Um bancário acusado de molestar sexualmente dois filhos menores começou esta segunda-feira a ser julgado pelo tribunal de Matosinhos e não quis prestar depoimento no início da sessão, admitindo que o possa fazer mais tarde.O elevado risco de reincidência levou a que a prisão preventiva do ‘Monstro do Porto' fosse revalidada há três meses.
- 11h53
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A sala de audiências ainda se abriu ao público, mas a juíza-presidente, Ausenda Gonçalves, decidiu que a produção de prova decorreria à porta fechada, sendo pública apenas a leitura do acórdão.
"Monstro do Porto" estáa ser julgado sobre factos que se terão desenrolado entre Fevereiro e Setembro de 2001. O homem terá filmado e fotografado alguns dos actos sexuais e exibido filmes pornográficos à menina.Uma investigação da Polícia Judiciária concluiu que o bancário abusou sexualmente, durante sete anos, de uma menina que adoptou. A criança foi adoptada aos seis anos de idade e os abusos terão começado um ano depois, prolongando-se por sete anos.
O desenrolar da investigação forneceu indícios de que o bancário terá também abusado de um filho adoptivo mais velho, mas ainda menor, e de que agrediria a mulher.
Em factos que se terão desenrolado entre Fevereiro e Setembro de 2001, o homem terá ainda filmado e fotografado alguns dos actos sexuais e exibido filmes pornográficos à menina.
Abuso sexual de criança, abuso sexual de menor dependente, maus tratos a menor, pornografia de menores, abuso sexual agravado e violência doméstica são crimes imputados ao arguido, que dirigia uma dependência bancária do Porto, mas tem residência em Matosinhos.
O julgamento tem novas sessões agendadas para os dias 18 e 20, também à porta fechada.






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