, avalia Riva.
Grupos - São diversos os grupos de pessoas que estão nas ruas: imigrantes, desempregados, egressos dos sistemas penitenciário e psiquiátrico, entre outros. Ainda engrossam esse ranking os viajantes que, sem recursos, se aventuram pedindo carona e passagens, mas muitas vezes não conseguem retornar ao lar. Os moradores, em sua maioria, são homens brancos na faixa etária de 20 a 40 anos. A metade deles cursou o 1º grau e já tiveram trabalho com carteira assinada.
Mais informações:
Assessoria da Presidência
Fones: 3313-6568/ 9952-1211/ 9207-4500

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA:Carlos Brito filia ao PSD com apoio de Riva e Daltro e outras lideranças


Carlos Brito filia ao PSD com apoio de Riva e Daltro e outras lideranças
De acordo com Riva, essa é uma filiação muito importante, pois Brito é uma grande liderança na Capital
Assessoria
O presidente regional do Partido Social Democrático (PSD), Chico Daltro, e o secretário geral do partido, deputado José Riva, filiaram na tarde desta sexta-feira (7) o ex-diretor da Agecopa, Carlos Brito. De acordo com Riva, essa é uma filiação muito importante, pois Brito é uma grande liderança na Capital.
Carlos Brito milita na política desde quando foi lider comunitário da região do Parque Cuiabá. Foi eleito duas vezes vereador, sendo presidente da Câmara Municipal e prefeito interino da Capital, e também eleito deputado por dois mandados. Em 2006 obteve 30 mil votos, mas não pode assumir a cadeira de deputado por causa da legenda. “A razão de vir para o PSD foi pelo partido ser novo e surge com um componente eleitoral muito forte, pois assegura a legenda e não corro o mesmo risco de ganhar uma eleição em votos e perder pela legenda”, afirmou.
Brito também foi secretário de estado da Casa Civil e Segurança Pública. Assumiu a diretoria de infraestrutura da Agecopa até sua extinção. Segundo Riva, Brito sempre foi um grande parceiro e tem um perfil político que ajudará na formação do partido.
Sobre as eleições de 2012, Carlos Brito reforça que seu nome está a disposição do partido.“Venho para ajudar a construir o PSD e trabalharei muito nisso. Estou a disposição do partido para enfrentar, inclusive, uma disputa eleitoral, caso seja a vontade do partido”, informou.
Brito chega ao PSD com apoio de todas as lideranças que já se filiaram ao partido. “O convite foi feito logo que surgiu a possibilidade da criação do Partido e depois de ouvir muitas lideranças, inclusive do interior, tomei essa decisão de aderir ao PSD”, finalizou.

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA: Riva destaca avanços na reestruturação para investigadores e escrivães


Riva destaca avanços na reestruturação para investigadores e escrivães
A luta dos profissionais contou com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva, que sempre atendeu a categoria
SANDRA COSTA - Assessoria da Presidência
Após muitas discussões entre o Governo do Estado e a categoria dos investigadores e escrivães da Polícia Civil, os deputados estaduais aprovaram nesta quinta-feira (05.11) a mensagem 72/11, que dispõe sobre a reestruturação salarial dos servidores. Agora, o projeto aguarda apenas a sanção governamental.
A luta dos profissionais contou com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva, que sempre atendeu a categoria, ouvindo as demandas. Para Riva, a reivindicação da categoria é justa e a aprovação da mensagem representa uma grande vitória.
“A Polícia Civil precisava de uma atenção do governo, pois era perceptível a defasagem salarial. Até porque a carreira passou a exigir nível superior, mas os salários não tinham sido devidamente ajustados”, afirmou Riva.
Neste ano, os policiais civis permaneceram em greve por mais de dois meses. Sem êxito nas discussões junto ao Governo, os servidores buscaram o apoio dos deputados.  E, após intermédio da Casa de Leis, as negociações foram retomadas.
Neste ano, a Assembleia Legislativa já atuou como interlocutora durante as greves decretadas por várias categorias de servidores públicos ainda no primeiro semestre. Entre elas, as reestruturações dos servidores da Saúde, Educação e Meio Ambiente.
Mais Informações:
Assessoria de Imprensa da Presidência
Fones: 3313-6568/9207-4500/9952-1211

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA:


MT vai instituir política de inclusão social a moradores de rua
Proposta foi apresentada na AL no dia 27 de setembro deste ano e aguarda parecer da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso da AL
ITIMARA FIGUEIREDO - Assessoria da Presidência
Um cenário bastante comum no dia-a-dia, especialmente nos grandes centros, é formado por pessoas que moram nas ruas em meio à tribulação dos congestionamentos das vias urbanas e do vai e vem de cidadãos, que muitas vezes nem percebem as dificuldades que os menos favorecidos enfrentam. Há uma tendência à naturalização desse fenômeno, principalmente, pela falta de informações científicas e de políticas públicas sobre a população que vive nas ruas.
Pensando nisso, que o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva, defende a inserção de políticas públicas para amparar a população que vive nas ruas. O parlamentar apresentou um projeto de lei para normatizar essa questão em Mato Grosso, que será apreciado nos próximos dias pela Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso da AL. Objetivo é assegurar às pessoas em situação de rua o direito constitucional, recebendo o atendimento necessário à reinserção na sociedade.
Riva destaca na proposta que um dos desafios a ser enfrentado é a própria conceituação pela diversidade dos grupos e suas distintas localizações. E a iniciativa pretende estabelecer diretrizes que possibilitem a reintegração destas pessoas às suas famílias e comunidades proporcionando o acesso pleno aos direitos garantidos.
Entre os fatores que contribuem para aumento do número da população de rua estão à falta de moradia, trabalho e renda; dependência de bebidas alcoólicas, drogas, rompimentos de vínculos familiares, problemas mentais, além de desastres naturais, como enchentes e incêndios. “As pessoas atingidas por esses fatores são condenadas pela sociedade e precisam da atenção do poder público para a inserção de ações efetivas de prevenção e resgate social dessas pessoas, pois à proporção que o tempo aumenta, se torna estável a condição de morador de rua”, avalia Riva.
Grupos - São diversos os grupos de pessoas que estão nas ruas: imigrantes, desempregados, egressos dos sistemas penitenciário e psiquiátrico, entre outros. Ainda engrossam esse ranking os viajantes que, sem recursos, se aventuram pedindo carona e passagens, mas muitas vezes não conseguem retornar ao lar. Os moradores, em sua maioria, são homens brancos na faixa etária de 20 a 40 anos. A metade deles cursou o 1º grau e já tiveram trabalho com carteira assinada.
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PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA: A convite de Riva e Daltro, Brito se filia ao PSD


  • Vice-governador e presidente da Assembléia Legislativa abonaram ficha de ex-diretor da Agecopa


  • Maurício Barbant - Secom/AL 

    Ex-diretor da Agecopa assina ficha de filiação ao PSD ao lado de Riva e Chico Daltro: reforço

    DA REDAÇÃO

    O presidente regional do Partido Social Democrático (PSD), Chico Daltro, e o secretário geral da sigla, deputado José Riva, filiaram na tarde desta sexta-feira (7) o ex-diretor da Agecopa, Carlos Brito. "Essa é uma filiação muito importante, pois Brito é uma grande liderança na Capital", disse Riva.

    Um dos pivôs da crise que culminou da extinção da Agecopa, Brito milita na política desde quando foi líder comunitário da região do Parque Cuiabá. Foi eleito duas vezes vereador, sendo presidente da Câmara Municipal e prefeito interino da Capital, e também eleito deputado por dois mandados.

    Em 2006 obteve 30 mil votos, mas não pode assumir a cadeira de deputado por causa da legenda. "A razão de vir para o PSD foi pelo partido ser novo e surgir com um componente eleitoral muito forte, pois assegura a legenda e não corro o mesmo risco de ganhar uma eleição em votos e perder pela legenda", afirmou.

    Brito também foi secretário de estado da Casa Civil e Segurança Pública. Assumiu a diretoria de infraestrutura da Agecopa até sua extinção.

    Segundo Riva, Brito tem um perfil político que ajudará na formação do partido. Sobre as eleições de 2012, Carlos Brito reforça que seu nome está a disposição do partido."Venho para ajudar a construir o PSD e trabalharei muito nisso. Estou a disposição do partido para enfrentar, inclusive, uma disputa eleitoral, caso seja a vontade do partido", informou.

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA: José Riva anuncia filiação de Carlos Brito no PSD

O ex-deputado estadual Carlos Brito se filiou, esta tarde, ao Partido Social Democrático (PSD). A notícia foi revelada, agora há pouco, pelo presidente da Assembleia Legislativa e principal articulador da criação do PSD no Estado, José Riva. A ida de Brito para o novo partido também teve o aval do presidente da legenda em Mato Grosso, vice-governador Chico Daltro.

Sobre as eleições de 2012, Carlos Brito reforça que seu nome está a disposição do partido. "Venho para ajudar a construir o PSD e trabalharei muito nisso. Estou à disposição do partido para enfrentar, inclusive, uma disputa eleitoral, caso seja a vontade do partido". Brito chega ao PSD com apoio de todas as lideranças que já se filiaram ao partido. "O convite foi feito logo que surgiu a possibilidade da criação do Partido e depois de ouvir muitas lideranças, inclusive do interior, tomei essa decisão de aderir ao PSD", finalizou.

Brito já foi vereador, deputado e secretário de Estado e ultimamente ocupava o cargo de diretor de Infraestrutura da extinta Agecopa. Enquanto esteve como diretor da agência, ele não teve militância política, já que a lei não permitia. Ele e o então presidente da agência, Eder de Moraes, acabaram se desentendendo, o que acabou por ajudar o governador Silval Barbosa (PMDB) a acabar com a Agecopa e criar a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa).

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA: José Riva anuncia filiação de Carlos Brito no PSD

O ex-deputado estadual Carlos Brito se filiou, esta tarde, ao Partido Social Democrático (PSD). A notícia foi revelada, agora há pouco, pelo presidente da Assembleia Legislativa e principal articulador da criação do PSD no Estado, José Riva. A ida de Brito para o novo partido também teve o aval do presidente da legenda em Mato Grosso, vice-governador Chico Daltro.

Sobre as eleições de 2012, Carlos Brito reforça que seu nome está a disposição do partido. "Venho para ajudar a construir o PSD e trabalharei muito nisso. Estou à disposição do partido para enfrentar, inclusive, uma disputa eleitoral, caso seja a vontade do partido". Brito chega ao PSD com apoio de todas as lideranças que já se filiaram ao partido. "O convite foi feito logo que surgiu a possibilidade da criação do Partido e depois de ouvir muitas lideranças, inclusive do interior, tomei essa decisão de aderir ao PSD", finalizou.

Brito já foi vereador, deputado e secretário de Estado e ultimamente ocupava o cargo de diretor de Infraestrutura da extinta Agecopa. Enquanto esteve como diretor da agência, ele não teve militância política, já que a lei não permitia. Ele e o então presidente da agência, Eder de Moraes, acabaram se desentendendo, o que acabou por ajudar o governador Silval Barbosa (PMDB) a acabar com a Agecopa e criar a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa).

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA: Eliene Lima diz que PSD deve permanecer na base aliada de Silval Barbosa


O presidente do PSD em Cuiabá, Eliene Lima, afirmou durante participação naRádio CBN Cuiabá – AM 590, que o partido deve continuar fazendo parte da base aliada do governador Silval Barbosa (PMDB), inclusive mantendo os cargos que já possui e pleiteando novas vagas no secretariado estadual.
O entendimento de Eliene vai de encontro ao que tem defendido o secretário geral do partido, deputado estadual José Riva. Ele argumenta que todos os cargos devem ser entregues ao governador. No entanto, Riva assume que a tendência é que o partido permaneça apoiando Silval Barbosa. O dpeutado ressalta que isso deve acontecer, contudo sem subserviência.
“Acredito que devemos permanecer na base de sustentação. Ajudamos a eleger Silval e temos que entender as dificuldades de arrecadação que o estado está passando nesse momento. Silval é um homem equilibrado, de consenso, compreensivo”.
Eliene afirmou que não defende esse posicionamento apenas porque atualmente é o titular da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia. Ele garantiu que se o entendimento do partido for a entrega de cargos, retoma tranquilamente seu mandato na Câmara Federal.
Entretanto, Eliene argumenta que se for para se manter na base aliada do governo, o PSD deve ser contemplado com mais secretarias, por conta da expressividade da legenda. A nova agremiação nasce com a maior do estado, com 3 deputados federais em exercício, 1 licenciado, de 6 a 7 deputados estaduais, com 51 prefeitos e mais de 350 vereadores.
“É preciso haver um maior espaço para o PSD respeitando o tamanho do partido. Queremos desenvolver um trabalho para a sociedade de acordo com o tamanho da nossa bancada federal e estadual”.
Já está sendo cogitado pela imprensa local que o PSD estaria de olho na Secretaria Estadual de Educação, que atualmente é gerida pelo PT, com a secretária Rosa Neide Sandes.

Autor: PnBonline

PEDOFILIA MT:POLITICA MT:JOSÉ RIVA:Depois da Agecopa, Carlos Brito se filia ao PSD de Riva


Depois de ser exonerado do cargo de diretor de infraestrutura da extinga Agecopa, Carlos Brito a convite do presidente regional do Partido Social Democrático (PSD), Chico Daltro, e o secretário geral da sigla, deputado José Riva, filiou-se na tarde desta sexta-feira, dia 7 a legenda. 
 
Tido como o pivô da crise que culminou da extinção da Agecopa, Brito milita na política desde quando foi líder comunitário da região do Parque Cuiabá e coincidentemente, escolheu o ato de filiação para  último dia do prazo de ingresso em siglas partidárias à candidaturas em 2012. 
 
De acordo com Riva, a filiação de Brito é considerada importante pelo fato de ser “uma grande liderança política em Cuiabá”, com perfil político que ajudará na formação do partido, já que foi eleito duas vezes vereador, prefeito interino e também eleito deputado por dois mandados. 
 
Brito surge no cenário político-eleitoral para a sucessão de Francisco Galindo que conta até o momento com seis candidaturas praticamente definidas. Ele garante que foi assediado pelo PTB como também pelo DEM. 
 
Contudo o ex-diretor e ex-chefe da Casa Civil acredita que PSD assegura além do retorno a política mato-grossense como possibilidade de não ficar de fora do cargo para qual for eleito, já que em 2006 obteve 30 mil votos, mas não pode assumir a cadeira de deputado por causa da legenda. 
 
 "A razão de vir para o PSD foi pelo partido ser novo e surgir com um componente eleitoral muito forte, pois assegura a legenda e não corro o mesmo risco de ganhar uma eleição em votos e perder pela legenda", afirmou. 
 
Quanto um possível embate eleitoral, Carlos Brito faz jogo de cena, mas, não esconde a vontade de ser inserido na disputa e reforça que seu nome está a disposição do partido."Venho para ajudar a construir o PSD e trabalharei muito nisso. Estou a disposição do partido para enfrentar, inclusive, uma disputa eleitoral, caso seja a vontade do partido", sustentou. 

PEDOFILIA MT:POLITICA:JOSÉ RIVA:Deputado Neri Geller confirma que fica no PP


 deputado federal Neri Geller acaba de confirmar, ao Só Notícias, que não vai se filiar no PSD como havia sido anunciado. Ele fica no Partido Progressista. "Nunca falei que sairia do PP. Sou muito amigo do Riva (presidente da Assembleia), agradeço o convite para entrar no novo partido. Fiquei porque estou bem articulado com a bancada do PP no Congresso Nacional, estou tendo forte apoio partidário para garantir emendas parlamentares com obras e ações para Mato Grosso e obtive apoio para permanecer em comissões permanentes, na Câmara dos Deputados, ligadas ao agronegócio", explicou.
Neri conversou com Riva sobre sua decisão. "Estou sendo leal ao grupo, a Riva, Pedro Henry, Eliene Lima e ao governador. Mas se Henry ou Eliene saírem do governo eu volto a condição de suplente. Estou consciente disso", acrescentou. Ele negou que tenha sofrido pressão de Eliene para deixar o PP e ir para o PSD. "Diálogo meu com Eliene é muito forte. Somos amigos", concluiu. 
Da bancada federal de Mato Grosso, 2 deputados foram para o PSD - Homero Pereira (que deixou o PR) e Roberto Dorner (que saiu do PP).

PEDOFILIA MT:POLITICA:JOSÉ RIVA:DA REDAÇÃO O "coronel" do DEM em Várzea Grande, senador Jayme Campos, parece que está ferido. Ao menos, ele dá mostras de que sentiu a debandada de vereadores da sigla rumo ao PSD de José Riva. Descontrolado, JC perdeu a compostura ao criticar os desertores: "Grande merda estes vereadores, que já não faziam parte do DEM. A Izabela Guimarães, o Chico Curvo e Baiano Pereira, por exemplo, já estavam na gestão do prefeito Tião da Zaeli", disparou. O vereador Antônio Gonçalo Pedroso de Barros, vulgo Maninho, também foi para o PSD. Jayme também acusou os vereadores de irem para o PSD por causa de dinheiro. "Não somos um balcão de negócios. Fazemos política séria. Esses vereadores que foram para o PSD querem dinheiro", disse. As informações são do site Repórter MT.

DA REDAÇÃO

O "coronel" do DEM em Várzea Grande, senador Jayme Campos, parece que está ferido. Ao menos, ele dá mostras de que sentiu a debandada de vereadores da sigla rumo ao PSD de José Riva. Descontrolado, JC perdeu a compostura ao criticar os desertores: "Grande merda estes vereadores, que já não faziam parte do DEM. A Izabela Guimarães, o Chico Curvo e Baiano Pereira, por exemplo, já estavam na gestão do prefeito Tião da Zaeli", disparou. O vereador Antônio Gonçalo Pedroso de Barros, vulgo Maninho, também foi para o PSD.

Jayme também acusou os vereadores de irem para o PSD por causa de dinheiro. "Não somos um balcão de negócios. Fazemos política séria. Esses vereadores que foram para o PSD querem dinheiro", disse. As informações são do siteRepórter MT.

PEDOFILIA MT:POLITICA:JOSÉ RIVA:Mato Grosso vai instituir política de inclusão social a moradores de rua


Proposta foi apresentada na AL no dia 27 de setembro deste ano e aguarda parecer da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso da AL/MT
Um cenário bastante comum no dia-a-dia, especialmente nos grandes centros, é formado por pessoas que moram nas ruas em meio à tribulação dos congestionamentos das vias urbanas e do vai e vem de cidadãos, que muitas vezes nem percebem as dificuldades que os menos favorecidos enfrentam. Há uma tendência à naturalização desse fenômeno, principalmente, pela falta de informações científicas e de políticas públicas sobre a população que vive nas ruas.


Pensando nisso, que o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso-AL/MT, deputado José Riva, defende a inserção de políticas públicas para amparar a população que vive nas ruas. O parlamentar apresentou um projeto de lei para normatizar essa questão em Mato Grosso, que será apreciado nos próximos dias pela Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso da AL/MT.


Objetivo é assegurar às pessoas em situação de rua o direito constitucional, recebendo o atendimento necessário à reinserção na sociedade.Riva destaca na proposta que um dos desafios a ser enfrentado é a própria conceituação pela diversidade dos grupos e suas distintas localizações. E a iniciativa pretende estabelecer diretrizes que possibilitem a reintegração destas pessoas às suas famílias e comunidades proporcionando o acesso pleno aos direitos garantidos.Entre os fatores que contribuem para aumento do número da população de rua estão à falta de moradia, trabalho e renda; dependência de bebidas alcoólicas, drogas, rompimentos de vínculos familiares, problemas mentais, além de desastres naturais, como enchentes e incêndios.


“As pessoas atingidas por esses fatores são condenadas pela sociedade e precisam da atenção do poder público para a inserção de ações efetivas de prevenção e resgate social dessas pessoas, pois à proporção que o tempo aumenta, se torna estável a condição de morador de rua”, avalia Riva.Grupos - São diversos os grupos de pessoas que estão nas ruas: imigrantes, desempregados, egressos dos sistemas penitenciário e psiquiátrico, entre outros. Ainda engrossam esse ranking os viajantes que, sem recursos, se aventuram pedindo carona e passagens, mas muitas vezes não conseguem retornar ao lar. Os moradores, em sua maioria, são homens brancos na faixa etária de 20 a 40 anos. A metade deles cursou o 1º grau e já tiveram trabalho com carteira assinada.

Autor: ITIMARA FIGUEIREDO-Assessoria da Presidência

PEDOFILIA MT:POLITICA:JOSÉ RIVA:Riva destaca avanços na reestruturação para investigadores e escrivães


A luta dos profissionais contou com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva, que sempre atendeu a categoria
Após muitas discussões entre o Governo do Estado e a categoria dos investigadores e escrivães da Polícia Civil, os deputados estaduais aprovaram nesta quinta-feira (05.11) a mensagem 72/11, que dispõe sobre a reestruturação salarial dos servidores. Agora, o projeto aguarda apenas a sanção governamental.


A luta dos profissionais contou com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso-AL/MT, deputado José Riva, que sempre atendeu a categoria, ouvindo as demandas. Para Riva, a reivindicação da categoria é justa e a aprovação da mensagem representa uma grande vitória.


“A Polícia Civil precisava de uma atenção do governo, pois era perceptível a defasagem salarial. Até porque a carreira passou a exigir nível superior, mas os salários não tinham sido devidamente ajustados”, afirmou Riva.


Neste ano, os policiais civis permaneceram em greve por mais de dois meses. Sem êxito nas discussões junto ao Governo, os servidores buscaram o apoio dos deputados.  E, após intermédio da Casa de Leis, as negociações foram retomadas.


Neste ano, a Assembleia Legislativa já atuou como interlocutora durante as greves decretadas por várias categorias de servidores públicos ainda no primeiro semestre. Entre elas, as reestruturações dos servidores da Saúde, Educação e Meio Ambiente.

Autor: SANDRA COSTA-Assessoria da Presidência

PEDOFILIA MT:POLITICA:JOSÉ RIVA:Riva destaca gestão de Neurilan como motivo de convite para ingresso no PSD



O presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso, Deputado Estadual José Riva, que ocupa a secretaria geral do Partido Social Democrático (PSD), fez questão de dizer durante encontro regional na Região Médio Norte, realizado no último sábado (02), em Tangará da Serra, que teve a participação de aproximadamente 200 lideranças políticas que aderiram à nova sigla, que são duas as razões que o levaram a convidar o prefeito de Nortelândia Neurilan Fraga, a ingressar no PSD.

Primeiro, que ele, Riva, não pode prejudicar Nortelândia por questões político partidária, diante de uma administração que está dando certo e transformando a cidade. Riva pontuou que não é importante para um partido, só ter um prefeito, mas ter um prefeito que trabalha e engrandece seu povo e o partido do qual faz parte. Para ele, Neurilan merece mais quatro anos para dar continuidade às ações de transformação da cidade.

A segunda razão apontada pelo principal líder do novo partido é o serviço que o gestor municipal vem fazendo em prol da sociedade, melhorando sua autoestima, incentivando o investimento privado e provocando a geração de renda através de projetos sociais e econômicos, que se tornaram exemplo para os municípios da região e do Estado.

Riva lamentou que o seu grupo político na cidade tenha se posicionado de forma contrária, e disse que possui um projeto maior para o estado, e que como municipalista que é, defende os interesses maiores dos municípios, e não iria contribuir para lançar um candidato contra o atual prefeito, que vem fazendo uma gestão inovadora, alicerçado em motivos pessoais e reafirmou que seu candidato em Nortelândia é Neurilan Fraga.

O deputado adiantou que fará uma visita a Nortelândia, quando pretende conhecer todos os projetos em andamento, que são referência no estado, para poder definir de que forma contribuíra com Nortelândia e o novo colega de partido.

“Eu quero ajudar Nortelândia e não atrapalhar, e minha forma de ajudar é carrear recursos para obras importantes na cidade. O momento é de juntarmos forças. Eu percebo as mudanças que ocorreram na cidade e não vou atrapalhar o desenvolvimento da cidade lançando uma candidatura contrária” disse.

O prefeito Neurilan Fraga, fez questão de enaltecer a posição do presidente da assembléia, que na sua visão demonstra responsabilidade nas ações políticas.

“Todos deviam ter a grandeza do Riva e reconhecer aquilo que está dando certo. Estou pronto para receber seu grupo e juntos formarmos uma corrente para o bem de Nortelândia, por que penso que quem gosta desta cidade quer o bem para ela” sentenciou.

Para ele, o município é mais importante que questões partidárias e pessoais e sim trabalhar para que Nortelândia continue crescendo e sendo o orgulho para as pessoas que nela residem ou que moram fora, mais possuem um laço de amor a cidade.

“Quem ganha é a cidade, somos todos nós. Os que se posicionam de forma contrária dão a entender que não gostam de Nortelândia. Precisamos ter uma visão mais ampla e menos atrelada a paixões pessoais” aconselhou ele.

O prefeito esclareceu ainda que assim que recebeu o convite do deputado Homero e de Riva, consultou os partido que integram seu grupo político, como PMDB, DEM, PR, PP e PPS, por exemplo, entre outras lideranças políticas como o ex-prefeito Alcenor Barreto, obtendo o aval de todos para filiar-se no PSD.

Neurilan Fraga foi bastante elogiado pelos que discursaram no ato de filiações, como é o caso do ex-candidato a prefeito de Denise, Pedro Tercy, que elogiou a forma moderna e diferente de administrar implementada por ele em Nortelândia, que está chamando a atenção dos colegas vizinhos.

“Não se pode interromper um trabalho desses por pura paixão política, o povo cobra resultados e resultados está tendo, então nada mais justo que continue para poder concluir seus projetos” disse.

O ex-prefeito de Arenápolis Oliveira Sampaio, também foi um dos que destacaram a gestão de Fraga, fazendo um comparativo de sua gestão com a do atual.

“Quando fui prefeito, Arenápolis era o destaque e Nortelândia se quer despontava, hoje é o contrário, ficamos para trás e a cidade vizinha segue em ritimo acelerado no desenvolvimento” destacou Sampaio.

O deputado federal Homero Pereira, responsável pela ida do prefeito de Nortelândia para sigla, fez questão de ressaltar que seu convite partiu em razão da amizade entre ambos, por este fazer parte do seu grupo político e para que ele seja candidato do partido na cidade.

De acordo com o ex-prefeito de Arenápolis, Oliveira Sampaio, um dos motivos de sua ida para o PSD é em virtude das ações do deputado Riva. “Riva cuida dos municípios menos favorecidos, como é o caso de nossa cidade. Quando fui prefeito em 2005, tive o apoio do deputado com a realização de várias obras”.

Também confirmou adesão ao PSD o prefeito de Santo Afonso, Silvio Souto; de Porto Estrela, Benedito de Oliveira; o vereador Clovis de Paula, de Campo Novo dos Parecis; Pedrinho de Tangará; Pedro Tercy, de Denise; o empresário Renezinho em Barra do Bugres;


E os prefeitos de Nortelândia Neurilan Fraga, Barra do Bugres, Wilson; de Porto Estrela, Dito; Santo Afonso, Silvio Souto; Diamantino; Campo Novo dos Parecis (Clovis de Paula vereador e ,  Sapezal França, Denise Pedro Tercy; Nova Olímpia; Arenápolis Oliveira; Nova Maringá, Claudinei, São José do Rio Claro, Neno. “Queremos estar ao lado do povo e ser um partido para trabalhar com liberdade, democracia, e sustentabilidade”, declarou o presidente regional do PSD, vice-governador Chico Daltro.

A cúpula realiza uma série de visitas nas cidades pólos de Mato Grosso desde a última sexta-feira (30.09). O principal objetivo é prestar esclarecimentos com relação ao processo de desfiliação e ingresso ao PSD, principalmente, aos que pretendem disputar eleições do ano que vem, tendo em vista que o prazo para estes é até o dia 07 de outubro. Também compõe a caravana os deputados federais Eliene Lima, Roberto Dornner, além do estadual Airton Português e do vice-governador Chico Daltro.

Por: Edivaldo de Sá
Fonte: Repórter News

Exploração sexual

PEDOFILIA MT:Facebook vai cancelar contas de presidiários. Saiba detalhes!


O Facebook começou a fechar as contas de presidiários do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, depois que um homem condenado por pedofilia visitou, da prisão, a página de sua vítima, informaram as autoridades e o site de redes sociais.
O Facebook fechou as contas de pelo menos dois detentos e as autoridades estão trabalhando para identificar outras contas que tenham sido acessadas da prisão, informou o departamento penitenciário da Califórnia.
Ainda que a maioria dos presidiários californianos não tenha acesso à internet, eles muitas vezes se conectam com celulares recebidos clandestinamente, apesar dos esforços de repressão à posse desses aparelhos em presídios, disseram as autoridades penitenciárias.
O departamento penitenciário da Califórnia, que anunciou oficialmente sua cooperação com o Facebook na segunda-feira (8), disse ter recebido centenas de queixas de vítimas que foram contatadas por presidiários que estão servindo suas sentenças.
Entre eles está o pedófilo condenado, que as autoridades penitenciárias disseram ter visitado as páginas de sua vítima no Facebook e MySpace e depois ter enviado desenhos da menina à família dela.
A vítima tinha 10 anos de idade ao ser molestada e 17 ao ser contatada pelo criminoso, que havia usado a web para descobrir que corte de cabelo ela estava usando e que roupas preferia.
"A imaginação é o único limite para eles; temos líderes de gangues ordenando ataques e crimes a serem cometidos em seus nomes", disse Dana Toyama, porta-voz do departamento penitenciário da Califórnia, à Reuters.

PEDOFILIA MT:Menino de 12 anos é detido por abuso sexual na Indonésia


Um menino de 12 anos foi detido nesta semana na Indonésia por abusar sexualmente de cerca de seis crianças mais novas, entre elas quatro colegas, disseram autoridades locais neste sábado. O caso foi descoberto após uma das vítimas reclamar de dor no órgão genital, o que levou a uma investigação que culminou na detenção do menino de 12 anos, de acordo com o jornal Jakarta Globe, citado pela agência BNO News.
Segundo a polícia, o menino, que admitiu os abusos - uma das crianças teria apenas quatro anos -, deve ser julgado como um adulto sob a Lei de Proteção à Criança, o que leva a sentenças rigorosas. No entanto, o tribunal deve levar em conta a sua idade, mandando o menino para um centro de reabilitação, ao invés da prisão.
Além disso, o menino contou aos policiais que já sofreu abuso por parte de um adulto quando tinha 10 anos. O comandante Danang Kuntadi destacou a importância do caso e a luta contra o abuso sexual infantil no país.

PEDOFILIA MT:Homem preso por abusar das enteadas


O lavrador Cleidison Chagas da Silva, 34 anos, residente no assentamento P. A Vargem Dourada, em Abrulândia, foi preso pela equipe da 1º Delegacia de Polícia Civil de Paraíso do Tocantins, na noite de sexta-feira, 30. O detido é réu confesso do abuso sexual das suas duas enteadas.
De acordo com o delegado José Antônio da Silva, que preside o inquérito e representou contra o acusado, o crime ocorreu há dois anos quando as enteadas de Cleidison tinham 7 e 9 anos. “Os laudos periciais realizados nas meninas constataram o abuso e na sexta-feira foi cumprido o mandado de prisão, expedido pela Justiça”, disse.
A Polícia Civil abriu inquérito contra Cleidison em 13 de agosto, após ter sido acionada pelo Conselho Tutelar de Abreulândia, que, por sua vez, recebeu denúncia de uma irmã das vítimas, residente em outro Estado.
Durante interrogatório, Cleidison confessou o crime. Ele está preso na Cadeia Pública de Paraíso do Tocantins. (Com informações da Ascom da SSP)