Gisa Barros se destaca na Câmara com postura firme, independente e em defesa da população

Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública

João Batista destaca atuação de Daniel Monteiro: “O vereador mais técnico e atuante de Mato Grosso”

vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.

Ativista João Batista exalta Antonio Joaquim como patrimônio da educação em MT: “Referência ética, técnica e humana”

Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado

PRF apreende 439 kg de pasta base, maconha e skunk em duas ações na rodovia BR-364

 

PRF apreende 439 kg de pasta base, maconha e skunk em duas ações na rodovia BR-364
Apreensões ocorreram em Diamantino e Comodoro; maconha, pasta base de cocaína e skunk foram encontrados em veículos fiscalizados pelas equipes [Foto - PRF]

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu, nesta terça-feira (10), aproximadamente 439 kg de drogas em duas ocorrências registradas na BR-364, em Mato Grosso. As apreensões ocorreram nos municípios de Diamantino e Comodoro e envolveram tabletes de maconha, pasta base de cocaína e skunk.

A primeira ocorrência foi registrada por volta das 13h30, no km 631 da BR-364, em Diamantino. Durante fiscalização a um caminhão VW Delivery, a equipe realizou vistoria no compartimento de carga e localizou entorpecentes escondidos na parte inferior do baú.

No veículo, foram encontrados 199 tabletes de substância análoga à maconha e 52 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína, totalizando aproximadamente 251 kg de drogas.

Nesta ocorrência, a PRF contou com o apoio da Polícia Militar de Mato Grosso, que auxiliou na localização do material ilícito e nos demais procedimentos. O condutor foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Diamantino, junto com o veículo e a droga apreendida.

A segunda ocorrência foi registrada por volta das 15h45, no km 1253 da BR-364, em Comodoro, durante ação integrada entre a PRF e o Exército Brasileiro, nas proximidades da Unidade Operacional da PRF.

Durante a fiscalização, o condutor de um Fiat Palio não obedeceu à ordem de parada e seguiu pela rodovia, abandonando o veículo em seguida em uma área de plantação de milho, de onde fugiu a pé. A PRF deslocou-se em apoio à ocorrência e, com auxílio posterior da Polícia Militar, realizou buscas pela região, mas o suspeito não foi localizado.

Ao decorrer da vistoria no veículo abandonado, foram encontrados 178 tabletes de substância análoga à skunk, totalizando aproximadamente 188 kg da droga. O veículo e o material apreendido foram encaminhados à autoridade policial para os procedimentos cabíveis e continuidade das investigações.

Somadas, as duas ocorrências resultaram na apreensão de aproximadamente 439 kg de entorpecentes em um único dia na BR-364, em Mato Grosso.

A PRF segue atuando de forma permanente no enfrentamento ao tráfico de drogas e à criminalidade nas rodovias federais.

Oito bandidos são presos pela PC em VG e Barra do Bugres por execuções a mando de facção

 

Oito bandidos são presos pela PC em VG e Barra do Bugres por execuções a mando de facção
Investigações identificaram pelo menos oito pessoas envolvidas em crimes de homicídio em Barra do Bugres

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (11), a “Operação Missionários”, para cumprimento de 10 ordens judiciais, com alvo em um núcleo de facção criminosa, cujos integrantes são responsáveis por homicídios determinados por lideranças do grupo.

Dentre as ordens judiciais estão oito mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela Terceira Vara Criminal de Barra do Bugres. Os mandados são cumpridos nas cidades de Barra do Bugres e Várzea Grande.

Entre os alvos estão integrantes de uma facção criminosa que atuavam como executores, autodenominavam-se “missionários” e agiam sob orientação de lideranças superiores do grupo.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Barra do Bugres, apontaram que os investigados foram deslocados para o município com a finalidade específica de executar rivais e alvos determinados pela facção.

As investigações, que levaram à identificação do núcleo específico dentro da facção, iniciaram após episódios de violência ocorridos em 2025 no município. Em 24 de julho de 2025, foi registrado um homicídio que vitimou o jovem Lucas das Chagas Cruz, de 26 anos. O crime ocorreu em uma chácara, ocasião em que a vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo. Na mesma ação, a mãe da vítima foi atingida por um disparo na perna.

Posteriormente, em 18 de outubro de 2025, um novo episódio de violência culminou no sequestro e na execução do adolescente Denilson Xavier Falanque, de 16 anos. O corpo do menor foi encontrado três dias após o seu desaparecimento, em estado de decomposição, em uma via vicinal da estrada canavieira, em meio a uma plantação de cana-de-açúcar. O fato reforçou a suspeita de atuação contínua, planejada e coordenada do grupo em Barra do Bugres.

Ao longo de várias semanas, policiais civis realizaram monitoramentos, levantamentos de inteligência e diligências de campo que permitiram identificar mentores, apoiadores e executores das ações criminosas. Os elementos de informação reunidos apontam, de forma consistente, a participação de pelo menos oito pessoas nos crimes investigados.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gilcimar Carvalho dos Santos, a operação é resultado de um trabalho investigativo intenso e qualificado. “A operação tem como objetivo desarticular a atuação do núcleo do grupo criminoso, assim como identificar outros possíveis envolvidos”, disse o delegado.

As investigações continuam em andamento, e demais medidas judiciais e operacionais serão adotadas conforme o desenvolvimento das apurações.

Nome da operação

A denominação “Missionários” faz referência à designação adotada por integrantes do grupo criminoso para identificar os agentes recrutados para a prática de ações violentas e execuções promovidas pela facção criminosa.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Quadrilha que usava mulheres para levar drogas a outros estados e a presídios de MT é alvo da PC

 

Quadrilha que usava mulheres para levar drogas a outros estados e a presídios de MT é alvo da PC
Grupo também promovia o ingresso de drogas em presídios e realizava a comunicação entre integrantes presos e os que atuavam em liberdade

A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa. 

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fazendo a diferença - ATRICON homenageia Antonio Joaquim e reconhecimento nacional reforça sua histórica luta pela educação inclusiva, transparência e defesa dos direitos da população

 Levantamento inédito do TCE-MT revela aumento de 185% no abandono escolar entre alunos da educação especial e fortalece atuação do conselheiro em defesa da inclusão

Diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, ativista social e referência na defesa dos direitos humanos das crianças e adolescentes em Mato Grosso.


A recente homenagem prestada pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) ao conselheiro Antonio Joaquim não poderia ocorrer em momento mais oportuno. O reconhecimento nacional chega justamente quando o conselheiro volta a protagonizar uma das mais importantes ações em defesa da educação inclusiva já realizadas em Mato Grosso, reafirmando sua trajetória marcada pela defesa da educação pública, da transparência, dos direitos humanos e da proteção das populações mais vulneráveis.

Ao longo de décadas de vida pública, Antonio Joaquim construiu uma reputação baseada na seriedade, na independência e no compromisso com os interesses da sociedade. Sua atuação ultrapassou os limites da fiscalização tradicional, transformando o Tribunal de Contas de Mato Grosso em um importante agente de indução de políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.

A homenagem da Atricon reconhece exatamente esse legado: o de um homem público que dedicou sua carreira à construção de uma gestão mais eficiente, transparente e comprometida com resultados concretos para os cidadãos.

Antonio Joaquim lidera ação histórica em defesa da educação inclusiva

Demonstrando mais uma vez sua sensibilidade social e compromisso com a inclusão, Antonio Joaquim conduziu, por meio da Comissão Permanente de Educação e Cultura do TCE-MT, um levantamento inédito sobre a realidade da educação especial inclusiva na rede estadual de ensino.

Os dados revelados são alarmantes e evidenciam a importância da atuação do conselheiro.

O estudo identificou:

  • Crescimento de quase 185% no abandono escolar entre estudantes da educação especial;
  • Ausência de profissionais de apoio para 414 alunos;
  • Falta de Atendimento Educacional Especializado (AEE) em 117 escolas estaduais;
  • Dificuldades estruturais enfrentadas por milhares de estudantes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades.

Diante desse cenário preocupante, Antonio Joaquim apresentou e teve homologada pelo Tribunal de Contas uma Nota Recomendatória destinada ao aperfeiçoamento da política estadual de educação inclusiva.

Ao defender a medida, o conselheiro destacou o caráter pioneiro da iniciativa.

"Nós já tínhamos feito esse levantamento nas escolas municipais e homologado recomendações, e agora complementamos essa informação com esse trabalho em nível estadual, o que é inédito no Brasil."

A fala evidencia o compromisso de Antonio Joaquim com uma educação que alcance todos os estudantes, especialmente aqueles que mais dependem da atuação do poder público para terem seus direitos garantidos.

Um dos maiores defensores da educação pública em Mato Grosso


Nos últimos anos, Antonio Joaquim tornou-se uma das principais vozes em defesa da educação pública no estado.

Seu trabalho tem sido marcado pela fiscalização da correta aplicação dos recursos educacionais, pela cobrança de resultados concretos dos gestores públicos e pela defesa de políticas que garantam qualidade de ensino e inclusão social.

Em 2026, sua atuação também ganhou destaque ao relatar entendimento que reforçou a proteção dos investimentos mínimos constitucionais destinados à educação, impedindo interpretações que poderiam reduzir os recursos efetivamente aplicados no ensino.

Trata-se de uma postura coerente com toda sua trajetória: defender que cada centavo destinado à educação seja efetivamente utilizado para melhorar a vida dos estudantes.

A educação inclusiva como instrumento de justiça social

Muito além dos números, Antonio Joaquim compreende que a educação inclusiva representa uma questão de cidadania, dignidade humana e justiça social.

Ao cobrar profissionais de apoio, atendimento especializado e políticas públicas eficientes para estudantes com deficiência, o conselheiro contribui diretamente para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Sua atuação demonstra que o controle externo pode ser uma poderosa ferramenta de garantia de direitos fundamentais.

Transparência, independência e compromisso com a população

Outra característica marcante da trajetória de Antonio Joaquim é sua defesa permanente da transparência pública.

Ao longo dos anos, manteve posicionamentos firmes em favor da correta aplicação dos recursos públicos, da eficiência administrativa e da melhoria dos serviços oferecidos à população.

Sua independência institucional e sua coragem para enfrentar temas sensíveis consolidaram sua imagem como uma das personalidades mais respeitadas do sistema de controle externo brasileiro.

Não por acaso, tornou-se referência nacional dentro da Atricon e dos Tribunais de Contas de todo o país.

João Batista: "Antonio Joaquim honra Mato Grosso"

Para João Batista de Oliveira, diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos e reconhecido defensor dos direitos humanos das crianças e adolescentes em Mato Grosso, a homenagem prestada pela Atricon representa um reconhecimento merecido a uma trajetória de serviços prestados à sociedade.

"Antonio Joaquim honra Mato Grosso. Sua história é marcada pela defesa da educação, da inclusão, da transparência e dos direitos da população. Poucos homens públicos conseguiram construir uma trajetória tão respeitada e tão comprometida com o interesse coletivo."

Segundo João Batista, o levantamento sobre a educação inclusiva demonstra mais uma vez a sensibilidade do conselheiro.

"Enquanto muitos apenas discutem os problemas, Antonio Joaquim apresenta diagnósticos, propõe soluções e cobra resultados. Sua preocupação com as crianças com deficiência e com os estudantes mais vulneráveis demonstra seu verdadeiro compromisso com os direitos humanos."

O ativista também destacou a importância do reconhecimento nacional concedido pela Atricon.

"A homenagem da Atricon não é apenas uma homenagem pessoal. É o reconhecimento de uma vida inteira dedicada ao serviço público, à educação e à construção de um Mato Grosso mais justo. Antonio Joaquim tornou-se uma referência nacional e um orgulho para nosso estado."

Um legado que ficará para as futuras gerações

Ao analisar a trajetória de Antonio Joaquim, torna-se evidente que sua contribuição vai muito além da fiscalização das contas públicas.

Seu legado está presente na defesa da educação inclusiva, na proteção dos investimentos educacionais, na busca por transparência, na melhoria da gestão pública e na luta permanente pela garantia de direitos fundamentais.

A homenagem da Atricon e os avanços promovidos por sua atuação no TCE-MT confirmam aquilo que a sociedade mato-grossense já reconhece há muitos anos: Antonio Joaquim é uma das mais importantes lideranças públicas da história recente de Mato Grosso e uma referência nacional na defesa da educação, da inclusão social e da cidadania.

Como resume João Batista de Oliveira:

"Antonio Joaquim pertence à galeria dos homens públicos que deixam um legado para as futuras gerações. Sua história de compromisso com a educação, com a inclusão e com a transparência merece reconhecimento, respeito e admiração de toda a sociedade mato-grossense."

ATRICON homenageia Antonio Joaquim e reconhecimento nacional reforça sua histórica luta pela educação inclusiva, transparência e defesa dos direitos da população

 Levantamento inédito do TCE-MT revela aumento de 185% no abandono escolar entre alunos da educação especial e fortalece atuação do conselheiro em defesa da inclusão

Diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos, ativista social e referência na defesa dos direitos humanos das crianças e adolescentes em Mato Grosso.


A recente homenagem prestada pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) ao conselheiro Antonio Joaquim não poderia ocorrer em momento mais oportuno. O reconhecimento nacional chega justamente quando o conselheiro volta a protagonizar uma das mais importantes ações em defesa da educação inclusiva já realizadas em Mato Grosso, reafirmando sua trajetória marcada pela defesa da educação pública, da transparência, dos direitos humanos e da proteção das populações mais vulneráveis.

Ao longo de décadas de vida pública, Antonio Joaquim construiu uma reputação baseada na seriedade, na independência e no compromisso com os interesses da sociedade. Sua atuação ultrapassou os limites da fiscalização tradicional, transformando o Tribunal de Contas de Mato Grosso em um importante agente de indução de políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.

A homenagem da Atricon reconhece exatamente esse legado: o de um homem público que dedicou sua carreira à construção de uma gestão mais eficiente, transparente e comprometida com resultados concretos para os cidadãos.

Antonio Joaquim lidera ação histórica em defesa da educação inclusiva

Demonstrando mais uma vez sua sensibilidade social e compromisso com a inclusão, Antonio Joaquim conduziu, por meio da Comissão Permanente de Educação e Cultura do TCE-MT, um levantamento inédito sobre a realidade da educação especial inclusiva na rede estadual de ensino.

Os dados revelados são alarmantes e evidenciam a importância da atuação do conselheiro.

O estudo identificou:

  • Crescimento de quase 185% no abandono escolar entre estudantes da educação especial;
  • Ausência de profissionais de apoio para 414 alunos;
  • Falta de Atendimento Educacional Especializado (AEE) em 117 escolas estaduais;
  • Dificuldades estruturais enfrentadas por milhares de estudantes com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades.

Diante desse cenário preocupante, Antonio Joaquim apresentou e teve homologada pelo Tribunal de Contas uma Nota Recomendatória destinada ao aperfeiçoamento da política estadual de educação inclusiva.

Ao defender a medida, o conselheiro destacou o caráter pioneiro da iniciativa.

"Nós já tínhamos feito esse levantamento nas escolas municipais e homologado recomendações, e agora complementamos essa informação com esse trabalho em nível estadual, o que é inédito no Brasil."

A fala evidencia o compromisso de Antonio Joaquim com uma educação que alcance todos os estudantes, especialmente aqueles que mais dependem da atuação do poder público para terem seus direitos garantidos.

Um dos maiores defensores da educação pública em Mato Grosso


Nos últimos anos, Antonio Joaquim tornou-se uma das principais vozes em defesa da educação pública no estado.

Seu trabalho tem sido marcado pela fiscalização da correta aplicação dos recursos educacionais, pela cobrança de resultados concretos dos gestores públicos e pela defesa de políticas que garantam qualidade de ensino e inclusão social.

Em 2026, sua atuação também ganhou destaque ao relatar entendimento que reforçou a proteção dos investimentos mínimos constitucionais destinados à educação, impedindo interpretações que poderiam reduzir os recursos efetivamente aplicados no ensino.

Trata-se de uma postura coerente com toda sua trajetória: defender que cada centavo destinado à educação seja efetivamente utilizado para melhorar a vida dos estudantes.

A educação inclusiva como instrumento de justiça social

Muito além dos números, Antonio Joaquim compreende que a educação inclusiva representa uma questão de cidadania, dignidade humana e justiça social.

Ao cobrar profissionais de apoio, atendimento especializado e políticas públicas eficientes para estudantes com deficiência, o conselheiro contribui diretamente para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Sua atuação demonstra que o controle externo pode ser uma poderosa ferramenta de garantia de direitos fundamentais.

Transparência, independência e compromisso com a população

Outra característica marcante da trajetória de Antonio Joaquim é sua defesa permanente da transparência pública.

Ao longo dos anos, manteve posicionamentos firmes em favor da correta aplicação dos recursos públicos, da eficiência administrativa e da melhoria dos serviços oferecidos à população.

Sua independência institucional e sua coragem para enfrentar temas sensíveis consolidaram sua imagem como uma das personalidades mais respeitadas do sistema de controle externo brasileiro.

Não por acaso, tornou-se referência nacional dentro da Atricon e dos Tribunais de Contas de todo o país.

João Batista: "Antonio Joaquim honra Mato Grosso"

Para João Batista de Oliveira, diretor do Portal Vidas e Direitos Humanos e reconhecido defensor dos direitos humanos das crianças e adolescentes em Mato Grosso, a homenagem prestada pela Atricon representa um reconhecimento merecido a uma trajetória de serviços prestados à sociedade.

"Antonio Joaquim honra Mato Grosso. Sua história é marcada pela defesa da educação, da inclusão, da transparência e dos direitos da população. Poucos homens públicos conseguiram construir uma trajetória tão respeitada e tão comprometida com o interesse coletivo."

Segundo João Batista, o levantamento sobre a educação inclusiva demonstra mais uma vez a sensibilidade do conselheiro.

"Enquanto muitos apenas discutem os problemas, Antonio Joaquim apresenta diagnósticos, propõe soluções e cobra resultados. Sua preocupação com as crianças com deficiência e com os estudantes mais vulneráveis demonstra seu verdadeiro compromisso com os direitos humanos."

O ativista também destacou a importância do reconhecimento nacional concedido pela Atricon.

"A homenagem da Atricon não é apenas uma homenagem pessoal. É o reconhecimento de uma vida inteira dedicada ao serviço público, à educação e à construção de um Mato Grosso mais justo. Antonio Joaquim tornou-se uma referência nacional e um orgulho para nosso estado."

Um legado que ficará para as futuras gerações

Ao analisar a trajetória de Antonio Joaquim, torna-se evidente que sua contribuição vai muito além da fiscalização das contas públicas.

Seu legado está presente na defesa da educação inclusiva, na proteção dos investimentos educacionais, na busca por transparência, na melhoria da gestão pública e na luta permanente pela garantia de direitos fundamentais.

A homenagem da Atricon e os avanços promovidos por sua atuação no TCE-MT confirmam aquilo que a sociedade mato-grossense já reconhece há muitos anos: Antonio Joaquim é uma das mais importantes lideranças públicas da história recente de Mato Grosso e uma referência nacional na defesa da educação, da inclusão social e da cidadania.

Como resume João Batista de Oliveira:

"Antonio Joaquim pertence à galeria dos homens públicos que deixam um legado para as futuras gerações. Sua história de compromisso com a educação, com a inclusão e com a transparência merece reconhecimento, respeito e admiração de toda a sociedade mato-grossense."

Senador diz que pais devem alertar crianças sobre pedofilia

 O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), ressaltou que o combate à pedofilia tem de começar sobretudo na família, e que os pais têm que superar os tabus e preconceitos e explicar para as crianças, em linguagem clara, como elas podem sofrer abusos.

O alerta foi feito durante audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família, no plenário 7, para debater políticas voltadas ao combate a esse crime. Magno Malta destacou que o pedófilo é envolvente, tem uma técnica de abordagem em que seduz as crianças com presentes, e por isso é necessário que elas recebam explicações dos pais.

O senador também lembrou que é dever de todos entrar em contato com a polícia em caso de suspeita de violência contra crianças e adolescentes, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90).

Segundo Malta, a pedofilia movimenta no Brasil cerca de 3 bilhões de dólares por ano. Ele informou que a CPI identificou abusos de crianças por integrantes da igreja, políticos e membros de conselhos tutelares – de cada dez conselhos, cinco têm queixas contra seus integrantes, de acordo com o senador.

O presidente da CPI ainda ressaltou que a CPI conseguiu quebrar o sigilo do Orkut, rede social na internet que pertence ao Google, para identificar pedófilos que atuam na web.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Magno relembra CPI da Pedofilia e alerta para sinais de abuso sexual de crianças

 

Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (20), o senador Magno Malta (PL-ES) relembrou a atuação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, em 2007, e afirmou que o trabalho do colegiado foi um marco no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, especialmente em crimes praticados em ambiente virtual.

Segundo o parlamentar, as investigações realizadas revelaram redes de pedofilia que utilizavam plataformas digitais para compartilhamento de conteúdo criminoso. O senador destacou que a CPI resultou na aprovação de leis que passaram a permitir a punição de abusadores.

— A CPI aprova sua primeira lei, que é chamada criminalização da posse. Ou seja, quando o pedófilo é preso, hoje, com pornografia no computador, ele só é preso por causa dessa lei, que eu assinei, da qual eu sou o autor. Tem uma segunda lei, chamada infiltração, em que o juiz autoriza o delegado ou o agente de polícia a se infiltrar numa rede e desmantelar organizações criminosas — disse Magno, que foi presidente da comissão e autor do requerimento que deu origem à CPI.

Durante o discurso, o parlamentar também orientou pais e responsáveis a observarem sinais de abuso infantil e afirmou que muitos casos permanecem ocultos dentro do ambiente familiar.

— O problema é que criança abusada não fala, mas dá sinal. Ela se sente culpada, porque foi conquistada com um presente, com um passeio. Quando começa a acontecer, a criança começa a sinalizar. Volta a fazer xixi na cama, cai o rendimento na escola, entra em depressão ou começa a comer exageradamente — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Magno Malta defende nova CPI da Pedofilia

 

Em discurso no Plenário nesta terça-feira (12), o senador Magno Malta (PL-ES), que presidiu uma CPI da Pedofilia há mais de 15 anos no Senado, afirmou que o tema continua urgente e citou denúncias feitas pelo youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, sobre exploração infantil em plataformas de conteúdo.

— A denúncia do Felca colocou o braço e a mão dentro de um vespeiro. Porque eu sofri mais ameaças de morte na CPI da Pedofilia do que na CPI do Narcotráfico. Eles movimentavam US$ 3 bilhões por ano no Brasil. O Brasil é o maior consumidor de pedofilia na internet — afirmou.

Malta lembrou que na época da CPI foi firmado um termo de ajustamento de conduta com operadoras de cartão de crédito para bloquear pagamentos relacionados à compra de material pornográfico envolvendo menores.

Moraes

O senador também lamentou a situação do colega Marcos do Val (Podemos-ES), que, segundo ele, é alvo de abuso de autoridade mesmo tendo mandato legítimo e imunidade parlamentar, conforme o artigo 53 da Constituição. E criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

O parlamentar comentou declarações feitas por Moraes durante palestra no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), na segunda-feira (11).

— É uma fala até muito branda, falando baixo, educadamente. Eu acho que ele deixou de ser Alexandre. Bom, para mim, ele é Alexandre, o Pequeno, nunca foi o Grande. Alexandre, com a voz altiva, coisa de ditador, coisa de quem não tem qualquer compromisso com a vida, nem com valores — declarou Malta.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado