Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

17 anos e 10 meses de prisão

17 anos e 10 meses de prisão

Ortopedista que atuava em Colíder foi condenado por estupro e falsidade ideológica

O médico ortopedista Célio Eiji Tobisawa, 42, foi condenado a 17 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por estupro de vulnerável e falsidade ideológica. Ele foi preso em julho do ano passado acusado de abusar de pacientes que estavam sedados, dentro do Hospital Regional de Colíder (650 km ao norte de Cuiabá). O ortopedista também responde a processo em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá) pelos mesmos crimes.

O juiz de Colíder, Érico de Almeida Duarte, manteve a prisão do acusado. Na sentença, enfatiza que já são no mínimo 7 vítimas do acusado, todos homens de idade não avançada. Para o crime de estupro de vulnerável foi aplicada a pena de 14 anos e 8 meses de prisão e o restante por falsidade ideológica.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual, o médico sedava os pacientes durante o procedimento cirúrgico e fazia sexo oral neles. O primeiro jovem a denunciar estava anestesiado para fazer infiltrações no joelho. Quando o efeito sedativo estava acabando, ele percebeu que era molestado sexualmente pelo médico. Ele não teve forças para reagir e procurou a direção do hospital após se recuperar.

Após as denúncias, o hospital cancelou o contrato com o profissional. Desde 2005, Tobisawa atendia pacientes em Colíder.

Sentença - O juiz enfatiza na decisão que o acusado ia às últimas consequências para cometer o crime, mesmo correndo extremo risco de ser descoberto em hospital público, onde trabalham vários outros profissionais e há diversos pacientes. Afirma que o ortopedista possui péssimos antecedentes, personalidade voltada para os crimes de natureza sexual, sem arrependimento ou mudança de comportamento.

Na sentença, o magistrado enfatiza ainda que as consequências do crime foram "assombrosas", arruinando não só a segurança psicológica da vítima, mas também abalando consideravelmente o casamento dela, bem como de outras pessoas envolvidas direta ou indiretamente.

Antecedentes - O primeiro caso foi em Cáceres, em março de 2009. A denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual foi recebida pela Justiça em março de 2010 e, mesmo assim, o médico continuou trabalhando. A vítima afirma que estava em tratamento médico no Hospital Regional de Cáceres e foi abordado por Tobisawa no corredor da instituição. Ele o levou para uma sala e colocou um frasco de soro na veia. A vítima ia fazer infiltrações no joelho e falou ao médico que não tinha comprado o remédio solicitado. Tobisawa respondeu que não tinha problema e ia colocar a substância direto na corrente sanguínea. O medicamento era sedativo e antes de fazer efeito, o acusado começou a acariciar o órgão sexual do paciente, que não conseguia reagir e permaneceu deitado na maca. O processo aguarda julgamento.

Profissão - O presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Arlan Azevedo, informou que a interdição cautelar de Tobisawa, votada após a prisão, continua valendo e, por isso, ele não pode atuar. O processo que pode resultar na cassação do diploma de médico ainda tramita e independe da decisão judicial.

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Acusado de estupro vai preso

Segundo Polícia Militar, homem que atacou mulher já foi preso há 5 anos pelo mesmo crime



Uma mulher de 36 anos, mãe de 3 filhos, sofreu uma tentativa de estupro quando seguia para o trabalho, no bairro Santa Rosa, em Cuiabá. O acusado é um homem de 30 anos que já foi preso pelo crime de estupro há 5 anos.

D.M.L. relatou à Polícia que desceu no ponto de ônibus, como todos os dias, e foi em direção ao supermercado onde trabalha como promotora de vendas. Quando passou em frente a um lava-jato, foi abordada pelo criminoso.

Ele colocou uma faca no pescoço da vítima e pediu para que ela ficasse calada. Em pânico, D.M.L. começou a gritar e empurrar o acusado. Ela sofreu cortes na orelha, no ombro e na mão no momento que tentava se defender.

Algumas pessoas que estavam próximas ao local ouviram os gritos e foram ajudá-la. O acusado correu e se escondeu no lava-jato.

A Polícia Militar esteve no local e localizou Marcos Vinícius Lopes da Silva no estabelecimento, onde ele trabalhava e morava com a mulher e 1 filho. Ao checar o sistema, constatou que ele já foi preso, em 2006, também pelo crime de estupro, mas daquela vez a vítima não teve a mesma sorte e o fato foi consumado.
Em entrevista, Marcos negou que tivesse tentado estuprar a vítima e disse que tudo não passou de "um mal entendido". Ele alegou que estava brigando com a esposa em frente ao estabelecimento quando D.M.S. passou. "Ela tentou apartar a nossa briga e minha mulher que estava com a faca acabou ferindo a mesma. Eu não fiz nada, foi tudo um mal entendido".



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MT: Polícia prende pai acusado de estuprar a própria filha

O caso foi descoberto após o suspeito ter tido uma briga com seu vizinho no mês passado. Policiais militares foram acionados no bairro módulo – 5, e com a chegada da PM a vitima ficou assustada, indagada pela mãe por que ela estava angustiada, a adolescente confessou com riqueza de detalhes que era abusada sexualmente pelo próprio pai desde os 12 anos de idade.
Desconfiado que tudo pudesse vir de água abaixo, Pedro disse que ia pedir auxilio a família para fazer um tratamento para largar do álcool e não mais retornou para casa. A mãe e a vitima procuraram a polícia e o Ministério Público e delataram o que havia ocorrido.
O pedido de prisão foi feito pelo próprio MP e expedido pela justiça nesta quarta-feira (26). Os policiais não tiveram muito trabalho para localizar o agressor, na tarde desta quinta-feira (27) ele compareceu na delegacia de polícia acompanhado de seu advogado para prestar esclarecimentos, mas foi surpreendido com as algemas em seus braços e foi preso dentro da Delegacia Municipal.
A família contou que o acusado cometeu os abusos enquanto a mãe da menina havia passado por uma cirurgia e ele se ofereceu para ficar em casa cuidado dos filhos.

Marcus Fabrício assume cadeira



Marcus Fabrício assume cadeira

Sissy Cambuim

   A bancada progressista ainda deve contar com novas alterações. O ex-presidente da Câmara, Deucimar Silva (PP), já conta com a possibilidade de assumir um cargo no Governo e para isso, deixará o Legislativo, fazendo com que o também progressista Juca do Guaraná possa retornar à Casa.
   Juca ocupou justamente a vaga de Levi, no final do ano passado, porque Marcus Fabrício abriu mão. Isso porque ele já tinha assumido a mesma vaga em 2009 e, em favor do rodízio, deu a oportunidade para o segundo suplente.
   Com a convocação já confirmada, Marcus, que é sobrinho da deputada estadual Chica Nunes (DEM), aproveita o período de recesso para acertar os ponteiros com Pinheiro. Acompanhado da tia, ele esteve no gabinete do presidente nesta sexta (28). No Legislativo, ele também terá a companhia de seu primo, o vereador Tiago Nunes (PSDB), que assumiu a vaga de Paulo Borges (PSDB) em outubro do ano passado.

As marcas da Câmara Municipal II

As marcas da Câmara Municipal II

Dejair Soares

   Fábio da uma olhada para Rafael, baixa a cabeça, e solta o verbo: "Puts! Não aguento mais ver tantas brigas nesta Câmara. Não resolvem absolutamente nada e ainda por cima custa caro aos cofres públicos. Aliás, nosso suado dinheirinho e o que mais me intriga é saber que o presidente viajou no dia em que a Câmara foi assaltada. É... tem razão, Fábio. Ele defende que a Delegacia Fazendária e o Ministério Público deveriam entrar e apurar os fatos que vêm ocorrendo dentro da Câmara Municipal, ainda que tudo termine em pizza.
   Concordo com ele, mas já que vão torrar nosso dinheiro novamente com outra auditoria, deveriam pelo menos punir severamente esses maus carateres, arrematou Ricardo. Calma gente: os vereadores foram eleitos para defender o direito do povo, mas como o município é muito grande, eles têm dificuldades em criar projetos, leis e fiscalizar o Executivo, pois a carga de trabalho é exaustiva, enfatizou Fernando.
     Isso não justifica. Então para que serve ter uma Câmara, questionou Rafael. E assim, prosseguiram durante algum tempo, alternando perguntas e respostas com grande entusiasmo. Sentados estavam o Luiz, calado e observando o bate-boca dos amigos. Não era de interromper qualquer debate. E você Luiz, qual é a sua opinião, perguntei!: Bem, nesse assalto da Câmara eu incluo o contribuinte, que me lembra da história do rato gordo e do gato faminto. Como assim, o que tem a ver?, perguntaram juntos Fábio e Fernando.
     Bom, nossa história acontece no antigo prédio no Campo Durique. Lá moravam várias personalidades que tinham como único passatempo alimentar um rato gordo. Ali também morava um inquilino que, além de não pagar aluguel, era de fato indesejável por ser inimigo do rato gordo. O gato faminto, como todos os seres, necessita se alimentar. Sendo assim, louco de fome, partiu à procura de comida. Sabia que sua vida estava em risco e, mesmo assim, resolveu correr o risco do rato gordo pegá-lo. O gato faminto foi pego e tomou uma surra do rato gordo. Interessante, mas o que essa história tem a ver com o assalto da Câmara?, perguntou Fábio! Eu acho, Luiz, que o rato da história simboliza o político e o poder constituído, enquantob o gato simboliza o povo, respondeu Fernando, tentando explicar a história a Fábio. Então, é esse mesmo o significado da história, perguntou Ricardo ao Luiz. Exatamente, respondeu.
   As personalidades com suas gordas contas bancárias são simbolizadas pelo rato gordo. O povo esta simbolizado pelo gato faminto na história, passando de brinquedo na mão dessas personalidades, com a falta de serviços públicos, como saúde, saneamento básico e infraestrutura, etc. Quando cansam da brincadeira de rato e gato com o povo, eles, já empanturrados com o dinheiro dos cofres públicos, saem de cena.
   Então, nesse caso nossa única esperança é de um dia soltarmos os cachorros em cima deles!, ponderou Fernando. Luiz!...Moral da história: Tem que se produzir fatos e culpados para que os grupos de personalidades lutem entre si. Assim terão meios de se justificar os gastos da casa, para que se mantenha o rato gordo.

Romoaldo vence Nilson no PMDB e fica com 1ª vice-presidência da AL



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Romoaldo vence Nilson no PMDB e fica com 1ª vice-presidência da AL

Romilson Dourado

  O deputado reeleito Nilson Santos, de Colíder, perdeu a queda-de-braço para o colega peemedebista e da mesma região Norte, ex-prefeito de Alta Floresta Romoaldo Júnior. Coube ao PMDB indicar um nome para a primeira-vice-presidência da nova Mesa da Assembleia, a ser presidida por José Riva (PP). Romoaldo se lançou primeiro ao posto. Na semana passada, Nilson passou a buscar apoio, tanto interno quanto externo, para ficar com a vaga dentro da chapa única. Mas já era tarde demais.
   Com respaldo de Riva e do seu velho amigo Humberto Bosaipo, hoje conselheiro do Tribunal de Contas, Romoaldo teve o nome confirmado como primeiro-vice. Na prática, conduzirá o Legislativo mato-grossense na ausência de Riva. Romoaldo já foi primeiro-secretário da Assembleia na época de uma das gestões de Bosaipo como presidente. Ele quer mais. Se articula para ser também o líder na AL do governo Silval Barbosa, do seu próprio partido.
    A futura Mesa está praticamente definida. Dos sete cargos, falta um nome, o que responderá pela Quarta-Secretaria. Os mais cobiçados são a presidência, que volta a ser ocupada por Riva, inclusive pela quinta vez, e a de primeiro-secretário, que continua sob Sérgio Ricardo (PR). O democrata Dilmar Dal Bosco, que estreia como deputado, entra como segundo-vice-presidente. Mauro Savi, que assumiu o comando da AL com a cassação de Riva, aceitou o cargo de segundo-secretário. Luiz Marinho (PTB) fica como terceiro-secretário.
   A expectativa do bloco é de obter votação unânime. A eleição da Mesa acontece na próxima terça, 1º de fevereiro, logo após a sessão solene que marca a posse dos 24 parlamentares. O mandato é de dois anos. Nenhum outro deputado, seja estreante, seja veterano, se arriscou a montar chapa para contrapor a de Riva que, mesmo sem mandato e sob investigação por atos de improbidade, mantém controle do Legislativo.
      Chapa única para nova Mesa da Assembleia      Presidente: José Riva (PP)      Primeiro-vice: Romoaldo Júnior (PMDB)
      Segundo-vice: Dilmar Dal Bosco (DEM)
      Primeiro-secretário: Sérgio Ricardo (PR)
      Segundo-secretário: Mauro Savi (PR)
      Terceiro-secretário: Luiz Marinho (PTB)
      Quarto-secretário: 
indefinido


   A Assembleia recebe mensalmente R$ 18 milhões de duodécimo. Possui mais de 2 mil servidores. Seus parlamentares iniciam os trabalhos com salário mais "gordo", agora de R$ 20 mil. Eles possuem outros privilégios e ragalias, como verba indenizatória de até R$ 15 mil, têm veículo Corolla à disposição custeado pelo erário, até 30 assessores e controlam cerca de R$ 30 mil para despesas de manutenção de gabinete. Ganham para avaliar, apresentar e debater projetos e outras proposituras e fiscalizar os atos do Executivo. Na prática, porém, quase todos são governistas.

Dilemário Alencar destaca que gestão Galindo valoriza servidor

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Dilemário Alencar destaca que gestão Galindo valoriza servidor

Ao se pronunciar no Salão Nobre do Palácio Alencastro, por ocasião da entrega oficial dos prêmios do concurso 'Servidor Eficiente', da Prefeitura de Cuiabá, o secretário Dilemário Alencar (Trabalho e Desenvolvimento Econômico) destacou que uma das prioridades da administração atual, do prefeito Chico Galindo, é potencializar reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelos servidores públicos. "Nesta cerimônia, evidencia-se muito respeito e a importante valorização àqueles que dedicam grande parte de sua vida à área pública. O servidor tem nos ajudado bastante, e é justo reconhecer e premiar tal empenho, tem dito frequentemente o prefeito Chico Galindo, a quem parabenizo".

Segundo Dilemário, os prêmios entregues hoje à categoria são evidentemente importantes, pois evidenciam que os servidores têm, por parte do gestor municipal e de sua equipe, muita admiração. "Esta gestão tem consciência de que reside nos servidores a mola mestra de serviços úteis à cidade e a quantos nela residam. Servidor, por conseguinte, é uma ferramenta de trabalho pelo bem geral de todos. Na Prefeitura, em diversas Pastas, os exemplos são incontáveis dos excelentes serviços que Cuiabá protagoniza e se tornam modelos nacionais. O setor da Educação se enquadra aí, também com vencimentos dignos à exemplar dedicação dos seus integrantes".

Ele também destacou que o Governo Chico Galindo tem compromissos com os funcionários públicos municipais. "Nosso patrão são os munícipes. É para eles que esta gestão trabalha dia e noite. Assim, só temos a agradecer ao povo de Cuiabá pela receptividade atenciosa, e também por entender as limitações da administração muni cipal em relação à quantidade de ações que gostaria de levar avante em toda a Capital, para satisfação geral dos seus habitantes. Dentro das possibilidades limitadas de recursos disponíveis, a Prefeitura tem feito muito por Cuiabá, mas quer fazer mais e mais".



Justiça condena médico a 17 anos por estuprar pacientes em MT

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Justiça condena médico a 17 anos por estuprar pacientes em MT




O médico ortopedista Célio Eiji Tobisawa, 42, foi condenado a 17 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por estupro de vulnerável e falsidade ideológica. Ele foi preso em julho do ano passado, acusado de abusar de pacientes que estavam sedados, dentro do Hospital Regional de Colíder (650 km ao Norte de Cuiabá). 

O ortopedista também responde a processo em Cáceres (225 km a Oeste de Cuiabá) pelos mesmos crimes.

O juiz de Colíder, Érico de Almeida Duarte, manteve a prisão do acusado. Na sentença, enfatiza que já são, no mínimo, sete vítimas do acusado, todos homens de idade não avançada. Para o crime de estupro de vulnerável foi aplicada a pena de 14 anos e 8 meses de prisão e o restante, por falsidade ideológica. 

De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual, o médico sedava os pacientes durante o procedimento cirúrgico e fazia sexo oral neles. O primeiro jovem a denunciar estava anestesiado para fazer infiltrações no joelho. Quando o efeito sedativo estava acabando, ele percebeu que era molestado sexualmente pelo médico. Ele não teve forças para reagir e procurou a direção do hospital após se recuperar.

Após as denúncias, o hospital cancelou o contrato com o profissional. Desde 2005, Tobisawa atendia pacientes em Colíder.

Sentença - O juiz enfatiza, na decisão, que o acusado ia às últimas consequências para cometer o crime, mesmo correndo extremo risco de ser descoberto em hospital público, onde trabalham vários outros profissionais e há diversos pacientes. 

Afirma que o ortopedista possui péssimos antecedentes, personalidade voltada para os crimes de natureza sexual, sem arrependimento ou mudança de comportamento. 

Na sentença, o magistrado enfatiza ainda que as consequências do crime foram "assombrosas", arruinando não só a segurança psicológica da vítima, mas também abalando consideravelmente o casamento dela, bem como de outras pessoas envolvidas direta ou indiretamente. 

Antecedentes

O primeiro caso foi em Cáceres, em março de 2009. A denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual foi recebida pela Justiça em março de 2010 e, mesmo assim, o médico continuou trabalhando. 

A vítima afirma que estava em tratamento médico no Hospital Regional de Cáceres e foi abordado por Tobisawa no corredor da instituição. Ele a levou para uma sala e colocou um frasco de soro na veia. 

A vítima ia fazer infiltrações no joelho e falou ao médico que não tinha comprado o remédio solicitado. Tobisawa respondeu que não tinha problema e ia colocar a substância direto na corrente sanguínea. 

O medicamento era sedativo e antes de fazer efeito, o acusado começou a acariciar o órgão sexual do paciente, que não conseguia reagir e permaneceu deitado na maca. O processo aguarda julgamento.

Profissão

O presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Arlan Azevedo, informou que a interdição cautelar de Tobisawa, votada após a prisão, continua valendo e, por isso, ele não pode atuar. 

O processo que pode resultar na cassação do diploma de médico ainda tramita e independe da decisão judicial.

TSE nega pedido de coligação para suspender diplomação de Henry

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TSE nega pedido de coligação para suspender diplomação de Henry


A presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, indeferiu o pedido da Coligação Cáceres com a Força do Povo para antecipar os efeitos de um recurso interposto na Corte para suspender a diplomação do deputado federal Pedro Henry (PP-MT).

Eleito em 2010, ele teve seu pedido de registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso (TRE-MT), mas deferido pelo Plenário do TSE no dia 15 de dezembro último.

No Recurso Contra Expedição de Diploma, a Coligação alega que Henry foi declarado inelegível pelo TRE-MT por abuso de poder econômico e político e uso indevido dos meios de comunicação durante as eleições municipais de 2008, com pena aplicável a partir daquele ano. Ele concedeu entrevista a um canal de televisão considerada abusiva pelo Tribunal Regional.

Por esses motivos, a Coligação pede ao TSE, liminarmente, que suspenda os efeitos da decisão da corte mato-grossense, que o diplomou. No mérito, solicita ao Tribunal Superior a cassação do diploma e do mandato de Pedro Henry, tornando inválidos os votos outorgados a ele. 

Ao analisar os argumentos, a ministra Cármen Lúcia, no entanto, observou que a Coligação Cáceres com a Força do Povo foi estabelecida para atuar no pleito municipal de 2008. Ou seja, conforme entendimento da Corte, deveria deixar de existir após o encerramento do processo eleitoral referente à eleição para a qual foi constituída e “não teria legitimidade ativa para ajuizar ações referentes ao pleito de 2010”.

Segundo a ministra, o artigo 216 do Código Eleitoral permite, expressamente, que o candidato exerça o mandato para o qual foi eleito “em toda a sua plenitude”, até que seja proferida decisão final, pelo Plenário do TSE, no recurso contra expedição de diploma. “Pelo exposto, indefiro o pedido de antecipação da tutela, sem prejuízo de melhor exame da questão pelo relator sorteado”.

O pedido de liminar e o mérito do RCED ainda serão analisados pelo relator do caso e pelo Plenário da Corte, respectivamente. Com TSE.

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