Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

POR 17 ANOS 'Hoje meus filhos estão dormindo na cama, que eles não tinham', diz mãe vítima de cárcere privado

 

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A mulher que por 17 anos foi vítima de cárcere privado ao lado dos filhos gravou um vídeo falando brevemente sobre o acolhimento que tem recebido de parentes e amigos, do pedido de socorro que fez para a vizinha e também do drama que viveu sendo torturada por Luiz Antônio Santos Silva, de 49 anos, por todo esse tempo. Depois de serem resgatados pela polícia, mãe e filhos foram levados para o Hospital Rocha Faria com sinais de desnutrição. Luiz Antônio foi preso em flagrante, passou por audiência de custódia e a Justiça decretou a prisão preventiva dele, que deve responder por cárcere privado, maus tratos e tortura.

— Ele batia, xingava, deixava a gente sem comer, sem água…Graças a Deus eu consegui pedir ajuda para uma vizinha minha, passei o contato da minha irmã, aí fizeram uma denúncia anônima. Os policiais prenderam ele e me levaram para o hospital. Fui muito bem tratada pelos enfermeiros. Eu e meus filhos — descreveu a vítima que hoje está vivendo temporariamente na casa da irmã.

Após receberem alta do hospital, a mãe e os dois filhos, uma moça de 22 anos e um rapaz de 19 que viviam acorrentados desde crianças, conseguiram enfim sentir de novo a liberdade e a segurança que por tanto tempo foram impedidos de viver.

— Hoje meus filhos estão dormindo na cama, que eles não tinham. Estão conseguindo dormir. Está tudo bem. Graças a Deus. Eles ainda estão um pouco agitados porque para eles é tudo novo, mas se Deus quiser vai dar tudo certo e vai melhorar — contou a vítima no vídeo.

Em depoimento para a polícia, a mãe dos jovens contou que tentou se separar do marido, Luiz Antônio Santos Silva, por "diversas vezes", mas foi ameaçada. Durante o relacionamento que durou 23 anos, ela relatou que sempre foi agredida "fisicamente e psicologicamente" e que Luiz Antônio é "extremamente agressivo e violento". Ainda no depoimento que prestou aos investigadores da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande, a vítima relembrou o que o agressor lhe dizia: "Você tem que ficar comigo até o fim. Se você for embora, só sai daqui morta".

Do isolamento ao pedido de socorro
Luiz Antônio Santos Silva e a mulher, que foi mantida por ele em cárcere privado, eram primos de primeiro grau, segundo o que conta a irmã da vítima. Por causa disso, a família delas era contra o relacionamento dos dois. A tia dos jovens disse que, mesmo assim, quando os sobrinhos eram pequenos, toda a família visitava as crianças. Conforme eles foram crescendo, Luiz passou a impedir esse contato.

— Quando ele parou de deixar a gente ver as crianças, ameaçamos chamar a polícia, ele ficou apavorado e foi embora com todos eles. Nunca mais a gente viu. Não sabíamos onde eles moravam. Passaram anos e a gente até pensou que minha irmã tinha morrido — relatou a tia dos meninos, que tem 42 anos e trabalha como empregada doméstica.

A irmã da vítima contou ainda que há um ano descobriu um telefone que seria do cunhado. Tentou contato, mas não teve sucesso.

— Eu continuei procurando a minha irmã nas redes sociais, nas delegacias para achar ela. Um certo dia, na época do Natal, eu lembrei desse número, olhei e estava com a foto dele. Liguei de novo e dessa vez ele atendeu. Só deixou eu falar com a minha irmã por dois minutos. Depois disso, consegui contato algumas vezes. Ele sempre falava que estava tudo bem e ela também, mas devia estar sendo ameaçada — contou.

A tia dos jovens não sabe dizer como, mas afirmou que em uma dessas ligações, a irmã mesmo presa conseguiu anotar o número do telefone dela. Há pouco mais de 10 dias, uma vizinha da família que estava vivendo em cárcere privado em Guaratiba entrou em contato com a doméstica e fez chegar até ela o pedido de socorro.

— A vizinha me ligou e disse que ela estava pedindo socorro, perguntando se eu podia pegar ela, resgatar ela. Sozinha eu não conseguiria fazer isso. Pedi uma amiga para denunciar e aí prenderam ele. Hoje eles estão bem: dormiram profundamente, se alimentaram bem. Minha irmã está tranquila. Mas, estamos contando com a ajuda dos amigos e vizinhos daqui da comunidade — descreveu a irmã da mãe dos meninos.

Por serem de uma família humilde, apesar de estarem acolhidos e em segurança, a família resgatada de cárcere privado está precisando de ajuda com alimentos, mantimentos, roupas, calçados, roupa de cama, produtos de limpeza e ítens de higiene.

Sobre as investigações
Policiais da Delegacia da Mulher (Deam) de Campo Grande devem voltar, esta semana, à casa da família em Guaratiba para novas buscas. O objetivo é uma perícia complementar. No último sábado, os investigadores foram ao endereço e recolheram material que será periciado.

FONTE: https://extra.globo.com/casos-de-policia/hoje-meus-filhos-estao-dormindo-na-cama-que-eles-nao-tinham-diz-mae-vitima-de-carcere-privado-por-17-anos-25550261.html

Vereador Marcos Paccola diz que CCJ agiu na legalidade e vê "insanidade" do Ministério Público

 

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O vereador e tenente coronel da Polícia Militar, Marcos Eduardo Ticianel Paccola (Republicanos) declarou, nesta terça-feira (2), que considerou sensata a decisão da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) de rejeitar o pedido da vereadora Edna Sampaio (PT). A parlamentar tentava afastá-lo do mandato em razão de sua participação no homicídio do agente socioeducativo Alexandre Miyagawa. Paccola, por sua vez, alega ter exercido legítima defesa. A declaração foi dada à imprensa na Câmara Municipal, minutos após encerrada a votação.

"Foi feito aquilo que já era previsível. Eu sempre fiz questão que fosse votado. Ao mesmo tempo, ciente de que era completamente ilegal qualquer ação neste sentido [afastamento] e iria a Justiça para recorrer e derrubar a votação", disse.

Paccola ainda disse que beira à insanidade a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) que lhe atribui homicídio qualificado e ainda a citação de que agiu no episódio para se promover politicamente. O parlamentar afirmou que o exercício de suas atividades na Câmara Municipal o credenciam a ter prestígio político, não havendo assim necessidade de entrar numa situação de risco para se autopromover.

"Eu presido uma CPI que já denunciou 40 milhões de malversação na compra de medicamentos, 70 milhões em licitações fraudulentas e outras irregularidades. Para quê eu iria me envolver com esse episódio para me promover politicamente? Como eu iria cogitar para me envolver uma situação armada que nunca se sabe o resultado final? Minha cabeça é 99% de polícia e 1% de política. Passei 20 anos na PM e 1 ano e meio na política. Em momento algum pensei em minha atividade parlamentar naquele momento.O Ministério Público faz o papel da acusação e usou dos poucos elementos que tinha para oferecer a denúncia. Respeito as autoridades e na instrução processual vou comprovar que atuei em legítima defesa", pontuou.

Paccola ainda comentou que não vê motivos para desistir de disputar uma vaga de deputado estadual nas eleições de outubro. Isso porque o projeto político já estava sendo idealizado antes do episódio do homicídio. Além disso, criticou a vereadora Edna Sampaio pela declaração de que se sente amedrontada na convivência com o parlamentar na Câmara Municipal, pois o mesmo costuma andar armado em razão do porte de arma assegurado aos policiais militares.

"É desprezível fazer qualquer tipo de comentário de que uma pessoa fica amedrontada perto de um policial. Ela não fica amedrontada quando está em lugares com alto índice de criminalidade dominado por faccções criminosas. É um discurso deturpado para transmitir a ideia de que eu seja perigoso. Tenho 20 anos de polícia e jamais fui pego em algum lugar sacando uma arma para ameaçar uma pessoa", concluiu.

Justiça recebe ação, torna vereador de Cuiabá réu por homicídio e determina suspensão do porte de arma

 

Paccola foi denunciado por homicídio qualificado pelo Ministério Público Estadual

O juiz da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, Flávio Mioraglia, acatou denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) contra o vereador Marcos Paccola (Republicanos). Com isso, o parlamentar passa a ser réu pela morte do agente socioeducativo Alexandre Miyagawa de Barros, o “Japão”, ocorrida no dia 1º de julho no bairro Quilombo. O vereador tem 10 dias para apresentar sua defesa.

A decisão é desta terça-feira (2) e determina ainda o recolhimento da arma do parlamentar e encaminhamento da mesma para a Polícia Federal. “Dessarte, considerando a necessidade e a eficiência para a garantia da ordem pública, aplico a cautelar de suspensão do porte de arma de fogo ao denunciado MARCOS EDUARDO TICIANEL PACCOLA. Oficie-se a Polícia Federal comunicando acerca da suspensão, bem como cientifique o denunciado”, diz trecho da decisão.

Paccola foi denunciado por homicídio qualificado pelo MPE na última quinta-feira (28).  O órgão ministerial apontou na ocasião que a vítima foi morta mediante utilização de recurso que impossibilitou sua defesa e por motivo torpe. Os promotores também apontaram que Paccola agiu na expectativa de que sua ação pudesse lhe render benefícios políticos, como sendo alguém que elimina supostos agressores de mulheres.

Riva joga pesado, Max abre o cofre e Botelho amplia base por disputa do 1º lugar

 

Gigantes disputam cabeça-a-cabeça o título de campeão de votos; na verdade, Max Russi, Eduardo Botelho e Janaina Riva estão de olho na disputa pelo comando da próxima Mesa Diretora da Assembleia Legislativa

Três chefões da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (União Brasil), Max Russi (PSB) e Janaina Riva (MDB), travam guerra silenciosa nos bastidores. O trio joga pesado tanto na Baixada Cuiabana, como também no interior em busca de apoios para ver qual deles será o campeão de votos nestas eleições gerais. Por Janaina, o pai dela, ex-deputado estadual, José Riva, pilota de sua casa, em Cuiabá, campanha pesada com os seus antigos aliados. Max abriu frente em mais de 70 municípios e Botelho conta com as duas maiores cidades de Mato Grosso, Cuiabá e Várzea Grande, como trunfo para desbancar seus rivais. Por trás desta briga, está a eleição interna no ano que vem, onde será definido o próximo presidente e primeiro-secretário da Casa. Por tradição, os mais votados levam vantagem entre os novos eleitos ao Legislativo.

Marcos Paccola (Republicanos), MORTE DE JAPÃO Vereador nega ter matado servidor por projeção política: "beira a insanidade"

 

MARCOSPACCOLA

 

O vereador e tenente coronel da Reserva da Polícia Militar, Marcos Paccola (Republicanos), comentou nesta terça-feira (2) sobre o apontamento feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT), de que agiu na expectativa de que sua ação que resultou na morte do servidor público, Alexandre Miyagawa pudesse, de 41 anos, lhe render benefícios políticos. O parlamentar classificou a acusação como uma ‘insanidade’, mas que respeita o órgão, voltando ainda a criticar a postura do agente socioeducativo, dizendo que ele estava prestes a ter um ‘coma alcoólico’. 

As declarações de Paccola foram feitas momentos após a Câmara Municipal de Cuiabá negar um pedido de afastamento contra o parlamentar feito pela vereadora Edna Sampaio (PT). Horas depois, no entanto, ele se tornou réu na ação que investiga o caso, após o juiz da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, Flávio Miraglia Fernandes, receber a denúncia oferecida pelo MP-MT, a quem o legislador apontou ter sido influenciado pela pressão da sociedade e da imprensa. 

“Acho que beira a insanidade a colocação do Ministério Público de apontar que fiz algo para me promover politicamente. Intervir numa reação armada é completamente incerto. No confronto armado, a gente fala que é algo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Você nunca sabe o resultado final. Vejo que é a pressão popular, a pressão da mídia. O MP está fazendo o trabalho dele, que é da acusação. Respeito às autoridades do Ministério Público e agora nós estaremos na instrução processual demonstrando a nossa atuação ali, na legítima defesa”, afirmou Paccola. 

O vereador também voltou a criticar a postura do agente socioeducativo. Paccola destacou em outras oportunidades que o fato de Alexandre Miyagawa ter levantado a arma em público, em meio a confusão, é uma atitude que não condiz com os treinamentos feitos pelas forças de segurança. O parlamentar também destacou que a vítima havia bebido e estava embriagada no momento do episódio que resultou na sua morte. 

“É um colega que, assim como eu, deveria cumprir a lei. O teste de alcoolemia dele apresentou que estava próximo aos índices de coma alcoólico, ou seja, ele estava extremamente embriagado, portando uma arma de fogo. A própria Janaína, em uma declaração dela que não consta no relatório, deixa muito claro que ele tinha mania de, quando bebia, demonstrar que estava armado. Então, vejo que é uma fatalidade. Me sinto muito entristecido e enlutado pela família, pelos colegas. Infelizmente, alguém por irresponsabilidade, misturou álcool, direção e arma de fogo”, completou.


Fonte: FOLHAMAX
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Vídeo mostra empresário indiciado por importunação sexual abordando menina de 14 anos em hotel de luxo

 

Por Paolla Serra — Rio de Janeiro

 

Vídeo mostra empresário indiciado por importunação sexual abordando menina de 14 anos em hotel de luxo
Imagens de câmeras de segurança mostram o empresário abordando a adolescente de 14 anos na cobertura do Fasano Rio Reprodução

Um vídeo obtido com exclusividade pelo GLOBO mostra o momento em que o empresário Igor Monteiro Simão, de 26 anos — indiciado por importunação sexual pela Polícia Civil do Rio — aborda a vítima de 14 anos, no bar da cobertura do Hotel Fasano, em Ipanema, na Zona Sul da cidade. As imagens exibem o rapaz, de bermuda, sem camisa e descalço se aproximando e colocando as mãos na coxa da menina, que estava acompanhada por uma amiga, também menor de idade, na noite do último sábado, dia 30. O caso foi revelado com exclusividade pela coluna de Lauro Jardim.

Câmeras mostram empresário indiciado por importunação sexual abordando menor em hotel
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Câmeras mostram empresário indiciado por importunação sexual abordando menor em hotel

No vídeo das câmeras de segurança do estabelecimento, Igor aparece, às 22h05, sentando em um sofá ao lado das adolescentes. O empresário conversa e gesticula e as meninas chegam a olhar para trás. Cerca de três minutos depois, um funcionário do Fasano aparece nas imagens tentando afastá-lo do local.

De acordo com o depoimento prestado pela vítima, na 12a DP (Copacabana), Igor estava bêbado quando se sentou ao seu lado. Ela relatou que moveu as pernas para se desvencilhar e afirmou ter dito a ele que é menor de idade. O rapaz, no entanto, teria continuado com as insinuações, “falando com o rosto cada vez mais próximo”, “como se pretendesse beijar as amigas” e elogiando que eram “muito bonitas”.

Em certo momento, contou a menina, o empresário perguntou se poderia ficar mais perto delas, embora já estivesse bem próximo. Segundo a vítima, ao perceber a situação, um garçom advertiu Igor, que o empurrou e ameaçou com as seguintes palavras: "Você sabe quem eu sou?". O rapaz é filho de um dos 67 cotistas — uma espécie de investidor com regalias — do Hotel Fasano.

Também na delegacia, a adolescente afirmou que aproveitou a intervenção para deixar o local. Ao chegar no quarto onde estavam hospedadas, sob cuidados do pai de sua amiga, um empresário paulista, ambas relataram o ocorrido. A polícia foi acionada na sequência.

Segundo o registro de ocorrência, inspetores estiveram no local por volta das 23h50. Apuraram que o suspeito estava na condição de convidado e podia usufruir dos serviços da cobertura — piscina e bar. Igor, no entanto, não foi encontrado no hotel. Policiais militares foram até o condomínio onde ele mora, no Recreio, na Zona Oeste do Rio, e aguardaram para prendê-lo em flagrante. Acreditam, no entanto, que ele fugiu em uma BMW que deixou o local por volta das 5h40.

A delegada Débora Rodrigues, da 12ª DP (Copacabana), pediu a prisão preventiva do empresário pela "garantia da ordem pública”, justificando que ele "atrapalhou as diligências na demora da entrega das imagens, as quais "estão com falhas".

O Ministério Público, no entanto, se manifestou contrário à medida. A promotora Luciana Gouvêa argumentou que, como as vítimas moram em outro estado, é "improvável" que o indiciado "exerça algum tipo de influência". Ela foi a favor do pedido para que ele seja impedido de deixar o país. A juíza Luciana Halbritter acolheu a argumentação e indeferiu o pedido de prisão.

Ao GLOBO, o Fasano Rio afirmou que "agiu com firmeza e dentro dos limites da lei para coibir atitudes inoportunas de um cliente" e que "um funcionário pediu reiteradas vezes para que o cliente deixasse o hotel, não sendo atendido". Disse ainda que "o cliente chegou a ameaçar o funcionário e a agredi-lo fisicamente".

Em nota, o hotel afirmou que "cedeu as imagens tão logo foram solicitadas por autoridade competente" e acrescenta que elas "são claras e mostram que o cliente que teve atitudes inoportunas jamais foi protegido ou ajudado por funcionários do hotel". Procurada, a defesa de Igor não se manifestou.