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Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

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MPF denuncia ex-dirigentes da Unimed Cuiabá e empresário por estelionato e lavagem de dinheiro

 

MPF denuncia ex-dirigentes da Unimed Cuiabá e empresário por estelionato e lavagem de dinheiro
Esquema envolvia contrato simulado que desviou R$ 700 mil e uso de contabilidade maquiada para ocultar crimes da fiscalização da ANS

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou ex-dirigentes da Unimed Cuiabá e um empresário por estelionato e lavagem de dinheiro. Segundo a acusação, o grupo simulou a contratação de um serviço de intermediação financeira inexistente para justificar o pagamento indevido de R$ 700 mil, causando prejuízo à própria cooperativa.

De acordo com a denúncia oferecida à Justiça Federal, o esquema foi estruturado entre setembro e dezembro de 2022 por integrantes da alta administração da operadora de saúde, incluindo o então diretor-presidente, o ex-diretor executivo (CEO), a ex-chefe do departamento jurídico e gestores da área administrativa e financeira.

Eles teriam atuado em conjunto com um representante de empresa privada para simular a prestação de serviço de intermediação de crédito, mediante contrato fictício que previa pagamento de comissão.

A investigação apontou que a cooperativa foi induzida a erro com a justificativa de que a empresa contratada teria intermediado a obtenção de um empréstimo no valor de R$ 33,1 milhões junto a uma instituição financeira.

No entanto, o próprio banco informou que não utiliza intermediários e que a negociação ocorreu diretamente com a Unimed Cuiabá, sem participação de terceiros. Além disso, a colaboração premiada de uma ex-diretora revelou que os articuladores do esquema ludibriaram a própria cúpula diretiva: para viabilizar a fraude, usaram a falsa narrativa de que a empresa terceirizada faria a gestão de carteiras de clientes deficitários, mascarando o verdadeiro intuito do negócio.

Segundo o MPF, o contrato utilizado para formalizar o pagamento apresentava indícios de simulação, como assinatura posterior à data indicada no documento e ausência de comprovação efetiva dos serviços.

A liberação do valor também teria ocorrido de forma atípica, com quebra de procedimentos internos da cooperativa e falsificação de informações contábeis submetidas periodicamente à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), impedindo a fiscalização regulatória e a descoberta dos crimes pelos cooperados.

A denúncia descreve, ainda, a atuação individual dos envolvidos. O então diretor-presidente é apontado como líder do esquema e responsável por autorizar e acompanhar a operação.

O ex-diretor executivo teria articulado a contratação e pressionado setores internos para viabilizar o pagamento. Já a ex-chefe do departamento jurídico teria elaborado e validado o contrato simulado, conferindo aparência de legalidade à operação. A área administrativa e financeira, por sua vez, teria garantido a liberação dos recursos fora dos trâmites regulares.

O MPF aponta que os valores pagos pelo suposto serviço de intermediação financeira foram submetidos a um processo de ocultação e dissimulação para dificultar o rastreamento. Parte dos recursos teria sido sacada em espécie e distribuída entre integrantes do grupo, enquanto outra parcela foi fragmentada em depósitos bancários e movimentações financeiras destinadas a aparentar origem lícita.

Ainda segundo a acusação, há indícios de utilização de empresas e operações financeiras para integrar os valores ao sistema econômico formal, incluindo depósitos fracionados, uso de contas de terceiros e movimentações incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos.

O MPF requer a condenação dos denunciados pelos crimes de estelionato e lavagem de dinheiro, com aplicação das penas previstas na legislação penal. Também foi solicitado o ressarcimento dos danos causados, estimados em valor atualizado superior a R$ 900 mil. A denúncia também pede indenização por danos morais coletivos, justificada pelo severo abalo à credibilidade da operadora e pela insegurança provocada em milhares de médicos cooperados e usuários do plano de saúde.

Idoso é resgatado pelo Samu e Ciopaer após queda em casa na Estrada do Manso

 

Idoso é resgatado pelo Samu e Ciopaer após queda em casa na Estrada do Manso

Um idoso foi resgatado por uma equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), neste domingo (26), após sofrer uma queda em sua residência, nas proximidades do km 80 da Estrada do Manso, em Cuiabá. O Ciopaer realizou a ação integrada com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), reforçando a atuação conjunta no atendimento a ocorrências de urgência e emergência em Mato Grosso.

A equipe do Águia 03 foi acionada pelo Samu para prestar apoio no resgate ao idoso que sofreu uma queda em sua residência. A vítima apresentava confusão mental, perda de memória e outros sintomas decorrentes do impacto na cabeça.

No local, as equipes atuaram de forma coordenada no atendimento inicial e estabilização do paciente. Em seguida, o idoso foi transportado pela aeronave do Ciopaer até o Hospital Municipal de Cuiabá, garantindo agilidade no deslocamento e maior segurança no atendimento.

A ação evidencia a importância da integração entre o Ciopaer e o Samu, que, por meio do suporte aeromédico, amplia a capacidade de resposta em ocorrências que demandam rapidez e eficiência, especialmente em regiões de difícil acesso.

Após a conclusão da missão, a tripulação retornou à base em segurança, permanecendo à disposição para novos atendimentos.

Prefeita recua e não garante apoio a Wellington Fagundes na disputa ao Governo

 

Prefeita recua e não garante apoio a Wellington Fagundes na disputa ao Governo

Conteúdo/ODOC - A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que ainda não definiu qual candidato apoiará na disputa pelo Governo do Estado nas eleições de outubro e indicou que a decisão ficará para depois das convenções partidárias, previstas para agosto.

Em entrevista ao programa Opinião, da TV Pantanal, a gestora disse que, neste momento, não pretende antecipar posicionamento político e condicionou sua escolha a critérios ligados aos interesses do município. “Vou falar a verdade: hoje não defino meu apoio para o Governo. Vou participar das eleições, sim, mas apenas depois de tudo definido nas convenções”, declarou.

Flávia ressaltou que pretende adotar uma postura pragmática na definição do apoio. “Minha decisão, independente de partido, será por quem mais fizer pela cidade, por quem entregar mais”, afirmou.

A fala representa uma mudança em relação ao posicionamento anterior, quando havia sinalizado alinhamento com o senador Wellington Fagundes (PL), seguindo a orientação partidária. Agora, a prefeita deixa em aberto a possibilidade de apoiar também o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com quem mantém proximidade institucional.

O movimento ocorre em meio a um cenário de divisão dentro do PL em Mato Grosso. Outros prefeitos da sigla, como Abilio Brunini, em Cuiabá, e Cláudio Ferreira, em Rondonópolis, também demonstram resistência ao nome de Fagundes e mantêm diálogo mais próximo com Pivetta.

Apesar do cenário eleitoral, Flávia afirmou que seu foco segue na administração municipal. “Estou focada na gestão, não em política partidária, até porque não sou candidata neste ano. Mas muita água ainda vai rolar nas eleições de 2026”, disse.

Nos bastidores, o avanço de investimentos estaduais em Várzea Grande, como o anúncio da construção de um novo Pronto-Socorro, tem ampliado a interlocução entre a prefeita e o governo estadual, fator que pode influenciar na definição futura de apoio político.

Idosa morre atropelada por caminhão e motorista foge sem prestar socorro em MT

 

Idosa morre atropelada por caminhão e motorista foge sem prestar socorro em MT

Conteúdo/ODOC - Uma mulher de 63 anos, identificada como Jacira Lemes do Prado, morreu após ser atingida por um caminhão na manhã de domingo (26), em Rosário Oeste (a 103 km de Cuiabá). O motorista envolvido no acidente deixou o local e ainda não foi localizado.

De acordo com a Polícia Civil, o atropelamento ocorreu por volta das 5h30, na BR-163, nas proximidades da área urbana do município. A vítima estava na pista quando foi atingida pelo veículo que seguia pela rodovia.

Informações colhidas no local indicam que Jacira estaria utilizando uma bicicleta no momento do acidente, embora essa circunstância ainda seja apurada oficialmente.

Com o impacto, a idosa sofreu ferimentos graves e morreu antes da chegada do socorro. O condutor do caminhão não permaneceu no local para prestar assistência, o que é considerado agravante.

Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para os procedimentos de investigação e análise da dinâmica do acidente.

O caso segue em apuração, e as autoridades trabalham para identificar e localizar o motorista responsável.

Polícia Civil dá posse a 124 novos investigadores e escrivães de Mato Grosso

 

Polícia Civil dá posse a 124 novos investigadores e escrivães de Mato Grosso
O curso de formação inicia a partir desta terça-feira na Acadepol

A Polícia Civil promoveu nesta segunda-feira (27), a solenidade de posse dos 124 novos investigadores (55) e escrivães (69) de Mato Grosso. O ato ocorreu no auditório da Secretaria de Estado de Planejamento (Seplag-MT), no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

De acordo com a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, a solenidade representa um momento importante para a instituição, ao receber esses novos policiais e reforçar a atuação operacional no interior do Estado. “Esse reforço policial, conforme nosso planejamento estratégico, será lotado no interior do Estado, com ênfase especial nas unidades que trabalham com violência doméstica e no combate às facções criminosas”, enfatizou Maidel.

Ciente da responsabilidade ainda maior que a função exige, a escrivã Priscila Meirelles disse estar bastante emocionada com a posse e com a futura atuação no cargo. “É uma vitória, uma conquista, sem sombra de dúvidas. Já me sinto preparada e honrada em pertencer a essa importante instituição”, afirmou.

Para o secretário-adjunto de Segurança Pública, Rodrigo Bastos da Silva, o processo de planejamento e execução do concurso foi fundamental para esse incremento no efetivo. “Foi um trabalho longo de planejamento estratégico para alcançarmos esse resultado. Esse reforço que a Polícia Civil recebe vai somar sobremaneira na atuação junto às unidades do interior do Estado”, destacou Bastos, reforçando a fala da delegada-geral sobre a atuação desses policiais nos municípios do interior.

Aprovado em outro concurso no Paraná, o investigador Vinicius Iori falou sobre a felicidade de retornar ao Estado de origem e poder servir na Polícia Civil de Mato Grosso. “Eu estava servindo na Polícia Civil do Paraná. Atuei lá por alguns meses e será uma felicidade imensa contribuir com a experiência que adquiri, agora, na Polícia Civil do meu estado”, disse.

Além do secretário-adjunto e da delegada-geral, a solenidade de posse contou com a presença da senadora Margareth Buzetti, além de outras autoridades da Polícia Civil, de órgãos de segurança e da sociedade civil organizada.

Aula inaugural

Logo após a solenidade de posse, os 124 policiais civis participaram da aula inaugural. Na ocasião, a delegada-geral apresentou todo o corpo diretor da instituição incluindo o alto escalão, delegados regionais e demais estruturas de direção e coordenação do órgão.

Durante a aula, os alunos também foram orientados sobre as expectativas da Polícia Civil em relação a cada profissional. “Nós sabemos que a chegada é sempre carregada de muita expectativa por parte dos novos policiais. Mas a instituição também tem essa mesma expectativa sobre o trabalho de todos que ingressam”, disse Maidel, destacando a importância da dedicação, do comprometimento e do respeito que cada policial deve ter com a instituição e com a sociedade.

“Vocês agora não carregam apenas o nome de vocês. A partir de agora, também carregam o nome da Polícia Civil. Tudo o que fizerem refletirá na imagem da instituição. Por isso, a importância de reconhecer o valor que a Polícia Civil possui e sustentar esse valor”, frisou a delegada-geral, ao reforçar a importância da conduta do policial, dentro e fora da instituição.

Curso de Formação Policial (CFP)

Conforme o diretor da Academia de Polícia Civil (Acadepol), delegado Fausto Freitas, o Curso de Formação Policial (CFP) inicia a partir desta terça-feira (28.4), na sede da Acadepol, situada na Av. Dr. Meirelles, nº 3823, no bairro São João Del Rei, em Cuiabá.

A previsão do CFP é de aproximadamente seis meses. "O curso terá carga horária de 856 horas-aula. Nesse período de formação, os alunos vão receber instruções que vão habilitá-los a operar de forma técnica e qualificada, contribuindo para manutenção da Justiça no nosso Estado, preservando, assim, a segurança da população", disse Freitas.

MT publica decreto com nova Tabela SUS para atrair setor privado e acelerar programa

 

MT publica decreto com nova Tabela SUS para atrair setor privado e acelerar programa
A segunda etapa contará com um investimento de R$ 400 milhões para fazer, até o final do ano, 588 mil procedimentos eletivos

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) criou a Tabela SUS Mato Grosso, muito mais atrativa que a tabela nacional, para viabilizar a participação do setor privado e acelerar ainda mais os atendimentos à população na segunda etapa do Programa Fila Zero na Cirurgia. O decreto que detalha a nova tabela foi publicado nesta segunda-feira (27).

O programa tem o objetivo de reduzir a espera por cirurgias através de parcerias com municípios, consórcios intermunicipais de saúde e instituições privadas.

A segunda etapa do programa contará com um investimento de R$ 400 milhões do Governo de Mato Grosso para fazer, até o final do ano, 588 mil procedimentos eletivos.

“Criamos um padrão de precificação que permite uma melhor atratividade dos prestadores como um todo, podendo ser de até quatro vezes o valor da tabela SUS nacional, dependendo do procedimento”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

Na primeira etapa do programa, lançado em abril de 2023, a Secretaria utilizava a tabela SIGTAP/SUS (Sistema de Gerenciamento da Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do Sistema Único de Saúde), atualizada pelo Ministério da Saúde, como base para estabelecer o valor a ser pago pelos procedimentos.

Conforme a secretária adjunta de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Alessandra Moraes, a estratégia foi adotada para atrair mais parceiros privados que não tinham interesse em prestar serviço pelos valores da tabela anterior e, assim, fortalecer o programa.

“Em cirurgias de alta complexidade, as empresas receberão até três vezes a média do custo do paciente da alta, um valor que fica bem mais atrativo, acrescido ainda do custeio de Órteses, Próteses e Materiais Especiais. Estes insumos especiais também terão um acréscimo no valor de meia tabela SIGTAP”, explicou.

O programa “Fila Zero 3.0” agora está dividido em três eixos: o primeiro prevê R$ 200 milhões de investimento para novas propostas dos municípios e consórcios e a publicação da tabela SUS Mato Grosso, mais atrativa do que a nacional; o segundo terá R$ 100 milhões para o credenciamento direto com unidades privadas; e o terceiro recebe investimento de R$ 100 milhões para mutirões de cirurgias na rede estadual.

Até o momento, 88 municípios já participam do Programa Fila Zero. “Estamos fortalecendo o programa para que a gente complete os 100% de cobertura no Estado. Estamos falando de hospitais municipais, hospitais privados que estão sendo contratualizados com as prefeituras, com os consórcios, clínicas, exames e consultas especializadas. É um volume considerável de procedimentos que está previsto nesta etapa”, concluiu Alessandra.

Saiba mais sobre o Programa Fila Zero na Cirurgia

De abril de 2023 até 15 de abril deste ano, o programa já realizou 667.133 procedimentos, sendo 616.815 ambulatoriais e 50.318 hospitalares. Foram, ao todo, 357.730 exames, 205.045 consultas e 101.330 cirurgias no período.

O tempo de espera por procedimento diminuiu de 77 dias, antes do programa, para 44 dias, depois do Fila Zero, uma redução de 42%.

Por meio desta iniciativa, o Estado repassa os recursos previstos para os procedimentos contemplados pelo programa e, desta forma, os entes parceiros se beneficiam do incentivo para aprimorar outros serviços prestados à população.

O programa contempla 465 procedimentos, considerando a média e alta complexidade eletiva. Até o momento, mais de R$ 319 milhões já foram repassados aos parceiros, sendo R$ 175 milhões para produção ambulatorial e R$ 144 milhões para atendimentos hospitalares.