Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

PEDOFILIA MT:Religiosos condenados por pedofilia são punidos pela Santa Sé

Punição dada pela Igreja Católica só poderá ser dilvulgada depois que os três condenados foram notificados


Os três sacerdotes condenados em primeira instância, por pedofilia, pela Justiça de Arapiraca (AL), também já tiveram suas punições determinadas pela Santa Sé, em Roma. De acordo com nota divulgada na tarde desta terça-feira pela Diocese de Penedo, que engloba Arapiraca, processos administrativos canônicos contra os religiosos foram instaurados logo depois de vir a público as denúncias de abusos sexuais, feitas por ex-coroinhas em março do ano passado.
O processo canônico contra o monsenhor Luiz Marques Barbosa, 83 anos - que aparece em um vídeo gravado por um ex-coroinha tendo relações com um outro ex-coroinha - já foi concluído e ele já foi notificado da sua punição em 15 de dezembro. O monsenhor Raimundo Gomes Barbosa, 53 anos, e o padre Edílson Duarte, 45, também já foram julgados pela Santa Sé, mas ainda não foram notificados. As penas da Igreja Católica só poderão ser divulgadas quando todos estiverem cientes das punições que lhes cabem.
Na nota, assinada pelo bispo diocesano Valerio Breda, ele afirma que a diocese sente-se "profundamente acabrunhada" com a notícia da condenação judicial e compartilha "as expressões mais fortes e eloquentes do Santo Padre, o Papa Bento XVI, não escondendo 'desconcerto e vergonha' pelos 'crimes odiosos' perpetrados por clérigos, manifestando apoio irrestrito às vítimas dos abusos". Ele também exorta os padres e fiéis a não esquecerem "o bem realizado pela imensa maioria dos sacerdotes irrepreensíveis e abnegados e a não ceder a sentimentos de decepção e de indiferença".
Ainda sem ter conhecimento da punição dos sacerdotes pela Santa Sé e do posicionamento da diocese, que acatou a decisão judicial de condenar o monsenhor Luiz Marques Barbosa a 21 anos de prisão e os outros dois religiosos a 16 anos e quatro meses, parte da população de Arapiraca, como Diego Albuquerque, enfermeiro, integrante do grupo jovem da paróquia do Cristo Redentor, preferia não julgar os três religiosos.
Diego teve uma certa dúvida sobre a culpa dos três, embora tenha aprovado a decisão do juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude de Arapiraca, João Luiz de Azevedo Lessa. "Mostra que Alagoas não é terra sem dono, mostra que Alagoas não é terra da impunidade", afirmou ele. Segunda maior cidade do Estado, Arapiraca tem 209 mil habitantes.
Sem discutir a decisão judicial - "A justiça sabe mais do que a gente que não conhece o processo" - ele se impressionou com as penas, que considerou muito longas. Sua certeza só se manteve quando falou da sua fé, que não foi abalada pelos crimes dos religiosos. "Os ensinamentos e a doutrina da Igreja Católica independem de quem está no altar", assegura.

PEDOFILIA MT:Religiosos arapiraquenses são condenados a 53 anos de cadeia por prática de pedofilia

Religiosos arapiraquenses são condenados a 53 anos de cadeia por prática de pedofilia
Mons. Luis(E) e Raimundo
O juiz da 1ª Vara da Infância e da Juventude de Arapiraca, João Luis Azevedo Lessa, divulgou na tarde de hoje a sentença contra os monsenhores Raimundo Gomes e Luis Marques e o padre Edilson Duarte. Eles foram condenados pelo cfrime de pedofilia, contra três coroinhas.

O monsenhor Luis Marques, que aparece num vídeo fazendo sexo com o coroinha identificado como Fabiano da Silva, foi condenado a 21 anos de prisão. O monsenhor Raimundo Goes, recebeu pena de 16 anos de prisão. O padre Edilson Duarte também foi penalisado com 16 anos de reclusão. A Justiça ainda aplicou uma multa de R$ 1.800 reais para cada um dos condenados.

Os três religiosos não foram presos. Os seus advogados terã, agora, um prazo de cinco dias para recorrer da decisão, junto ao Tribunal de Justiça



O juiz João Luiz de Azevedo Lessa, informou  que o processo tem quatro volumes com mais de mil páginas e é muito complexo.



Os religiosos eram réus no processo que apurou delitos de atentado violento ao pudor contra os ex-coroinhas Fabiano Silva Ferreira, Cícero Flávio Vieira Barbosa e Anderson Farias Silva, de acordo denúncia apresentada em março de 2010 pelo Ministério Público Estadual (MPE).

As investigações do Ministério Público e Polícia Civil acusaram os religiosos de prometer vantagens econômicas às vítimas em troca de sexo.

Setores da Igreja Católica, principalmente os Grupos de ECC(Encontro de Casais com Cristo), implantado em Arapiraca pelo monsenhor Luis Marques vêm realizando uma manifestação interna, com o fim de defender o religioso.

PEDOFILIA MT:Antes cortejados religiosos acusados de pedofilia enfrentam o ostracismo

Antes cortejados religiosos acusados de pedofilia enfrentam o ostracismo
Saiu a sentença contra os ex-líderes da Igreja Católica em Arapiraca, Monsenhor Luis Marques, Monsehor Raimundo Gomes e padre Edilson Duarte. Juntos os três foram condenados a 53 anos de prisão( a maior pena foi para Luis Marques: 21 anos). O resultado foi divulgado ontem pelo juiz da Infância e da Adolescência de Arapiraca, João Luis Azevedo Lessa. Os religiosos foram acusados e condenados por pedofilia. As vítimas teriam sido três coroinhas.

O que chama a atenção, além da condenação histórica, é o silêncio de parte da sociedade arapírquense, diante do episódio. Antes das denúncias devastadoras para a reputação dos clérigos, políticos, empresários e outros membros da classe dominante de Arapiraca viviam rodeando os religiosos, tidos como verdadeiros homens santos e donos de uma influência inquestionável junto aos seguidores da Igreja Católica Apostólica Romana em Arapiraca. O rebanho é grande.

É esse silêncio compreensível? Luis Marques, Edilson Duarte e Raimundo Gomes são mesmo pedófilos? Por que, agora, os que antes os que os cortejavam se escondem sob o manto da hipocrisia? Como Daniel o trio foi jogado na cova dos leões.

PEDOFILIA MT:Sandro: juiz exclui vítima de processo

O argumento usado foi de que a queixa de uma ex-funcionária da casa do advogado foi prestada fora do prazo legal
Tisa Moraes
A Justiça de Bauru decidiu excluir do processo uma das cinco vítimas que acusam o advogado Sandro Luiz Fernandes de molestá-las sexualmente. O pedido foi formulado pela defesa do réu, sob o argumento de que a quinta denunciante, uma funcionária que trabalhou na residência da família do advogado, prestou queixa apenas um ano depois de supostamente sofrer os abusos.

De acordo com a lei, por ter mais de 18 anos, ela teria prazo máximo de seis meses para representar contra seu agressor. Os advogados de Sandro informaram que também pediram a exclusão de outras três vítimas, alegando motivos semelhantes, que não foram aceitos pelo juiz Jaime Ferreira Menino, da 2ª Vara Criminal de Bauru.

“Nós iremos recorrer ao Tribunal de Justiça, em São Paulo, assim que o recesso judiciário se encerrar (no dia 9 de janeiro). Trata-se de um processo natimorto, porque todas as denunciantes representaram fora do prazo”, adianta o advogado Ricardo Ponzetto.

Em relação ao parente de 9 anos de idade, que teria sido violentado um mês antes de o caso chegar à polícia, a defesa garante que a extinção do processo pode ser obtida por acreditar que a criança foi induzida a mentir ao prestar depoimento. “É algo que será objeto de contestação. A forma como este menino foi influenciado é evidente”, acrescenta.

Ponzetto revela que havia pedido a extinção do processo quanto às quatro vítimas dias antes de Sandro e sua esposa, Fernanda Fernandes, serem autorizados a cumprir prisão domiciliar, no início do mês. A palavra final do juiz, entretanto, só teria sido dada na semana passada.

Antes da decisão da Justiça, o promotor Hércules Sormani Neto havia dado parecer desfavorável ao pedido dos advogados. Informado pelo JC sobre a exclusão da quinta vítima, ele disse que irá analisar as novas informações do processo para, depois, decidir se irá recorrer da decisão.

“Mas entendo que, há uma série de possibilidades que precisa ser considerada, pelo fato de esta mulher ter ficado grande parte do tempo dentro da residência da família, e submetida às ordens da casa. Ela pode até mesmo ter sido coagida”, pondera.



Lei antiga

Ponzetto esclarece que o pedido acatado por Menino baseia-se lei que vigorava na época em que os supostos crimes ocorreram. Antes de 2009, quando o crime de abuso sexual não era considerado estupro, as vítimas tinham até seis meses para prestar queixa contra seu agressor.

Se menores de idade, o prazo passaria a correr a partir da data em que completassem 18 anos. “Uma das familiares de Sandro procurou a polícia quando já tinha quase 19 anos completos. Outras duas (uma de 18 anos e outra de 13 anos) já haviam relatado aos pais há mais de seis meses que haviam sido molestadas. No nosso entender, o prazo começa a ser contado a partir desta comunicação aos responsáveis legais”, descreve Ponzetto.

Mas este não foi o entendimento da Justiça, para a qual as vítimas com laços de parentesco com o acusado tinham prazo diferenciado para oferecer a denúncia. Vale ressaltar que, a partir da nova lei de estupro, que passou a vigorar em agosto de 2009, o Ministério Público foi autorizado a atuar em favor de pessoas molestadas antes dos 18 anos de idade, independentemente do tempo transcorrido e até mesmo da manifestação da vontade das vítimas.

Sandro é acusado de molestar sexualmente cinco pessoas, sendo quatro delas de sua família - três jovens que à época dos supostos crimes tinham entre 8 e 16 anos e um menino de 9 anos. Fernanda responde como coautora dos crimes, por haver suspeita de que tenha sido conivente com os abusos. Eles foram presos no dia 30 de setembro e, desde o dia 2 de dezembro, cumprem prisão no domicílio do casal, em Bauru.

PEDOFILIA MT:Países Baixos processam sacerdotes por abuso sexual infantil

Imagen activaAmsterdã, 20 dez (Prensa Latina) O premiê dos Países Baixos, Mark Rutte, informou hoje que seu gabinete investigará se é possível processar 105 sacerdotes católicos por abuso sexual de milhares de menores entre 1945 e 1981.

  De acordo com o presidente, o Governo examinará quais são as possibilidades jurídicas de reabrirem os processos, tendo em conta a legislação europeia, para levar perante a justiça os perpetradores desses delitos.

Rutte disse à televisão local que o processo poderia demorar porque sob a lei holandesa essas causas prescreveram, mas espera que os sacerdotes compareçam diante dos tribunais.

Segundo um recente relatório do ex-ministro da Educação Wim Deetman, entre 10 mil e 20 mil jovens sofreram abusos sexuais em centros de ensino católica no período mencionado.

Essas práticas incluem desde toques ou encostões desonestos até penetrações e, até o momento, identificaram-se cerca de 800 supostos responsáveis, 105 dos quais ainda vivem.

Deetman assegurou que o tema estava na agenda das reuniões episcopais desde a década de 40 do século passado, mas a Igreja católica fracassou em enfrentar o problema por medo ao escândalo.

No último dia 16, a Conferência Episcopal da Holanda pediu perdão pelos abusos sexuais cometidos pelos sacerdotes, e admitiu que deve castigar os autores e também as autoridades religiosas que não reagiram adequadamente.

PEDOFILIA MT:Um desembargador corajoso em Brasília

Juiz corajoso
O desembargador Roberval Belinati, do Tribunal de Justiça do DF, foi quem tomou a corajosa decisão de remeter ao Juizado da Criança o processo em que Durval Barbosa é gravemente acusado de pedofilia. Nas mãos de outro juiz, curiosamente, o delator colecionou vitórias.
Acabou o canapé
O ministro Celso Amorim (Defesa) encerrou a festa: proibiu ceias natalinas, troca de brindes, coquetéis, jantares, homenagens e rapapés variados fora da programação oficial da pasta. Amigo oculto também. 
Distância
O senador Pedro Taques (PDT-MT), o procurador que pediu e obteve na Justiça a prisão de Jader Barbalho, não provou do jantar oferecido ao senador do Pará. Foi embora tão logo o homenageado chegou. 
Mal do século
Parodiando a velha piada, Osama, Kadafi e Kim Jong-il morreram, e Fidel também não está se sentindo muito bem...
PODER SEM PUDOR
Impaciência com humor
Reprodução
Reprodução
Dia desses, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Benedito de Lyra (PP-AL) lia seu parecer sobre reforma administrativa quando, impaciente, o sergipano Antonio Carlos Valadares (PSB) pediu pressa. Lyra ficou ainda mais enrolado, não conseguia passar as páginas. Não teve dúvidas: enfiou o dedo no copo de água à sua frente. Valadares não se conteve:
- Pronto, agora leia só a última página! 
                                                         ***
“Troca de ministro não é crise de governo”
Deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) sobre os sete ministros demitidos em um ano

PEDOFILIA MT:Igreja Católica pede “sinceras desculpas” pelos casos de abusos sexuais contra menores

Igreja Católica pede “sinceras desculpas” pelos casos de abusos sexuais contra menores
Uma comissão independente nomeada pela Conferência dos Bispos e pela Conferência Religiosa Holandesa analisou documentos e divulgou um relatório em que denuncia abusos sexuais contra menores de idade que passaram por instituições da Igreja Católica na Holanda.
Segundo os dados divulgados, entre 10 e 20 mil jovens foram vítimas de abusos sexuais, cometidos em orfanatos e seminários. Os dados apurados se referem ao período entre 1945 e 1981.
Em nota, os sacerdotes católicos das duas conferências se disseram envergonhados e pediram “sinceras desculpas” pelos fatos lamentáveis: “Os bispos e diretores da KNR estão chocados com o abuso sexual de menores e as práticas descritas no relatório final. Isso nos enche de vergonha e dor”.
O comunicado traz ainda um mea culpa em relação aos episódios: “Os agressores não são os únicos culpados. Autoridades da Igreja que não agiram corretamente e não deram prioridade aos interesses e ao cuidado das vítimas também tem culpa. Nós lamentamos profundamente esse abuso”.
O relatório aponta para detalhes dos abusos cometidos por padres e funcionários das instituições, envolvendo estupros e agressões. Segundo informações do site O Globo, o protestante Wim Deetman, líder da comissão, ex-ministro da Educação, ex-prefeito da cidade de Haia afirmou que “as ordens (religiosas) estão lidando com os casos. A ideia de que as pessoas não sabiam disso e administradores não sabiam disso não pode ser mantida”.

PEDOFILIA MT:Polícia procura foragido suspeito de estupro

Mikail está sendo procurado pela polícia
 
PG6-POLCIAL-OK_page1_image8.jpg Policiais do Núcleo de Proteção a Criança e ao Adolescente Víti mas de Crime (Nucria) divulgaram a foto do suspeito de cometer três estupros.

Mikail Margregori Ribeiro, 20 anos, foi preso no mês passado pelo Nucria, mas obteve alvará de soltura um mês depois.

Além dos estupros, há dois inquéritos policiais instaurados em seu nome. Segundo a polícia, em 2009 uma adolescente de 15 anos foi abordada por Mikail, no parque Bacacheri, em Curiti ba.

Ele a teria agredido e aproveitado que a víti ma desmaiou para prati car o abuso sexual. Se condenado, o suspeito pode pegar uma pena de sete anos e meio de reclusão. Já neste ano, Mikail teria estuprado uma garota de 13 anos.

O suspeito levou a víti ma a um local isolado, a agrediu com um capacete e cometeu o crime. Nesse caso, a menina fi cou bastante ferida. Se condenado, poderá pegar mais nove anos de detenção. Ele ainda responde pelo estupro de uma mulher em 2010. Segundo a delegada do Nucria, Maricy Mortagua Santi neli, o suspeito fugiu depois que soube das possíveis sentenças.

Agora, a polícia conti nua trabalhando para localizar e prender o foragido.

Quem ti ver qualquer informação sobre o paradeiro de Mikail, pode entrar em contato, de forma anônima, com a delegacia, pelo telefone (41) 3244-3577.
 
Fonte: Jornal de Colombo
contato@jornaldecolombo.com.br

PEDOFILIA MT:Aborto legalizado ainda é difícil para vítimas de abuso sexual


O acesso ao aborto legalizado ainda é complicado para as vítimas de violência sexual, embora esteja previsto em lei, desde 1940, nos casos de estupro e risco de vida para a gestante. Muitos profissionais de saúde ainda pensam que é preciso de um alvará judicial, quando é necessário apenas o consentimento da mulher, o boletim de ocorrência e o laudo de três médicos. Segundo a advogada Flávia Piva Almeida Leite, doutora em Direito pela PUC-São Paulo e professora das faculdades FMU, UMC e Unip, muitos hospitais oferecem o atendimento para as vítimas de abuso sexual, mas se recusam a fazer o aborto, por convicções religiosas ou falta de informação.
Por que ainda hoje alguns profissionais de saúde não fazem o aborto, mesmo em casos permitidos por lei?
Algumas instituições, como o hospital de Santo André, acolhem e dão todo apoio a vítimas de violência sexual, porém encaminham a outra entidade que está preparada para realizar esse tipo de procedimento. O maior argumento é de que os profissionais se recusam a realizar o aborto em casos de estupro, principalmente, por convicções religiosas, mas penso que além do aspecto religioso, muitos não fazem por receio de serem responsabilizados criminalmente pela prática.
Em que casos hoje o profissional de saúde pode realizar o aborto?
O Código Penal brasileiro não pune o aborto praticado pelo médico em duas hipóteses previstas no artigo 128: o aborto necessário (se não há outro meio de salvar a vida da gestante) e o aborto no caso de gravidez resultante de estupro (com consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal). Esta prática é chamada de “aborto sentimental”; “aborto ético” ou “aborto humanitário”. O médico poderá ser responsabilizado criminalmente apenas se provocar aborto sem o consentimento da gestante (artigo 125 do Código Penal), e também com o consentimento dela (art. 126) nos casos em que não houve estupro ou não há risco de vida para a gestante.
É necessária a sentença do juiz para realizar um aborto legalizado?
A lei não exige autorização judicial para a prática do aborto sentimental e não é necessário que exista processo contra o autor do crime sexual, nem que haja sentença condenatória.
A definição de concepção da vida é diferente hoje para a Medicina e para o Judiciário?
Questão de primordial importância é aquela que se refere ao início da vida humana, pois, a Constituição Federal garante como direito fundamental a inviolabilidade do direito à vida. È necessário estabelecer o conceito de vida na acepção que foi empregada no caput do artigo 5º da CF já que a mesma não definiu “vida”. Para tanto teremos de recorrer à Ciência para saber quando se inicia a vida e, com ela, a proteção constitucional.
O advogado Diego León Rábago, em “La Bioética para el derecho”, explica que, desde o momento em que surge à vida o zigoto, já há um ser humano. O médico Keith L. Moore define que com o zigoto inicia-se o processo contínuo de desenvolvimento do ser humano.
Segundo o constitucionalista brasileiro, José Afonso da Silva, a vida não será considerada apenas no seu sentido biológico de incessante auto-atividade funcional, peculiar à matéria orgânica, mas sua acepção biográfica mais compreensiva. Sua riqueza significativa é de difícil apreensão porque é algo dinâmico, que se transforma incessantemente, sem perder sua própria identidade. É mais um processo que se instaura com a concepção (ou germinação vegetal), transforma-se, progride, mantendo sua identidade, até que muda de qualidade deixando, então, de ser vida para ser morte. Tudo que interfere em prejuízo deste fluir espontâneo e incessante contraria a vida.

PEDOFILIA MT:Padres são condenados em Arapiraca

Foto: ROBSON LIMA – ARQUIVO GA
Os três religiosos foram considerados culpados pela prática de pedofilia em Arapiraca: caso teve repercussão nacional
Foto: ROBSON LIMA – ARQUIVO GA
Por: FERNANDO VINÍCIUS - REPÓRTER
Arapiraca – Os padres acusados por prática de pedofilia contra três ex-coroinhas, em Arapiraca, foram condenados pela Vara da Infância e da Juventude do município. A sentença, lida na tarde de ontem pelo juiz João Luiz Azevedo Lessa, fixa 21 anos de reclusão para Luiz Marques Barbosa e 16 anos e quatro meses de detenção para Raimundo Gomes e Edílson Duarte, além de multa para os três religiosos.

Antes de apresentar o veredito, o magistrado declarou para a Gazeta não ter sido pressionado por nenhuma das partes citadas no escândalo, caso que assumiu em julho deste ano e que resultou em 1.340 páginas, mais as 76 relacionadas à decisão que será oficialmente comunicada aos réus. A partir da data do recebimento da sentença, os advogados têm até cinco dias para apresentar recurso.

Caso percam o prazo, os padres serão detidos e levados para cumprir as respectivas penas no presídio de Arapiraca, segundo o juiz João Azevedo Lessa, citando a unidade do sistema prisional que deverá ser desativada nos próximos 90 dias para ampliação da sede da Ufal, conforme anunciado pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB).

PEDOFILIA MT:Estabelecimentos devem fixar placas para combater a pedofilia

O delegado Roberto Teixeira, do Departamento de Polícia Administrativa (DPA), explica que fiscalização começa a partir de janeiro do ano que vem
Lei sancionada pelo governo do Estado é a mais nova arma no combate ao crime de pedofilia no Pará. A fixação de placas indicativas em hotéis, motéis, bares, restaurantes e lojas de conveniência em estradas e avenidas no Estado será agora obrigatória, com mensagens sobre a prevenção e combate à pedofilia e ao abuso sexual contra crianças e adolescentes.
A Divisão de Policia administrativa (DPA) da Polícia Civil vai fiscalizar o cumprimento da lei. O diretor da DPA, Roberto Teixeira, explica que, a partir de janeiro de 2012, quando começa a renovação de alvarás de funcionamento dos estabelecimentos, os peritos vão aos locais para fazer uma vistoria. Nesse momento, esclarece ele, os empresários serão comunicados sobre a obrigação de fixar a placa indicativa para alertar os frequentadores. “Quem não cumprir a medida vai obter um alvará provisório e depois será obrigado a se ajustar à lei”, alerta.
O delegado Roberto Teixeira elogia a iniciativa, pois agora a própria população vai poder denunciar esse tipo de situação, já que os cartazes vão conter informações importantes para se combater o crime. A Lei 7.576 também diz que as placas vão conter telefones para receber a denunciar a prática de abuso sexual de crianças e adolescentes e a legislação federal que trata sobre o assunto.
A coordenadora do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Celina Hanoy, acha a iniciativa importante. “Qualquer norma que tenha como objetivo implementar fiscalização contra a violação dos direitos humanos de crianças e adolescentes é sempre muito importante, pois ainda vivemos em uma sociedade em que não basta o debate positivo, precisa-se de norma reguladora”, avalia.
Celina Hanoy também diz que a violência contra crianças e adolescentes atinge todas as camadas da sociedade e a violência sexual não é diferente. O principal da lei, considera ela, não está na sanção, mas na possibilidade de fazer com que todos possam saber que existe uma norma do Estado que está vigilante na violação dos direitos. “É muito importante que uma lei como essa ganhe repercussão na sociedade para que todos sabiam as consequências das violações”, finaliza.

(Fonte: Agência Pará)

PEDOFILIA MT:Dia histórico: Sentença sobre sacerdotes acusados de pedofilia

Decisão do juiz João Luiz de Azevedo sairá às 14h
Um dia histórico para cidade de Arapiraca e para o Brasil. Assim esta sendo encarada esta segunda-feira, 19, dia em que o juiz João Luiz de Azevedo Lessa, titular da 1ª Vara Judiciária da Infância e Juventude, vai proferir a sentença sobre o caso dos três sacerdotes acusados de pedofilia.
O anúncio será feito às 14h, na sede do juizado. Há cerca de quinze dias, a defesa do padre Edilson Duarte, entregou as alegações finais – relatório que faltava para a conclusão do processo. Além do padre, os monsenhores Raimundo Gomes e Luiz marques também terão as sentenças divulgadas.
Julgamento
Durante vários dias, o juiz João Luiz de Azevedo Lessa ouviu testemunhas de acusação e defesa, ouviu os sacerdotes, os ex-coroinhas e os advogados. Após as diligências, a acusação e defesa preparam suas alegações para serem entregues. O processo começou a ser julgado em julho.
Entenda
O Programa do SBT ‘Conexão Repórter’, comandado pelo jornalista Roberto Cabrini, chocou a população arapiraquense com os casos envolvendo dois monsenhores e dois padres da cidade. A matéria devastadora trouxe inclusive um vídeo onde um dos monsenhores, Luiz Marques, faz sexo com um jovem.
Conexão Repórter trouxe o resultado de uma extensa investigação que comprovou denúncias de abusos sexuais de padres contra coroinhas ocorridos no município. Para comprovar as denúncias, Cabrini entrevistou padres, sacristãos, coroinhas e suas famílias, obtendo imagens chocantes e confirmando que dentro daquela paróquia ocorriam abusos.
Posteriormente, em entrevista ao repórter, um dos sacerdotes acusados revelou ter ele próprio abusado sexualmente de menores. Foi a primeira vez na história da Igreja Católica brasileira em que o Vaticano reconheceu um caso de abuso sexual contra menores.
Na matéria, o jornalista fala que o vídeo foi o ponto inicial e ao chegar na cidade encontrou Fabiano, o rapaz que aparece ao lado do padre mantendo relações sexuais. Fabiano, hoje com 20 anos, relatou que se tornou coroinha na igreja com 12 anos de idade e desde então foi assediado sexualmente pelo padre. Contou ainda que manteve um relacionamento com o religioso durante anos, e por isso desistiu do antigo sonho de se tornar padre.
Durante a apuração, outros jovens foram localizados dizendo que passaram pelo mesmo assédio, chegando a prática do sexo com os padres. Entre eles está um menino, de 11 anos. Ele afirmou que foi assediado por um outro padre da região, Edilson Duarte, responsável pela Igreja Catedral de Bom Conselho.
Na reportagem seguiram-se várias denúncias de jovens e pais de crianças que foram coroinhas e acabaram assediados pelo Monsenhor Luiz Marques, pelo padre Edilson Duarte e pelo Monsenhor Raimundo além de um outro padre não identificado.
Os padres foram ouvidos e negaram toda a história, mas a reportagem flagrou um advogado identificado como Daniel Fernandes intimidando e até ameaçando os jovens responsáveis pela gravação, identificados como Flávio e Fabiano. Os garotos confirmaram ainda que receberam R$ 30 mil reais do advogado em uma negociação intermediada pelo Monsenhor Raimundo para que não divulgassem os vídeos.
Por: Minuto Arapiraca

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PEDOFILIA MT:AL: padres que abusaram de coroinhas pegam 21 anos de prisão

Dois padres e um monsenhor acusados de pedofilia foram condenados nesta segunda-feira a 21 anos de prisão pelo juiz da Vara da Infância e da Juventude da cidade de Arapiraca, no agreste alagoano.

O monsenhor Luiz Marques, 83 anos, e os padres Raimundo Gomes e Edilson Duarte respondem ao processo em liberdade e só serão presos após o trânsito em julgado da ação. Marques ainda terá de pagar multa de 30 salários mínimos. A defesa tem cinco dias para recorrer da decisão.

O julgamento começou em junho e foi adiado várias vezes. Os réus são acusados de atentar violentamente contra três coroinhas. As orgias eram pagas com dinheiro do dízimo. A denúncia foi oferecida em março de 2010 pelo Ministério Público.

Em abril, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia esteve em Arapiraca, ouviu religiosos e coroinhas e determinou a prisão do monsenhor Luiz Marques por entender que ele tentava fugir do País.

Na denúncia, o MP afirma que "aproveitando-se da qualidade de sacerdote, os denunciados aproximaram-se das vítimas, coroinhas à época, que tinham entre 12 e 17 anos, com o intuito de satisfazer seus desejos sexuais. Para conseguir o intento, constrangiam os jovens utilizando-se da confiança que desfrutavam, ofereciam vantagens econômicas e, ainda, intimidavam aqueles para que não revelassem os encontros sexuais ocorridos com frequência".

Alguns dos encontros ocorriam na concatedral de Arapiraca, a principal igreja da cidade do interior alagoano. O caso ficou conhecido em 2010, quando o SBT exibiu vídeos mostrando as relações sexuais dos católicos com os adolescentes. A repercussão foi tanta que, em março do ano passado, o Vaticano reconheceu os casos de exploração sexual.