A ex-primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes (União Brasil), revelou nesta terça-feira (23) que recebeu uma carta com ameaças após uma pessoa invadir o condomínio onde mora e chegar até sua residência, em um episódio ocorrido meses antes do anúncio de sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados.
Ao relatar o caso durante o evento que marcou o lançamento de sua pré-candidatura e da pré-candidatura de Mauro Mendes ao Senado, Virginia associou o episódio ao processo de decisão sobre sua entrada na política. Segundo ela, as ameaças a fizeram refletir se deveria ou não disputar um cargo eletivo.
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De acordo com Virginia, o caso ocorreu em dezembro de 2025, quando Mauro Mendes ainda era governador de Mato Grosso. Uma pessoa entrou no condomínio e entregou uma carta com ameaças na residência da família. Como ela não estava no local, a correspondência foi recebida por uma funcionária, que registrou boletim de ocorrência. O caso segue sob sigilo.
“Foi em dezembro, o Mauro ainda era governador. A pessoa invadiu o meu condomínio, entrou dentro da minha casa. A minha funcionária também registrou um boletim porque foi ela quem atendeu; eu não estava em casa. Está registrado e está em sigilo”, relatou.
Virginia afirmou ainda que a família já sabe quem seriam os responsáveis pelas ameaças, mas os nomes ainda não podem ser divulgados. Segundo ela, o caso envolve pessoas influentes.
“Tem pessoas grandes, pessoas importantes envolvidas. A polícia conseguiu pegar as imagens e chegou até essas pessoas”, declarou.
A ex-primeira-dama também contou que o episódio a fez refletir sobre a possibilidade de disputar um cargo eletivo. Segundo ela, buscou na fé a confirmação de que deveria seguir adiante com o projeto político.
“Eu precisava que Deus falasse comigo se era realmente isso que eu teria que passar e se era isso que Deus queria de mim. Tenho muita fé que Ele vai guiar essa campanha, que será uma campanha de muita luz e muita paz”, afirmou.
Virginia ainda sinalizou que mais informações sobre o caso poderão ser divulgadas futuramente, após o avanço das investigações.
“A gente não pode comentar ainda, mas logo isso vai vir à tona e vocês serão os primeiros a saber”, concluiu.







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