Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

Sérgio Ricardo fiscaliza compra de R$ 80 milhões, encontra livros sem utilidade e indícios de fraude em boletins na Educação de Cuiabá

 

Fotografia em ambiente interno, provavelmente um depósito ou galpão, mostra dois homens em primeiro plano sendo entrevistados por uma equipe de reportagem. À esquerda, um homem de cabelos grisalhos e camisa cinza sorri para a câmera. Ao lado dele, um homem de terno azul e camisa azul clara segura um livro com a capa vermelha e a inscrição 'Educação Financeira & Consumo Consciente'. Ele aponta o dedo indicador para cima, gesticulando enquanto fala. À frente dos dois homens, há três microfones de diferentes emissoras de televisão, com as logos da 'TV Monta' e 'RecordTV' visíveis. Ao fundo, outras pessoas estão presentes, uma delas também gesticula. Caixas empilhadas com a inscrição 'Indústria Gráfica Santa Marta' estão visíveis no fundo, junto com outras caixas e objetos não identificados. A iluminação é forte e o foco está nos dois homens em primeiro plano.
Presidente Sérgio Ricardo fiscalizou a compra de R$ 80 milhões em materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá. Clique aqui para ampliar

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, fiscalizou nesta sexta-feira (29), a partir de denúncia do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, a compra de R$ 80 milhões em materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação e encontrou milhares de livros sem utilidade pedagógica armazenados em um centro de distribuição da prefeitura. Na Emeb Francisco Pedroso da Silva, a inspeção também identificou materiais de disciplinas que não integram a grade escolar e indícios de fraude em boletins, reforçando as suspeitas de irregularidades na aquisição e utilização dos materiais.

“Estamos aqui para fazer uma verificação in loco no que foi adquirido pela Secretaria de Educação do município. O Tribunal de Contas vai fazer uma auditoria completa em todas as aquisições da Secretaria Municipal de Educação e da Secretaria de Estado de Educação. Vamos avaliar qualidade, necessidade, custo do material e o volume dessas compras”, afirmou o presidente, acompanhado pelo prefeito e pelos vereadores por Cuiabá Paula Callil, Michelly Alencar, Delmário Alencar, Wilson Kero Kero, Baixinha Giraldelli, Demilson Nogueira, além do secretário de Educação de Cuiabá, Reginaldo Teixeira, e auditores do TCE-MT. 

No centro de distribuição da Secretaria de Educação da capital, o TCE-MT encontrou cerca de 16 mil livros de educação financeira, que custaram aproximadamente de R$ 115 a R$ 130 cada, sendo que, segundo a unidade gestora, a rede municipal sequer possui disciplina específica de educação financeira ou professores preparados para ministrar o conteúdo. 

A fiscalização apura ainda contratos que, de acordo com a Prefeitura de Cuiabá, se não tivessem sido suspensos, poderiam levar o município a gastar até R$ 159 milhões com livros e programas educacionais excessivos em 2025 e 2026. O valor equivaleria a cerca de R$ 2,7 mil por aluno, muito acima da média nacional, estimada entre R$ 400 e R$ 600 anuais. Desde o fim de março, a atual gestão da secretaria suspendeu aproximadamente R$ 76 milhões em aquisições após identificar indícios de irregularidades em processos de inexigibilidade de licitação.

“Ali tem 16 mil livros guardados que não serão utilizados porque não existe essa matéria nas escolas. Não há professor dando essa disciplina e não há aluno recebendo esse conteúdo. Isso aqui é irresponsabilidade, é vergonha, é improbidade administrativa e é crime”, declarou Sérgio Ricardo.

Tony Ribeiro/TCE-MTFotografia em ambiente interno mostra quatro homens e uma mulher em uma sala com paredes claras. À esquerda, um homem careca, de costas, veste camiseta cinza. No centro, um homem de terno azul escuro e camisa branca, com um broche no lapela, sorri e ergue uma caixa colorida com o logo 'microkids' e o número '3'. À direita, dois homens de terno azul e gravata observam a caixa, um deles segurando um microfone com o logo 'Jovem Pan News'. Uma mulher, à esquerda, com cabelo curto e escuro, observa a cena. Uma mesa com papéis, canetas e uma caixa plástica transparente com objetos está à frente dos homens, parcialmente visível.
O presidente encontrou milhares de livros sem utilidade pedagógica armazenados no centro de distribuição e na Emeb. Clique aqui para ampliar

Já na Escola Municipal de Ensino Básico (Emeb) Francisco Pedroso da Silva, foram constatadas irregularidades na compra de kits de informática, mesmo que a escola que não possua laboratório e não ministre a disciplina. Além disso, foram identificados indícios de boletins escolares fraudulentos, com lançamento de notas de informática para os alunos.

Para o presidente, a situação pode configurar fraude administrativa. “Estão inserindo a matéria de informática nos boletins, dando notas sem que tenha aula de informática e sem que o aluno tenha feito informática. Isso é fraude, isso é crime, isso é improbidade administrativa”, repetiu.

Segundo o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, a atual gestão identificou, além da aquisição irregular de materiais, a priorização indevida de pagamentos. “Identificamos que praticamente R$ 21 milhões foram pagos em livros enquanto escolas enfrentavam falta de material de limpeza, problemas estruturais e dificuldades para retomada das aulas. Houve uma inversão completa de prioridades.”

Ainda conforme Abílio, empresas fornecedoras dos insumos pressionaram para a formalização de contratos relacionados a materiais já entregues ao município sem ordem de serviço. “A gente começou a identificar inexigibilidades de R$ 11 milhões, R$ 17 milhões, e isso chamou muita atenção. Eram programas pedagógicos que incluíam livros, palestras e sistemas, mas em quantidade muito acima da capacidade de execução da rede municipal.”

Já o secretário municipal de Educação, Reginaldo Teixeira, destacou que a presença do Tribunal reforça a transparência e o controle sobre os gastos públicos. “O trabalho do Tribunal de Contas é importantíssimo porque traz mais credibilidade para a gestão e transparência para a população. A Educação tem prioridades urgentes, como infraestrutura, transporte escolar, alimentação e folha de pagamento. Precisamos garantir condições adequadas para atender os alunos.”

À frente da Emeb Francisco Pedroso da Silva, a diretora Núbia Barbosa Neto relatou preocupação dos professores com o excesso de projetos pedagógicos e a falta de conexão entre os materiais distribuídos e as necessidades reais da alfabetização. “Chegavam dois ou três livros de português para o primeiro ano, que são crianças de quatro anos, no início da alfabetização. Os professores reclamavam de livros errados, com escritas erradas. A gente perdia o foco da alfabetização por causa da quantidade exagerada de projetos.”

Tony Ribeiro/TCE-MTA imagem é uma fotografia jornalística que retrata um grupo de homens e mulheres em um ambiente interno. À esquerda, um homem careca com camisa azul e uma mulher com blusa estampada e óculos observam atentamente um homem de terno azul que está no centro da imagem, gesticulando com um documento na mão e falando. À direita desse homem, há mais dois homens, um com barba e outro sem, ambos com semblante sério e microfones próximos aos rostos. Em frente ao grupo, uma mesa de madeira exibe diversas caixas de presente coloridas, algumas abertas mostrando brinquedos. Ao fundo, parte de uma porta branca e um corredor são visíveis.
A inspeção também identificou materiais de disciplinas que não integram a grade escolar e indícios de fraude em boletins. Clique aqui para ampliar

A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil, afirmou que a fiscalização presencial permite compreender a realidade das unidades escolares. “Todas as escolas da rede municipal possuem algum grau de necessidade de manutenção, ampliação ou reestruturação. É importante unir forças para dar um rumo à educação do município.”

Para a vereadora Michelly Alencar, a situação é “estarrecedora” e possui graves indícios de fraude nos boletins escolares. Já o vereador Demilson Nogueira afirmou que o caso é “extremamente assustador” e defendeu a abertura de CPI para aprofundar as apurações.

O vereador Dilemário Alencar avaliou que o excesso de livros representa “dinheiro jogado na lata do lixo da educação”, enquanto Baixinha Giraldelli criticou o desperdício de recursos públicos diante das necessidades sociais da população. O vereador Wilson Kero Kero afirmou que a Câmara já acompanhava denúncias relacionadas à infraestrutura escolar e às aquisições de materiais didáticos.

Ao final da vistoria, Sérgio Ricardo assegurou que o TCE-MT ampliará as investigações para a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e para outros municípios mato-grossenses. Segundo ele, o Tribunal já identificou indícios de padrão semelhante em compras realizadas por diferentes prefeituras.

“Se isso está acontecendo em Cuiabá, imagina no interior. O Tribunal de Contas vai investigar todas as prefeituras do estado e as aquisições da Secretaria Estadual de Educação. Vamos fazer um levantamento completo para saber quanto dinheiro público foi desperdiçado”, pontuou.

TCE recebe denúncia sobre possível manipulação nos índices do Ideb

Durante a fiscalização, o presidente do TCE-MT também anunciou a abertura de uma auditoria para verificar possíveis inconsistências nos dados relacionados à evolução do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em Mato Grosso apresentados pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) no último ano.

“Recebemos informações de que esses números podem não ser os números reais. São provas e informações que precisam ser investigadas e nós vamos fazer uma avaliação completa em todos os itens avaliados e verificar a realidade dos números apresentados”, afirmou.

De acordo com Sérgio Ricardo, o TCE já instalou uma auditoria especializada para analisar os indicadores divulgados pelo Governo do Estado, especialmente a evolução da educação mato-grossense da 15ª para a 8ª posição nos rankings nacionais. “Já recebi parte desse material e teremos uma reunião estendida com profissionais e técnicos para chegar a uma conclusão sobre essas informações.”

Entendimento do TCE-MT sob liderança de Antonio Joaquim protege recursos da educação e fortalece a transparência

 ANTONIO JOAQUIM FORTALECE A EDUCAÇÃO PÚBLICA E GARANTE TRANSPARÊNCIA NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS CONSTITUCIONAIS

Uma importante decisão do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), relatada pelo conselheiro Antonio Joaquim, trouxe mais segurança jurídica, transparência e responsabilidade para a gestão dos recursos destinados à educação nos municípios mato-grossenses.

Ao responder consulta formulada pela Prefeitura de Várzea Grande, o TCE-MT esclareceu que apenas receitas oriundas de impostos e transferências constitucionais podem ser consideradas no cálculo do percentual mínimo de 25% que deve ser aplicado na educação, conforme determina a Constituição Federal.

Reconhecido nacionalmente por sua vasta experiência na administração pública e no controle externo, Antonio Joaquim demonstrou mais uma vez profundo conhecimento técnico e compromisso com a correta aplicação dos recursos públicos. O conselheiro destacou que programas federais como o Salário-Educação, PNAE, PNATE, recursos do FNDE e convênios possuem finalidade específica e não podem ser utilizados para compor artificialmente o índice constitucional da educação.

Em seu voto, Antonio Joaquim explicou que o Tribunal segue rigorosamente os critérios estabelecidos pela Secretaria do Tesouro Nacional, por meio do Manual de Demonstrativos Fiscais (MDF), além das normas previstas no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP), assegurando uma apuração transparente e tecnicamente correta.

Segundo o conselheiro, permitir que recursos federais vinculados substituam os investimentos obrigatórios realizados pelos municípios comprometeria a finalidade do artigo 212 da Constituição Federal e prejudicaria a transparência das contas públicas.

Para o ativista social João Batista de Oliveira, diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos e referência há mais de 30 anos na defesa da educação e dos direitos da cidadania em Mato Grosso, a decisão representa um importante avanço para a gestão pública.

"Antonio Joaquim demonstra, mais uma vez, sua grande capacidade técnica e seu compromisso com a educação pública. Sua atuação contribui para fortalecer a transparência, proteger os investimentos na área educacional e orientar os gestores municipais sobre a correta aplicação dos recursos. É uma decisão que beneficia diretamente os estudantes, os profissionais da educação e toda a sociedade mato-grossense", afirmou João Batista.

João Batista destacou ainda que Antonio Joaquim tem sido uma das principais vozes na defesa da boa gestão pública e do controle responsável dos recursos destinados às políticas sociais.

"A trajetória de Antonio Joaquim é marcada pelo compromisso com a cidadania, a transparência e o desenvolvimento de Mato Grosso. Seu trabalho no Tribunal de Contas tem servido de referência para gestores e instituições que buscam eficiência e responsabilidade na administração pública", acrescentou.

A decisão reforça o papel pedagógico do TCE-MT e evidencia a contribuição do conselheiro Antonio Joaquim para o fortalecimento das políticas públicas educacionais, garantindo que os recursos destinados à educação cumpram efetivamente sua finalidade constitucional.

Sérgio Ricardo determina auditoria na compra de livros da Secretaria de Estado de Educação e da Prefeitura de Rondonópolis

 A exemplo da fiscalização em Cuiabá, trabalho vai verificar se os itens têm uso real nas salas de aula e quanto custaram aos cofres públicos

A imagem é uma fotografia em ambiente interno que mostra dois homens em primeiro plano e outras pessoas desfocadas ao fundo. À esquerda, um homem mais velho veste terno azul escuro e camisa branca com uma gravata estampada, ele olha para a direita com a boca aberta como se estivesse falando. No centro, um homem mais jovem levanta a mão direita segurando uma caixa colorida da 'microkids' com um número '3' e desenhos de ícones infantis, a caixa possui a inscrição 'projetokids'. À direita, um homem de camisa branca e blazer escuro observa a cena, segurando um microfone com o logo da emissora 'TV Tar'. No fundo, percebe-se pessoas desfocadas e uma mesa com objetos e sacolas plásticas.
Presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo. Clique aqui para ampliar

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, determinou a abertura imediata de auditorias sobre as compras de livros e materiais didáticos feitas pela Prefeitura de Rondonópolis e pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). 

Anunciadas nesta quarta-feira (3), as fiscalizações ampliam o trabalho iniciado em Cuiabá, onde o TCE-MT apura irregularidades na aquisição de R$ 80 milhões em materiais didáticos pela Secretaria Municipal de Educação. 

“A exemplo do que fizemos em Cuiabá, determinei agora uma auditoria em todas as aquisições de livros feitas pela Prefeitura de Rondonópolis e pelo Governo do Estado. Vamos fiscalizar ainda as aquisições de outros municípios para verificar se esse padrão se repete”, disse o presidente.

Na última semana, Sérgio Ricardo já havia chamado a atenção para a existência de indícios de padrão semelhante em outras gestões. “Se isso está acontecendo em Cuiabá, imagina no interior. Vamos fazer um levantamento completo para saber quanto dinheiro público foi desperdiçado”, pontuou.

Serão avaliados critérios como qualidade, custo e volume dos materiais adquiridos, nos mesmos moldes da auditoria que já está sendo realizada na capital. Além disso, o trabalho deverá considerar se as compras são compatíveis com a realidade da rede de ensino, oferecendo conteúdo alinhado às disciplinas ofertadas pelas escolas.

Segundo o presidente, a apuração das compras estaduais ficará a cargo do relator das contas da Secretaria de Estado de Educação, conselheiro Alisson Alencar. Em Rondonópolis, o conselheiro-relator é José Carlos Novelli, que já conduz uma auditoria especial sobre os imóveis negociados pela prefeitura nos últimos quatro anos.

A auditoria foi determinada por Sérgio Ricardo na semana passada, depois que Novelli suspendeu os certames de venda de imóveis da prefeitura por constatar indícios de direcionamento, conflito de interesses e favorecimento em leilões de 24 áreas públicas, uma delas avaliada em mais de R$ 100 milhões.

João Batista exalta atuação de Antonio Joaquim: "Exemplo de compromisso com a educação e o dinheiro público"

Antonio Joaquim reafirma compromisso com a educação e a transparência ao determinar investigação sobre transporte escolar em Várzea Grande

A decisão do conselheiro Antonio Joaquim, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), de instaurar uma tomada de contas especial para apurar possíveis irregularidades em contrato de transporte escolar de Várzea Grande foi amplamente elogiada por representantes da sociedade civil que acompanham as políticas públicas voltadas à educação e à fiscalização dos recursos públicos.

Reconhecido por sua longa trajetória na vida pública e por sua atuação firme em defesa da boa gestão, Antonio Joaquim voltou a demonstrar seu compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à população mato-grossense.

A medida determinada pelo conselheiro busca aprofundar a investigação de indícios apontados em auditoria da Controladoria-Geral de Várzea Grande, envolvendo possíveis divergências na quilometragem faturada, falhas na fiscalização contratual, problemas relacionados à frota utilizada e outras situações que podem ter causado prejuízos aos cofres públicos.

Para o ativista social João Batista de Oliveira, diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos e uma das maiores referências na área da educação em Mato Grosso há mais de três décadas, a decisão de Antonio Joaquim demonstra independência, coragem e elevado compromisso com o interesse coletivo.

"Antonio Joaquim possui uma trajetória marcada pela defesa da transparência e pelo respeito ao dinheiro público. Sua atuação firme neste caso reforça a confiança da sociedade no Tribunal de Contas. É uma decisão que protege a educação, os estudantes e toda a população de Mato Grosso", afirmou João Batista.

Segundo ele, a determinação de aprofundar as investigações revela sensibilidade e responsabilidade com um dos setores mais importantes da administração pública.

"Quando o assunto é transporte escolar, estamos falando do acesso de milhares de crianças e adolescentes à educação. O conselheiro Antonio Joaquim compreende a importância desse serviço e age com o rigor necessário para garantir que os recursos públicos sejam aplicados corretamente. Sua postura é um exemplo para o serviço público brasileiro", destacou.

João Batista também ressaltou que Antonio Joaquim se consolidou ao longo dos anos como uma das lideranças mais respeitadas do estado, sendo reconhecido pela defesa da ética, da transparência e do fortalecimento das instituições de controle.

"A sociedade mato-grossense conhece a seriedade do trabalho desenvolvido por Antonio Joaquim. Sua atuação tem contribuído para aperfeiçoar a gestão pública e fortalecer a fiscalização dos recursos que pertencem ao cidadão. Trata-se de um homem público que honra sua missão institucional e que segue deixando importantes contribuições para Mato Grosso", acrescentou.

Ao determinar a instauração da tomada de contas especial, Antonio Joaquim reforça o papel do Tribunal de Contas como guardião dos recursos públicos e demonstra que eventuais irregularidades devem ser apuradas com profundidade, responsabilidade e absoluto respeito ao devido processo legal.

A iniciativa foi recebida como mais uma demonstração do compromisso do conselheiro com a boa governança, a defesa do interesse público e a construção de uma administração cada vez mais eficiente, transparente e voltada aos interesses da população.

Vereadora Gisa Barros cobra execução de emenda para aquisição de mamógrafo em Várzea Grande

 Vereadora Gisa Barros cobra execução de emenda para aquisição de mamógrafo em Várzea Grande

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (07), a vereadora Gisa Barros fez uma cobrança enfática ao Poder Executivo para a execução da emenda impositiva destinada à aquisição de um mamógrafo para o município de Várzea Grande.

A parlamentar ressaltou que a emenda foi incluída na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), no Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária Anual (LOA) do ano passado, e que o Executivo tem obrigação legal de executá-la.

Gisa Barros reconheceu o trabalho da empresa FEB Saúde, sediada no município e responsável por prestar atendimentos de qualidade às mulheres, mas deixou claro que isso não exime a Prefeitura de cumprir com a execução da emenda prevista em lei.

“Eu sei que a FEB Saúde é uma empresa de Várzea Grande que presta serviço de qualidade, sei que vai atender as mulheres, mas não vou deixar de cobrar a emenda impositiva desta Casa de Leis. Essa emenda foi colocada na LDO, no PPA e na LOA, e até o momento, nada. Mais uma vez, uma execução que deveria ser feita pelo Poder Executivo e que não está sendo cumprida. Meu papel aqui é de cobrar, e nisso eu sou incansável”, afirmou a vereadora.

O presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira, reforçou que a Casa de Leis acompanhará de perto o cumprimento das emendas impositivas e dos prazos legais para respostas aos requerimentos. Segundo ele, todos os pedidos feitos pelos vereadores deverão ser respondidos pela Prefeitura em até 48 horas, conforme determina a legislação. O descumprimento será comunicado ao Ministério Público.

Assessoria de Comunicação – Câmara Municipal de Várzea Grande

Lei “Antes que Aconteça”, de autoria da vereadora Gisa Barros, é sancionada e fortalece combate à violência contra a mulher em Várzea Grande

 Lei “Antes que Aconteça”, de autoria da vereadora Gisa Barros, é sancionada e fortalece combate à violência contra a mulher em Várzea Grande

A vereadora Gisa Barros comemorou a sanção da Lei nº 5.533/2026, que institui o programa “Antes que Aconteça”, voltado à prevenção da violência doméstica e familiar contra as mulheres em Várzea Grande.

O projeto de lei, de autoria da parlamentar, foi aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pela prefeita Flávia Moretti, tornando-se oficialmente uma nova política pública de proteção e conscientização no município.

A legislação tem como objetivo promover ações preventivas, educativas e informativas, além de fortalecer a rede municipal de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

Entre as medidas previstas estão campanhas permanentes de conscientização, ações educativas em escolas, unidades de saúde e espaços comunitários, divulgação de informações sobre os direitos das mulheres e canais de denúncia, além da capacitação de profissionais da rede pública para identificação e acolhimento de vítimas.

A lei também prevê o fortalecimento da atuação integrada entre órgãos públicos e entidades parceiras no enfrentamento à violência contra a mulher em Várzea Grande.

Para a vereadora Gisa Barros, a transformação do projeto em lei representa um avanço importante na defesa das mulheres e no fortalecimento das políticas públicas de prevenção no município.

A nova legislação entra em vigor no prazo de 90 dias após sua publicação oficial.

A Câmara Municipal de Várzea Grande segue apoiando iniciativas voltadas à proteção, conscientização e garantia dos direitos das mulheres, reforçando o compromisso do Legislativo com políticas públicas que contribuam para uma sociedade mais segura, justa e igualitária.

Vereadora Gisa Barros realiza audiência pública sobre combate à violência contra a mulher

 Vereadora Gisa Barros realiza audiência pública sobre combate à violência contra a mulher

A Câmara Municipal de Várzea Grande realizará, no próximo dia 25 de março de 2026 (quarta-feira), às 9h, uma audiência pública com o tema “Combate à Violência Contra a Mulher”. O encontro acontecerá no plenário da Casa Legislativa.

A iniciativa é da vereadora Gisa Barros, que convida toda a população a participar do debate, considerado fundamental para o fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres.

A audiência será realizada na sede da Câmara Municipal, localizada na Avenida Castelo Branco, nº 2000, ao lado da Prefeitura. O espaço será aberto ao público e contará com a participação de autoridades, representantes da sociedade civil e cidadãos interessados na pauta.

De acordo com a organização, o objetivo é ampliar o diálogo sobre estratégias de enfrentamento à violência de gênero, além de ouvir as demandas da população e propor ações concretas que contribuam para a redução dos índices de violência.

A vereadora Gisa Barros destaca que a participação popular é essencial para a construção de políticas públicas mais eficazes. “Este é um momento de escuta, união e construção coletiva, onde todos podem contribuir para transformar essa realidade”, reforça.

A audiência pública também tem como propósito fortalecer a rede de apoio às vítimas, incentivar as denúncias e promover a conscientização sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher.

A população está convidada a participar e contribuir com ideias, sugestões e experiências que possam enriquecer o debate e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária para todas.

Gisa Barros critica proposta da Prefeitura para aumentar ISSQN em VG

 Gisa Barros critica proposta da Prefeitura para aumentar ISSQN em VG

Vereadora afirmou que aumento da alíquota atingiria serviços essenciais e acabaria pesando no bolso da população.

A vereadora Gisa Barros criticou o projeto encaminhado pela Prefeitura de Várzea Grande que pretendia revogar incentivos fiscais previstos no Código Tributário Municipal e elevar a cobrança do ISSQN para alguns setores da economia.

Segundo a parlamentar, a proposta do Executivo retirava benefícios que atualmente permitem a cobrança de alíquotas entre 2% e 3%, aumentando o imposto para até 5% em áreas consideradas essenciais, como saúde, educação, assistência médica, obras e transporte público.

Durante entrevista, Gisa afirmou que o impacto da medida não ficaria apenas para empresários e prestadores de serviço, mas chegaria diretamente à população através do aumento de preços.

“Quem pagaria essa conta seria o povo. O empresário acaba repassando esse aumento para a população”, declarou.

A vereadora citou como exemplo o transporte coletivo, destacando que o aumento da carga tributária poderia refletir diretamente no valor da passagem de ônibus em Várzea Grande. Ela também mencionou o custo de consultas médicas e atendimentos especializados.

“Hoje uma consulta especializada já custa caro. Com aumento do ISSQN, isso poderia subir ainda mais”, afirmou.

Gisa Barros também justificou o posicionamento contrário da Câmara Municipal ao projeto enviado pela gestão da prefeita Flávia Moretti. Segundo ela, o município vive dificuldades em áreas básicas e não seria o momento adequado para discutir aumento de impostos.

“A população enfrenta problemas na saúde, nas ruas e até falta de medicamentos básicos. A Câmara não poderia aceitar mais peso para o contribuinte”, disse.

Ao comentar sobre a intenção da proposta apresentada pelo Executivo, a parlamentar foi direta ao afirmar que o objetivo era ampliar a arrecadação municipal.

“A intenção era arrecadar mais cobrando mais do contribuinte”, concluiu.

Gisa Barros reforça cobrança por aquisição de mamógrafo previsto em emenda impositiva

 Gisa Barros reforça cobrança por aquisição de mamógrafo previsto em emenda impositiva

Durante a sessão desta terça-feira (9), a vereadora Gisa Barros (PSB) voltou a cobrar do Poder Executivo a execução das emendas impositivas aprovadas no exercício anterior. Em sua fala inicial, a parlamentar mencionou recursos destinados à compra de um tomógrafo, mas em seguida retificou a informação, esclarecendo que a emenda originalmente aprovada era destinada à aquisição de um mamógrafo, no valor de R$ 500 mil, e que permanece sem execução pelo município.

Segundo a vereadora, essa emenda para o mamógrafo foi construída coletivamente e aprovada na Lei Orçamentária, mas não avançou na etapa de execução. Gisa explicou ainda que existe outra emenda, também no valor de R$ 500 mil, inicialmente prevista para a causa animal, referente a um convênio para acolhimento de animais abandonados. Como essa iniciativa igualmente não foi executada, a parlamentar protocolou uma indicação solicitando o remanejamento desse segundo recurso especificamente para a compra de um tomógrafo.

Gisa informou que, ao solicitar esclarecimentos ao Poder Executivo sobre o andamento da compra dos equipamentos, recebeu resposta afirmando que o município não tinha interesse na aquisição e que o valor seria insuficiente. Para ela, o complemento financeiro poderia ter sido providenciado pela administração municipal.

A vereadora também relatou que os serviços de tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia foram temporariamente suspensos por motivos administrativos relacionados à falta de pagamento à empresa responsável pelos exames. Em sua avaliação, a aquisição de um tomógrafo próprio poderia reduzir a dependência de serviços terceirizados e amenizar os impactos à população. “Com o equipamento adquirido, parte desses exames seria realizada pelo próprio município”, afirmou.

Ao final, Gisa Barros destacou que a Câmara já aprovou todas as suplementações solicitadas ao longo do ano e reforçou que o Legislativo tem cumprido seu papel. Para ela, garantir a execução das emendas e viabilizar a compra do tomógrafo é essencial para ampliar o atendimento e dar mais autonomia à rede municipal de saúde.

Projeto de Gisa Barros incentiva emissão do primeiro RG nas escolas municipais de Várzea Grande

 Projeto de Gisa Barros incentiva emissão do primeiro RG nas escolas municipais de Várzea Grande

A Câmara Municipal de Várzea Grande aprovou o Projeto de Lei nº 192/2025, de autoria da vereadora Gisa Barros (PSB), que institui a campanha “Meu Primeiro RG” nas escolas municipais que ofertam o ensino infantil e fundamental.

A proposta tem como objetivo facilitar o acesso das crianças ao documento de identificação, promovendo cidadania e inclusão desde os primeiros anos escolares. O projeto recebeu parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação e foi aprovado por 18 votos favoráveis.

Com a campanha, as escolas poderão organizar mutirões em parceria com os órgãos responsáveis pela emissão do documento, aproximando os serviços públicos das famílias e incentivando a regularização civil de crianças e adolescentes.

Assessoria de Comunicação
Câmara Municipal de Várzea Grande

Gisa Barros cobra retomada de obras paralisadas no Jardim Glória e alerta para desperdício de recursos públicos

 Gisa Barros cobra retomada de obras paralisadas no Jardim Glória e alerta para desperdício de recursos públicos

Durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira, 29 de outubro, a vereadora Gisa Barros (PSB) utilizou a tribuna para cobrar a retomada das obras no Jardim Glória, que interligam os bairros Vila Arthur, Jardim Glória II e Jardim Glória I, paralisadas desde o início de outubro.

Segundo a parlamentar, as obras haviam sido retomadas no início de setembro, mas a empresa responsável interrompeu os serviços por falta de pagamento.

“E pasmem, em outubro já abandonaram a obra. E por que abandonaram? Porque não receberam. A empresa que está prestando o serviço não recebeu”, afirmou.

De acordo com informações repassadas à vereadora pela assessoria da Secretaria de Obras, a paralisação ocorreu em razão de pendências de pagamento junto às Secretarias de Serviços Públicos e de Meio Ambiente. Gisa Barros destacou a urgência de uma solução para evitar novos prejuízos.

“Vamos agilizar aí, secretários, porque começaram a obra e tudo que já foi feito neste período chuvoso vai ser jogado no ralo, dinheiro do povo, novamente”, alertou.

A vereadora ressaltou ainda que a situação do Jardim Glória não é um caso isolado e que outros bairros também enfrentam problemas semelhantes de abandono de obras.

“Esta obra, que interliga sete bairros, está como várias outras. Acredito que do Pirineu esteja assim também, do São Simão também, assim como outras”, disse.

Gisa Barros concluiu sua fala reafirmando o papel fiscalizador do Legislativo e o compromisso de acompanhar semanalmente a execução das obras públicas municipais.

“Sou incansável. Estarei nesta tribuna toda semana cobrando até que as obras sejam concluídas de forma responsável e com respeito ao dinheiro do cidadão”, finalizou.

Assessoria de Comunicação
Câmara Municipal de Várzea Grande

Gisa Barros - PODEMOS

 Gisa Barros

Biografia: 

Gisa Barros, natural de Cuiabá, Mato Grosso, tem 41 anos, é bacharel em Direito, empresária e produtora cultural. Casada com Assunção Junior e mãe de André Henrique e Ana Cecília, é filha da Professora Lourdes Bueno de Almeida Barros e Cecílio Amorim de Barros.

Sua trajetória política começou em 2016, quando foi eleita com 3.306 votos, tornando-se a mulher mais votada de Várzea Grande. Em 2020, foi reeleita com 2.253 votos e ocupou os cargos de 2ª Secretária da Mesa Diretora (2021-2022) e Vice-Presidente (2023-2024). Em 2024, foi novamente reeleita, com 3.613 votos, mantendo o título de mulher mais votada do município.

Na Câmara Municipal, Gisa Barros atua como Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, Vice-Presidente da Comissão do Direito da Mulher e do Conselho de Cultura, além de ser membro da Comissão de Ética e da Frente Parlamentar do Comércio.

Dentre suas legislações de destaque estão projetos como o ELAS LIVRES, voltado à ressocialização de mulheres em vulnerabilidade, e a inclusão da Lei Maria da Penha no currículo das escolas públicas municipais. Gisa também criou ações de apoio psicológico para famílias de vítimas de feminicídio e promoveu a valorização das mulheres na rede municipal de ensino.

Além disso, segue atuando em projetos recentes em trâmite, como o Programa Pindorama, que estimula a criatividade por meio das artes visuais nas escolas, e o Projeto Banco Vermelho, voltado para conscientização sobre a violência contra a mulher no Agosto Lilás. Também propôs a inclusão de podólogos na saúde pública, garantindo atendimento especializado para diabéticos, e a gratuidade da justiça para mulheres vítimas de violência doméstica. Entre suas iniciativas, destacam-se ainda o Programa de Auto monitoramento Glicêmico, que oferece suporte para pessoas com diabetes, a criação da Sala Lilás, um espaço de acolhimento para vítimas de violência em unidades de urgência e emergência, e a Escola Clínica para Autistas, voltada para o atendimento especializado de pessoas com TEA.

Em sua atuação, prioriza a defesa dos direitos das mulheres, o fortalecimento da saúde, educação, segurança pública e programas sociais para famílias em situação de vulnerabilidade. Gisa reafirma seu compromisso com Várzea Grande, atuando com transparência, dedicação e responsabilidade para construir um município mais justo e acolhedor para todos.

 

Audiência pública proposta por Gisa Barros debate combate à violência contra a mulher em Várzea Grande

 Audiência pública proposta por Gisa Barros debate combate à violência contra a mulher em Várzea Grande

Será realizada, no dia 25 de março, no plenário da Câmara Municipal de Várzea Grande, uma audiência pública com foco no combate à violência contra a mulher, de autoria da vereadora Gisa Barros. A iniciativa tem como objetivo ampliar o debate e fortalecer políticas públicas voltadas à proteção das mulheres no município.

Realizada durante o mês dedicado às mulheres, a audiência ganha ainda mais relevância ao tratar de um tema sensível e urgente, diante dos índices de violência que seguem impactando a sociedade. A proposta reforça a necessidade de discutir, prevenir e enfrentar esse cenário por meio de ações concretas e políticas públicas eficazes.

O encontro reunirá autoridades, especialistas e a população para dialogar sobre medidas de enfrentamento à violência, além de mecanismos de apoio, acolhimento e encaminhamento das vítimas. A iniciativa busca promover a conscientização e estimular o engajamento coletivo na construção de soluções.

A atuação da vereadora Gisa Barros tem como foco dar visibilidade ao tema e fortalecer a voz em defesa das mulheres, contribuindo para a ampliação de políticas públicas que garantam mais segurança, respeito e dignidade.

A participação da população é fundamental para fortalecer o debate e contribuir com propostas que ampliem a rede de proteção às mulheres em Várzea Grande.


Evento: Audiência pública sobre combate à violência contra a mulher
Autoria: Vereadora Gisa Barros
Data: 25 de março de 2026
Horário: 09h00
Local: Plenário da Câmara Municipal de Várzea Grande
Endereço: Avenida Castelo Branco, 2000, ao lado da Prefeitura

Projeto de lei da vereadora Lucélia Oliveira que reconhece manifestações artísticas cristãs é aprovado na Câmara de Várzea Grande

 Projeto de lei da vereadora Lucélia Oliveira que reconhece manifestações artísticas cristãs é aprovado na Câmara de Várzea Grande

Durante a última Sessão Ordinária realizada na terça-feira (19), a Câmara Municipal de Várzea Grande aprovou, com 12 votos favoráveis, o Projeto de Lei nº 64/2026, de autoria da vereadora Lucélia Oliveira, que reconhece as manifestações artísticas de inspiração cristã como expressão cultural no município.

A proposta tem como objetivo valorizar as manifestações culturais ligadas à religiosidade cristã, além de incentivar a participação da comunidade em atividades culturais e fortalecer tradições locais. O projeto também está fundamentado nos artigos 215 e 216 da Constituição Federal, que garantem a valorização e promoção das manifestações culturais brasileiras.

Durante a discussão em plenário, a vereadora Lucélia Oliveira destacou a importância da aprovação da matéria e do reconhecimento das manifestações religiosas como parte da cultura local.

Segundo a parlamentar, a proposta busca ampliar o espaço das manifestações artísticas inspiradas na religiosidade cristã dentro das ações culturais do município e fortalecer a participação dessas expressões nos calendários oficiais de Várzea Grande.

O projeto também recebeu apoio dos vereadores Gisa Barros, Raul Curvo e Braz Jaciro durante a sessão. Os parlamentares parabenizaram a iniciativa da vereadora Lucélia Oliveira e defenderam a valorização das manifestações culturais de inspiração cristã no município.

Com a aprovação em plenário, o Projeto de Lei nº 64/2026 segue agora para análise e possível sanção do Poder Executivo Municipal.

Câmara Municipal de Várzea Grande repudia ação da Guarda Municipal contra vereador durante visita da prefeita

 Câmara Municipal de Várzea Grande repudia ação da Guarda Municipal contra vereador durante visita da prefeita

A Câmara Municipal de Várzea Grande manifesta repúdio aos acontecimentos registrados na manhã desta sexta-feira (22), durante a visita da prefeita Flávia Moretti à sede do Legislativo para protocolar projetos do Executivo.

Na ocasião, o vereador Wender Madureira (Republicanos) utilizou o momento para cobrar providências urgentes relacionadas à situação do Pronto-Socorro Municipal. O parlamentar relatou à prefeita denúncias sobre falta de insumos, exames e leitos, solicitando medidas imediatas para melhorar o atendimento à população.

Durante o diálogo, um guarda municipal avançou em direção ao vereador e colocou a mão em seu peito. Em seguida, o secretário de Ordem Pública, Loriney deu voz de prisão ao parlamentar, sem apresentar justificativa, enquanto o vereador exercia sua função constitucional de fiscalização e cobrança por melhorias nos serviços públicos.

Em meio à confusão, houve ainda a denúncia de que um assessor do Executivo teria agredido o secretário do Legislativo, Samir Katumata.

A Câmara também destaca que, desde as primeiras horas da manhã, cerca de seis viaturas e duas motocicletas da Guarda Municipal estavam posicionadas em frente ao prédio do Legislativo, aparentemente realizando a escolta da prefeita.

Diante dos fatos, a Casa de Leis reafirma seu compromisso com a democracia, a independência entre os poderes e o livre exercício da atividade parlamentar, repudiando qualquer atitude que tente intimidar vereadores no desempenho de suas funções em defesa da população.

Diante do ocorrido a Câmara irá acionar a procuradoria para apurar os fatos e tomar as providências necessárias.

Lei “Antes que Aconteça”, de autoria da vereadora Gisa Barros, é sancionada e fortalece combate à violência contra a mulher em Várzea Grande

 Lei “Antes que Aconteça”, de autoria da vereadora Gisa Barros, é sancionada e fortalece combate à violência contra a mulher em Várzea Grande

A vereadora Gisa Barros comemorou a sanção da Lei nº 5.533/2026, que institui o programa “Antes que Aconteça”, voltado à prevenção da violência doméstica e familiar contra as mulheres em Várzea Grande.

O projeto de lei, de autoria da parlamentar, foi aprovado pela Câmara Municipal e sancionado pela prefeita Flávia Moretti, tornando-se oficialmente uma nova política pública de proteção e conscientização no município.

A legislação tem como objetivo promover ações preventivas, educativas e informativas, além de fortalecer a rede municipal de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

Entre as medidas previstas estão campanhas permanentes de conscientização, ações educativas em escolas, unidades de saúde e espaços comunitários, divulgação de informações sobre os direitos das mulheres e canais de denúncia, além da capacitação de profissionais da rede pública para identificação e acolhimento de vítimas.

A lei também prevê o fortalecimento da atuação integrada entre órgãos públicos e entidades parceiras no enfrentamento à violência contra a mulher em Várzea Grande.

Para a vereadora Gisa Barros, a transformação do projeto em lei representa um avanço importante na defesa das mulheres e no fortalecimento das políticas públicas de prevenção no município.

A nova legislação entra em vigor no prazo de 90 dias após sua publicação oficial.

A Câmara Municipal de Várzea Grande segue apoiando iniciativas voltadas à proteção, conscientização e garantia dos direitos das mulheres, reforçando o compromisso do Legislativo com políticas públicas que contribuam para uma sociedade mais segura, justa e igualitária.

Gisa Barros critica proposta da Prefeitura para aumentar ISSQN em VG

 Gisa Barros critica proposta da Prefeitura para aumentar ISSQN em VG

Vereadora afirmou que aumento da alíquota atingiria serviços essenciais e acabaria pesando no bolso da população.

A vereadora Gisa Barros criticou o projeto encaminhado pela Prefeitura de Várzea Grande que pretendia revogar incentivos fiscais previstos no Código Tributário Municipal e elevar a cobrança do ISSQN para alguns setores da economia.

Segundo a parlamentar, a proposta do Executivo retirava benefícios que atualmente permitem a cobrança de alíquotas entre 2% e 3%, aumentando o imposto para até 5% em áreas consideradas essenciais, como saúde, educação, assistência médica, obras e transporte público.

Durante entrevista, Gisa afirmou que o impacto da medida não ficaria apenas para empresários e prestadores de serviço, mas chegaria diretamente à população através do aumento de preços.

“Quem pagaria essa conta seria o povo. O empresário acaba repassando esse aumento para a população”, declarou.

A vereadora citou como exemplo o transporte coletivo, destacando que o aumento da carga tributária poderia refletir diretamente no valor da passagem de ônibus em Várzea Grande. Ela também mencionou o custo de consultas médicas e atendimentos especializados.

“Hoje uma consulta especializada já custa caro. Com aumento do ISSQN, isso poderia subir ainda mais”, afirmou.

Gisa Barros também justificou o posicionamento contrário da Câmara Municipal ao projeto enviado pela gestão da prefeita Flávia Moretti. Segundo ela, o município vive dificuldades em áreas básicas e não seria o momento adequado para discutir aumento de impostos.

“A população enfrenta problemas na saúde, nas ruas e até falta de medicamentos básicos. A Câmara não poderia aceitar mais peso para o contribuinte”, disse.

Ao comentar sobre a intenção da proposta apresentada pelo Executivo, a parlamentar foi direta ao afirmar que o objetivo era ampliar a arrecadação municipal.

“A intenção era arrecadar mais cobrando mais do contribuinte”, concluiu.

Câmara discute seletivo e desligamentos com profissionais da enfermagem

 Câmara discute seletivo e desligamentos com profissionais da enfermagem

A Câmara Municipal de Várzea Grande recebeu, na manhã desta segunda-feira (06), enfermeiros e técnicos de enfermagem do município para apresentação de demandas da categoria.

O grupo foi representado pela profissional Marizete, que levou aos parlamentares reivindicações relacionadas às condições de trabalho, valorização profissional e questões administrativas da área da saúde.

Durante a reunião, também foram tratados temas como o processo seletivo em andamento e o desligamento de servidores da saúde sem a devida realocação, pontos que geraram preocupação entre os profissionais.

Participaram do encontro o secretário de Apoio Legislativo, Samir Katumata, e a vereadora Gisa Barros, que acompanharam as discussões e dialogaram com a categoria.

Como encaminhamento, foi definida a realização de uma nova reunião na próxima quarta-feira, com a participação da comissão de saúde da Câmara, para aprofundar os debates e buscar soluções para as pautas apresentadas.

A iniciativa reforça o compromisso do Legislativo municipal com a escuta ativa das categorias e o fortalecimento do diálogo em busca de melhorias para os serviços de saúde no município.