Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Depois de jogar para a plateia, cancelando a taxa do lixo e o REFIS, agora Abílio quer confiscar o patrimônio dos contribuintes ⚠️💸

 

Depois de posar de herói ao acabar com a taxa do lixo e suspender o REFIS, programa que permitia renegociar dívidas com descontos e parcelamentos, o prefeito Abílio Brunini agora mostra outra face: determinou uma ofensiva pesada da Procuradoria de Cuiabá para penhorar bens de quem deve tributos ao município. Já são mais de R$ 100 milhões bloqueados na Justiça e R$ 313 milhões mapeados em patrimônio penhorável.

O movimento vem sendo interpretado como jogo para a plateia: enquanto fez discursos para agradar o contribuinte ao cortar taxas e acabar com negociações, a gestão monta uma máquina de cobrança agressiva, que vasculha patrimônios pessoais, de família , e de empresas do contribuinte cuiabano. Para especialistas, a prefeitura trocou diálogo e incentivos por uma postura rude e confiscatória para tentar equilibrar as contas.

Traição no plenário: Michely, Paula Calil e Dilemário viram as costas para os servidores da Saúde e avalizam corte nos salário

 

Em uma sessão marcada por protestos e cobranças de servidores da Saúde de Cuiabá, as vereadoras Michely Alencar (União) e Paula Calil (PL) — acompanhadas pelo líder do prefeito, Dilemário Alencar (União) — assumiram publicamente que não pretendem barrar a mudança nos critérios de cálculo do adicional de insalubridade, que resultará em redução da remuneração de milhares de profissionais da rede municipal.

As parlamentares, em defesa do prefeito Abílio Brunini (PL), alegaram que “não há como evitar” o corte, limitando-se a prometer um “diálogo” para tentar “minimizar impactos”. A postura, vista como alinhamento irrestrito ao Executivo, revoltou servidores que lotaram a Câmara Municipal na tentativa de impedir a medida. Com isso, Michely, Paula e Dilemário consolidam-se como aliados do prefeito em um momento em que a categoria esperava proteção de seus representantes.

Deputado Zé Trovão afirma que escritórios de advocacia viraram “lugar de lavagem de dinheiro” no Brasil

 

Durante sessão da CPI do INSS, o deputado federal Zé Trovão (PL-SC) fez uma declaração polêmica ao afirmar que escritórios de advocacia têm sido usados para encobrir práticas ilícitas. Segundo ele, “hoje no Brasil é muito simples: quando alguém quer roubar, procura quem faça o crime com ele e quem lave o dinheiro — e normalmente são escritórios de advocacia”

Cena vulgar, palavrão em plenário e interferência de Abílio reacendem fantasma da “Casa dos Horrores” na Câmara de Cuiabá

 

Na última sessão ordinária da Câmara Municipal de Cuiabá, realizada na terça-feira, um episódio expôs de forma preocupante o nível de desrespeito institucional que vem marcando parte do parlamento. A vereadora Baixinha Giraldelli, em meio a discussões de rotina, pediu a palavra e disparou que havia “putaria” no plenário — um vocabulário impróprio para um espaço que deveria ser símbolo de civilidade e debate qualificado. O fato ocorre poucos dias depois de a parlamentar ter protagonizado outra cena controversa: foi carregada no colo pelo prefeito Abílio Brunini durante comemorações de aniversário, um gesto que extrapola a liturgia republicana e reforça a imagem de um legislativo frágil diante do poder executivo.

A situação revela um problema maior: a frouxidão da atual presidência da Câmara, comandada pela vereadora Paula Calil, que não tem contido arroubos verbais, comportamentos incompatíveis com a função pública e nem a interferência direta do prefeito nos ritos da Casa. Ao permitir que o plenário se transforme em palco de atitudes caricatas e desrespeitosas, a presidência ajuda a ressuscitar o estigma de “casa dos horrores” — apelido que marcou um período cinzento da história do legislativo cuiabano e que parecia superado.

Ser popular não significa ser mal-educado, bizarro ou desprovido de noção institucional. Ao contrário: quanto mais próxima do povo, mais uma vereadora deveria entender o peso da representação que exerce. Quando o Executivo avança sobre a independência do Legislativo e a presidência não reage, mina-se a credibilidade da Câmara e compromete-se a democracia local. O episódio vai além de folclore político: revela um parlamento vulnerável, permissivo e que troca relevância social por entretenimento tosco — um preço alto demais para a imagem da cidade e para a confiança da população em seus representantes.

Vereadora Michelly Alencar e o marido secretário do Abílio recebem juntos R$ 95 mil por mês, mas ela quer “corte” só no bolso dos servidores da saúde

 

A vereadora Michelly Alencar, que virou as costas para os servidores da saúde de Cuiabá na votação sobre o pagamento da insalubridade, começou defendendo cortes imediatos e depois recuou, falando em “corte gradual” — mas do salário dela e do marido, que juntos somam cerca de R$ 95 mil brutos por mês, entre salários e verbas indenizatórias, ela não fala nada. O marido, apontado como um secretário de fachada, recebe sem apresentar resultados concretos, enquanto a vereadora silencia diante dos próprios privilégios.

Enquanto isso, os servidores da saúde — que enfrentam riscos diários e condições precárias — lutam por um adicional de insalubridade que em muitos casos não chega a R$ 300. A postura de Michelly evidencia o abismo entre o discurso de austeridade seletiva que prega e a realidade de quem mantém o sistema de saúde funcionando, mostrando que o “corte” que ela defende tem endereço certo: o bolso do trabalhador, não o dos aliados do poder.

Prefeito Abílio Brunini e sua esposa, a vereadora Samantha do Abílio, recebem juntos R$ 117 mil por mês enquanto negam insalubridade aos servidores da saúde de Cuiabá

 

O prefeito Abílio Brunini e sua esposa, a vereadora Samantha do Abílio, formam o casal mais bem remunerado da Prefeitura de Cuiabá. Somando os valores de subsídios, gratificação de desempenho, auxílio-saúde e verba indenizatória, o casal recebe R$ 117.327,00 bruto por mês dos cofres públicos. O contraste é gritante: enquanto desfrutam de altos rendimentos e privilégios, os servidores da saúde municipal enfrentam cortes no adicional de insalubridade — um direito fundamental garantido por lei.

A decisão da gestão Abílio de não pagar o adicional aos trabalhadores que lidam diariamente com riscos biológicos e condições insalubres demonstra uma profunda falta de sensibilidade e empatia. É inadmissível que quem vive da máquina pública com salários tão altos vire as costas para aqueles que mantêm o sistema de saúde funcionando, muitas vezes com salários que não chegam nem a 5% do que o casal recebe mensalmente.

Prefeitura de Cuiabá nomeia influencer com 45 mil seguidores e salário de R$ 7,6 mil para cargo comissionado na Comunicação

 

O prefeito Abílio Brunini nomeou o influencer Lucas Acrísio de Pinho, conhecido nas redes sociais como Alê do MT, para o cargo comissionado de Assessor Especial (símbolo GDA-6) na Secretaria Municipal de Comunicação. A nomeação foi publicada no Ato GP nº 2.381/2025, da Gazeta Municipal de Cuiabá, com vigência a partir de 22 de setembro de 2025.

O cargo garante ao novo assessor um salário de R$ 4.353,00, acrescido de verba indenizatória (VI) de R$ 3.264,00, totalizando R$ 7.617,00 mensais. Lucas, que mantém dois perfis no Instagram — @aledomt e @aledomtoficial — soma cerca de 45 mil seguidores e atua como rapper, compositor e criador de conteúdo. A nomeação reforça a presença de influenciadores digitais na folha de pagamento da Prefeitura de Cuiabá sob a gestão de Abílio Brunini.

Chico 2000 revela: “Abílio só é prefeito porque eu o salvei da inelegibilidade”

 

O vereador Chico 2000 confessou no Popó Cast que foi ele quem desistiu do recurso no STJ que tornaria Abílio Brunini inelegível. Segundo Chico, o próprio Abílio lhe pediu pessoalmente para arquivar o processo que confirmava sua cassação como vereador. “Perguntei se isso o ajudaria, ele respondeu: ‘Vai me salvar’. Fiz por humanidade, não por política”, afirmou.
Chico diz que não se arrepende, mas lamenta a falta de gratidão do prefeito, que depois teria estimulado denúncias contra ele, levando-o a ficar 125 dias afastado da Câmara.

Programa social do Governo “salva” público do jogo do Cuiabá

 

Fontes que acompanharam o evento nesta quarta-feira (9) relataram ao Blog do Popó que a “ação social” promovida pelo Governo de Mato Grosso em parceria com o Cuiabá Esporte Clube — apresentada oficialmente como parte do projeto SER Família Criança — pode ter tido um efeito muito além do caráter educativo divulgado. Segundo essas fontes, a entrada de centenas de estudantes da rede estadual teria coincidido com o baixo público previsto para o jogo, o que levantou suspeitas de que a mobilização também tenha servido para garantir arquibancadas cheias e boas imagens nas redes sociais e na imprensa.

Na versão oficial, divulgada pelo governo estadual, a iniciativa é descrita como uma experiência “inesquecível” para as crianças, dentro das comemorações do Dia do SER Família Criança. No entanto, áudios que circulam entre torcedores e servidores públicos questionam a real motivação da ação, afirmando que os portões da Arena Pantanal teriam sido fechados durante o jogo, impedindo a saída antes do apito final. Se confirmado, o episódio colocaria em xeque o uso de um programa social — financiado com recursos públicos — como ferramenta de marketing político e esportivo.

A divergência entre o discurso oficial e os relatos de quem presenciou a cena reforça a necessidade de transparência na relação entre o governo estadual e o clube, sobretudo quando ações sociais acabam convertidas em estratégias de promoção de imagem pública. O caso reacende o debate sobre a fronteira entre política social e publicidade institucional em Mato Grosso.

De tigrão a tchutchuca: Dilemário Alencar ganha R$ 64 mil por mês e se cala diante do corte da insalubridade dos servidores da saúde

 

O vereador Dilemário Alencar, que na gestão passada rugia alto contra o ex-prefeito Emanuel Pinheiro em defesa dos servidores da saúde e do adicional de insalubridade, agora, como líder do prefeito Abílio Brunini, que colocou em curso o corte do benefício, se cala e finge não ver o prejuízo dos trabalhadores que antes dizia defender. Dilemário recebe R$ 64 mil por mês, somando subsídio, gratificação, auxílio saúde e verba indenizatória, mas ignora o direito dos servidores da saúde que lutam por um adicional que muitas vezes não chega a R$ 300. Não é justo que quem ganha tanto vire as costas para quem enfrenta risco e insalubridade diária para cuidar da população. O “tigrão” da oposição virou uma tchutchuca governista, provando que sua coragem acabou junto com a conveniência política.

“Casa dos Horrores está voltando”, alerta Chico 2000

 

O ex-presidente da Câmara de Cuiabá disse que o Legislativo está prestes a repetir os piores momentos de sua história recente. “Não é culpa da presidente, é culpa do prefeito. O excesso de interferência está acabando com a independência do parlamento”, apontou.
Para Chico, a presença constante de Abílio dentro da Câmara demonstra autoritarismo e desrespeito com os vereadores. “Prefeito não é vereador. Cada poder precisa ter sua autonomia”, afirmou.

Programa social do Governo “salva” público do jogo do Cuiabá

 

Fontes que acompanharam o evento nesta quarta-feira (9) relataram ao Blog do Popó que a “ação social” promovida pelo Governo de Mato Grosso em parceria com o Cuiabá Esporte Clube — apresentada oficialmente como parte do projeto SER Família Criança — pode ter tido um efeito muito além do caráter educativo divulgado. Segundo essas fontes, a entrada de centenas de estudantes da rede estadual teria coincidido com o baixo público previsto para o jogo, o que levantou suspeitas de que a mobilização também tenha servido para garantir arquibancadas cheias e boas imagens nas redes sociais e na imprensa.

Na versão oficial, divulgada pelo governo estadual, a iniciativa é descrita como uma experiência “inesquecível” para as crianças, dentro das comemorações do Dia do SER Família Criança. No entanto, áudios que circulam entre torcedores e servidores públicos questionam a real motivação da ação, afirmando que os portões da Arena Pantanal teriam sido fechados durante o jogo, impedindo a saída antes do apito final. Se confirmado, o episódio colocaria em xeque o uso de um programa social — financiado com recursos públicos — como ferramenta de marketing político e esportivo.

A divergência entre o discurso oficial e os relatos de quem presenciou a cena reforça a necessidade de transparência na relação entre o governo estadual e o clube, sobretudo quando ações sociais acabam convertidas em estratégias de promoção de imagem pública. O caso reacende o debate sobre a fronteira entre política social e publicidade institucional em Mato Grosso.


De tigrão a tchutchuca: Dilemário Alencar ganha R$ 64 mil por mês e se cala diante do corte da insalubridade dos servidores da saúde

 

O vereador Dilemário Alencar, que na gestão passada rugia alto contra o ex-prefeito Emanuel Pinheiro em defesa dos servidores da saúde e do adicional de insalubridade, agora, como líder do prefeito Abílio Brunini, que colocou em curso o corte do benefício, se cala e finge não ver o prejuízo dos trabalhadores que antes dizia defender. Dilemário recebe R$ 64 mil por mês, somando subsídio, gratificação, auxílio saúde e verba indenizatória, mas ignora o direito dos servidores da saúde que lutam por um adicional que muitas vezes não chega a R$ 300. Não é justo que quem ganha tanto vire as costas para quem enfrenta risco e insalubridade diária para cuidar da população. O “tigrão” da oposição virou uma tchutchuca governista, provando que sua coragem acabou junto com a conveniência política.

Pedro Taques rebate Mauro Mendes: “É melhor falar merda do que ter merda na cabeça e fazer merda”

 

O ex-governador Pedro Taques reagiu com ironia e contundência às declarações de Mauro Mendes, que havia criticado quem questiona o Parque Novo Mato Grosso afirmando que “tem muita gente falando merda”. Em resposta, Taques afirmou que “é melhor falar merda do que ter merda na cabeça e fazer merda”, numa referência direta à gestão do atual governador. O ex-chefe do Executivo estadual criticou os gastos bilionários do parque, que inclui uma roda gigante de R$ 70 milhões, enquanto a segurança pública de Mato Grosso segue dominada por facções.

O áudio viralizou nas redes sociais e reforçou o tom de confronto entre os dois ex-aliados, agora em lados opostos da política estadual. Taques ironizou a prioridade de Mauro Mendes em construir “um parque de R$ 2 bilhões” em detrimento de investimentos em áreas essenciais, como segurança e saúde. “Com todo respeito, é muita merda”, disparou o ex-governador, sintetizando o sentimento de parte da população que vê o Parque Novo Mato Grosso como símbolo do luxo e do desperdício de dinheiro público

Parte I — Abílio e MP fazem “parceria” para cortar adicional da enfermagem, denuncia presidente do Sinpen

 

O presidente do Sindicato dos Profissionais da Enfermagem (Sinpen-MT), Dejamir Soares, denunciou uma suposta “parceria de conveniência” entre o prefeito Abílio Brunini e o Ministério Público para cortar o adicional de insalubridade dos servidores da saúde de Cuiabá. Segundo ele, o corte representaria uma economia de R$ 4 milhões mensais para a prefeitura, mas custaria fome e endividamento a mais de 6 mil trabalhadores.
Dejamir afirmou que o TAC citado pelo MP não exige corte salarial, apenas a realização de um novo laudo técnico (LTCAT) para avaliar o grau de exposição ao risco nos ambientes de trabalho. “O erro é da prefeitura, que nunca fez o laudo. Agora querem tirar do bolso do trabalhador pra cobrir rombo de R$ 20 milhões na saúde”, declarou o sindicalista.

Parte II — Enfermagem dá prazo a Abílio e ameaça greve geral se corte for mantido

 

O presidente do Sinpen anunciou que a categoria vai votar estado de greve na segunda-feira, caso o prefeito Abílio mantenha a decisão de cortar o adicional de insalubridade já a partir do salário de outubro. Em reunião recente com os sindicatos da saúde, o prefeito propôs compensar o corte com o chamado “Prêmio Saúde”, que Dejamir classificou como “processo de escravização do trabalhador”.
Os sindicatos vão entregar uma carta à Câmara Municipal pedindo ao Ministério Público uma dilação de prazo de 30 dias para negociação. “Se não houver acordo, a paralisação começa no dia seguinte ao corte. O trabalhador está cansado de pagar a conta da má gestão”, concluiu Dejamir Soares.