Vereadora mantém coerência, fiscaliza o Executivo e se posiciona contra o inchaço da máquina pública
vereador Daniel Monteiro, que vem se destacando por uma postura independente, técnica e coerente, especialmente nas discussões sobre políticas públicas e responsabilidade fiscal.
Professor e defensor dos direitos da infância destaca atuação exemplar do conselheiro do TCE-MT, que articula investimento histórico de R$ 120 milhões em creches no estado
O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado, Pedro Taques (PSB), voltou a criticar o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) após a deflagração da Operação Heritage, da Polícia Federal, nesta quinta-feira (6). Em vídeo publicado nas redes sociais, Taques afirmou que sempre acreditou no avanço das investigações sobre o acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi S.A. e disse que continuará cobrando a apuração do caso.
Durante a gravação, Taques comparou a investigação às operações que, segundo ele, resultaram nas prisões do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro e do ex-governador Silval Barbosa.
“Quando nós começamos a investigação contra o Arcanjo, ninguém acreditava. Eu dizia: ‘Vai cair a casa dele’. Quando entrei no governo do Estado, dizia que nós íamos prender o Riva e o Silval. Agora, nesse caso da Oi, eu sempre disse: não vou desistir”, afirmou.
Na sequência, o ex-governador voltou a fazer acusações contra Mauro Mendes, a quem atribuiu responsabilidade pelo suposto prejuízo investigado pela Polícia Federal.
“Mauro roubou R$ 308 milhões e eu não vou desistir enquanto esse dinheiro não voltar para o povo de Mato Grosso”, declarou.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou a regularização do processo antes de analisar o recurso apresentado pelo ex-governador José Pedro Taques contra a decisão que extinguiu a ação popular que questiona o acordo de R$ 308,1 milhões firmado entre o Estado de Mato Grosso e a Oi S.A. A decisão foi assinada pelo desembargador Jones Gattass Dias, da Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo.
Em vez de apreciar o mérito da apelação, o magistrado constatou que apenas seis dos 25 réus apresentaram contrarrazões ao recurso e que não havia comprovação de que os demais integrantes do polo passivo foram regularmente intimados para exercer o direito de defesa. Diante da falha processual, determinou o retorno dos autos à Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá para que todos sejam formalmente cientificados da existência do recurso.


Divulgação/ Agência Brasil
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação Heritage para investigar um suposto esquema de desvio de mais de R$ 308 milhões em recursos públicos de Mato Grosso. Entre os investigados está o ex-governador do estado Mauro Mendes.
Uma semana após ter a candidatura ao Senado homologada em uma convenção marcada por forte tensão e racha interno, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) virou alvo de uma operação da Polícia Federal que atinge em cheio sua campanha e tem potencial para desgastar sua imagem em plena largada da corrida eleitoral.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou medidas cautelares contra os alvos da Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal para apurar suspeitas de desvio de recursos públicos envolvendo um acordo milionário firmado entre o governo de Mato Grosso e a empresa Oi no valor de R$ 308 milhões.
A Polícia Federal está nas ruas nesta quinta-feira (06/08), para executar 25 mandados de busca e apreensão que investigam um desvio de R$ 308 milhões relacionado a um acordo celebrado entre o Estado de Mato Grosso e a empresa privada de telefonia Oi na gestão do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil). As medidas foram expedidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino.
O aprimoramento de políticas públicas da educação na primeira infância a partir de dados científicos, pelo viés da equidade, norteou o webinar “Aprendizagem e Bem-Estar na Primeira Infância: Evidências para as Políticas Públicas”, realizado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) nesta terça-feira (4). Organizado pela Comissão Permanente de Educação e Cultura (Copec) em parceria com o Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação (Gaepe-MT), o evento reuniu quase 1,2 mil pessoas para conhecer o Estudo Internacional de Aprendizagem e Bem-Estar Infantil (IELS), a maior pesquisa internacional dedicada à avaliação do desenvolvimento e do bem-estar de crianças na primeira infância.
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Sorriso será sede, no próximo dia 20 de agosto, do seminário regional do Programa Mato-grossense de Capacitação Institucional em Securitização dos Créditos Públicos (Securitiza MT). O encontro será realizado das 8h às 17h, no Auditório Farroupilha, no Centro de Eventos Ari José Riedi, reunindo gestores públicos, especialistas e representantes de órgãos de controle.

O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), em sessão da Segunda Câmara realizada nesta terça-feira (4/8), julgou procedente denúncia de irregularidade relacionada ao Pregão Eletrônico nº 1/2025, integrante do Processo Licitatório nº 1/2025, promovido pela Prefeitura de Jacinto, na região do Vale do Jequitinhonha, para contratação de empresa especializada no fornecimento de sistema integrado de gestão pública em plataforma web. O valor estimado da contratação é de R$ 511.436,62.
Após identificar irregularidades que comprometem a segurança do transporte escolar em Chapada dos Guimarães, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) determinou que a prefeitura apresente, no prazo de 120 dias, um plano de ação detalhado para sanar os problemas. A decisão, sob relatoria do conselheiro José Carlos Novelli, foi aprovada por unanimidade na sessão do Plenário Virtual da última semana.
Programa orienta municípios a transformar dívida ativa em créditos reais
No dia 20 de agosto, Sorriso será a sede do seminário regional do Programa Mato-grossense de Capacitação Institucional em Securitização dos Créditos Públicos, o Securitiza MT. O evento será realizado no Auditório Farroupilha | Centro de Eventos Ari José Riedi, das 8h às 17h, pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (Cidesa) Alto Teles Pires, com apoio da Prefeitura de Sorriso.

Resumo
Primeira turma do MBA em Controle Interno Municipal iniciou as atividades nesta quinta-feira (6.8), em Goiânia. A especialização é a primeira pós-graduação lato sensu da Escola de Contas do TCMGO e representa um marco na qualificação de servidores públicos municipais e no fortalecimento do controle interno em Goiás.
Após a deflagração da Operação Heritage, o ex-governador Pedro Taques voltou a fazer duras acusações contra Mauro Mendes e afirmou, em declaração ao Alô Chapada, que continuará cobrando a recuperação dos R$ 308 milhões relacionados ao acordo entre o Governo de Mato Grosso e a operadora Oi.
Advogado apresentará documentos protocolados desde 2025 e demonstrará que os fatos investigados hoje pela Polícia Federal já haviam sido levados ao Poder Judiciário e aos órgãos de controle por meio de Ação Popular e representações institucionais.

Assessoria
O advogado, ex-senador e ex-governador Pedro Taques concederá coletiva de imprensa nesta quinta-feira (06.08), às 15h, no escritório AFG & Taques, em Cuiabá, para apresentar a cronologia das medidas judiciais e administrativas adotadas desde 2025 em relação ao acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a empresa Oi S.A., que resultou no pagamento de R$ 308 milhões em recursos públicos.
A coletiva ocorre após a deflagração da Operação Heritage, da Polícia Federal, que investiga suposto esquema de desvio de recursos públicos relacionado ao mesmo acordo e cumpriu mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares como bloqueio de bens, quebra de sigilos bancário e fiscal, recolhimento de passaportes e proibição de contato entre investigados. As investigações apuram, em tese, crimes como organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada.
Taques apresentará os documentos protocolados antes da operação policial, entre eles a Ação Popular e as representações encaminhadas à Procuradoria-Geral da República, Procuradoria-Geral de Justiça, Tribunal de Contas do Estado, Assembleia Legislativa, Comissão de Valores Mobiliários e Conselho Nacional de Justiça, todos relacionados ao mesmo conjunto de fatos investigados pelas autoridades.
Taques também detalhará os principais fundamentos jurídicos das medidas adotadas, incluindo os questionamentos acerca da legalidade do Termo de Autocomposição firmado entre o Estado e a empresa Oi S.A., da forma de pagamento realizada, da utilização de cessões sucessivas de direitos creditórios e da circulação dos recursos por fundos de investimento e empresas privadas, conforme descrito na Ação Popular e nas representações encaminhadas aos órgãos de controle.
Segundo o advogado e ex-governador, o objetivo é prestar esclarecimentos à sociedade, apresentar a sequência cronológica das providências adotadas e contribuir para o debate público com transparência, sempre respeitando a atuação independente da Polícia Federal, do Ministério Público e do Poder Judiciário.

SÃO PAULO – A Polícia Federal cumpre, nesta quinta-feira (6), 25 mandados de busca e apreensão para investigar um desvio de R$ 308 milhões envolvendo um acordo celebrado entre o Estado de Mato Grosso e a empresa privada de telefonia ‘Oi’ na gestão do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil). As medidas foram expedidas pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino.
A sede da Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso e a residência de Mauro Mendes, que é pré-candidato ao Senado, são alvo de buscas por agentes da PF. Em nota, a PGE-MT informou que “irá contribuir com tudo que for requerido”. A reportagem pediu manifestação de Mauro Mendes e da ‘Oi’ sobre as investigações. O espaço está aberto.
O desembargador Ricardo Gomes de Almeida, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, também é alvo de mandados de busca e apreensão. Ele foi nomeado para o cargo em novembro de 2025, após ser escolhido pelo então governador Mauro Mendes por meio do quinto constitucional da advocacia. O Estadãoprocurou o magistrado por meio da assessoria de imprensa do tribunal.
“Há indícios de que a operação financeira tenha sido utilizada para viabilizar o desvio de recursos públicos, mediante a utilização de estrutura financeira composta por fundos de investimento em cascata e pessoas jurídicas interpostas, com o objetivo de ocultar e de dissimular a origem, a movimentação e a destinação do dinheiro”, informou a PF.
As buscas da Operação Heritage são cumpridas nos Estados de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. Também estão sendo cumpridas medidas de afastamento dos sigilos bancário e fiscal, bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite aproximado de R$ 316 milhões, proibição de saída do País com o recolhimento de passaportes, proibição de contato entre investigados, entre outras medidas cautelares.
A operação deflagrada nesta quinta-feira, 6, tem relação com o depoimento prestado pelo ex-governador de Mato Grosso Pedro Taques à CPI do Crime Organizado, em março deste ano.
A Justiça Eleitoral determinou a remoção de uma publicação em rede social que associava o governador Mauro Mendes (União) e sua família a “escândalos” em uma enquete. A decisão foi proferida pela juíza Glenda Moreira Borges, que atendeu pedido da Federação União Progressista, composta pelos partidos União Brasil e PP.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (6) uma operação para investigar suspeitas de desvio de recursos públicos envolvendo fundos ligados ao Banco Master e um acordo milionário firmado pelo governo de Mato Grosso com a empresa Oi.
Batizada de Operação Heritage, a ação cumpre 25 mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e tem entre os alvos o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) e o desembargador Ricardo Gomes de Almeida, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
A investigação apura uma possível estrutura financeira criada após um acordo firmado em 2024 entre o governo estadual e a Oi, no valor de R$ 308,1 milhões, referente a restituições tributárias reivindicadas pela companhia na Justiça desde 2009.


O ex-governador de Mato Grosso e candidato ao Senado, Pedro Taques (PSB), voltou a atacar o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) após a deflagração da Operação Heritage, da Polícia Federal, nesta quinta-feira (6). Em vídeo publicado nas redes sociais, Taques comparou a investigação sobre o acordo entre o Estado e a Oi S.A. às operações que levaram à prisão do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro e do ex-governador Silval Barbosa, afirmando que “nunca desistiu” de denunciar supostos esquemas de corrupção.
FOLHAMAX obteve os nomes dos 31 alvos da Operação Heritage, da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (6), que investiga um suposto esquema de desvio de mais de R$ 308 milhões em um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a operadora Oi. Entre os investigados estão o ex-governador e candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil), a esposa dele, Virginia Mendes, candidata a deputada federal, o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), candidato a vice-governador, o desembargador Ricardo Gomes de Almeida, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), e o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Ulisses Rabaneda dos Santos.

O Isso É Notícia teve acesso à relação completa de alvos da Operação Heritage, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro decorrentes do acordo de R$ 308 milhões entre o Estado de Mato Grosso e a Operadora Oi.
Durante meses, muitos trataram as denúncias feitas pelo ex-governador e ex-senador Pedro Taques como mero embate político. Afinal, Taques e Mauro Mendes são adversários históricos na política mato-grossense, ambos com pretensões eleitorais para o Senado.
A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã de hoje (6) mandados de busca e apreensão na casa do ex-governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União Brasil), atualmente candidato ao Senado Federal, e da esposa dele Virginia Mendes (União Brasil), candidata à deputada federal. Conforme apurado pelo
, ao todo, a Operação Heritage mira 25 alvos supostamente envolvidos em um esquema de desvio de R$ 308 milhões através de um contrato firmado com a empresa de telefonia OI.
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
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A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A medida cautelar de restrição de contato entre os investigados, determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage, poderá produzir reflexos diretos na articulação política do grupo governista em Mato Grosso, caso alcance simultaneamente o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil).
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou restrições de contato entre investigados na Operação Heritage pode produzir efeitos que vão além da investigação criminal e atingir diretamente o cenário eleitoral de Mato Grosso.
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou restrições de contato entre investigados na Operação Heritage pode produzir efeitos que vão além da investigação criminal e atingir diretamente o cenário eleitoral de Mato Grosso.
Entre os alvos da operação estão o governador Mauro Mendes (União Brasil), apontado como candidato ao Senado, o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), candidato a vice-governador, a primeira-dama Virginia Mendes, a subprocuradora-geral Administrativa e de Controle Interno da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Fabíola Paulino Garcia, o desembargador Ricardo Gomes de Almeida e o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ulisses Rabaneda.
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou medidas cautelares no âmbito da Operação Heritage abre um novo cenário político em Mato Grosso, especialmente diante da proximidade das eleições de 2026. Entre as medidas anunciadas estão a proibição de saída do país, retenção de passaportes, bloqueio de bens e, principalmente, a restrição de contato entre os investigados.
Caso a vedação de contato alcance tanto o governador Mauro Mendes (União Brasil), pré-candidato ao Senado, quanto o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil), candidato a vice-governador na chapa governista, a campanha eleitoral poderá enfrentar um desafio inédito.
As medidas cautelares determinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na Operação Heritage podem impedir que investigados mantenham qualquer tipo de comunicação entre si durante o andamento das investigações.
Entre as restrições anunciadas estão a proibição de saída do país, retenção de passaportes, bloqueio de bens, quebra dos sigilos bancário e fiscal e a vedação de contato entre os investigados.
Caso o governador Mauro Mendes (União Brasil) e o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) estejam ambos alcançados pela mesma determinação judicial, eles não poderão conversar entre si enquanto a medida permanecer em vigor, salvo se houver exceção expressa prevista pelo ministro relator.
Em decisões semelhantes, o STF já esclareceu que a proibição de contato entre investigados não se limita a encontros presenciais. A vedação também alcança telefonemas, mensagens por aplicativos, e-mails, cartas e até comunicações realizadas por intermédio de terceiros, justamente para impedir eventual alinhamento de versões ou interferência na produção de provas.
Até o momento, porém, a íntegra da decisão da Operação Heritage não foi divulgada. Assim, ainda não é possível afirmar se a restrição foi aplicada indistintamente a todos os investigados ou apenas a pessoas específicas citadas na investigação.
A Operação Heritage apura suspeitas de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada em um acordo envolvendo o Governo de Mato Grosso e a empresa Oi, com suposto prejuízo superior a R$ 308 milhões. Entre os alvos estão Mauro Mendes, a primeira-dama Virginia Mendes, o deputado federal Fábio Garcia, a subprocuradora da PGE Fabíola Paulino Garcia, o desembargador Ricardo Gomes de Almeida e o conselheiro do CNJ Ulisses Rabaneda, além de outros investigados

Desembargador Ricardo Gomes de Almeida é um dos alvos da operação deflagrada na manhã de hoje (6) pela PF.
O desembargador Ricardo Gomes de Almeida, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), teve o passaporte retido durante as ações da Operação Heritage, deflagrada na manhã de hoje (6) pela Polícia Federal (PF). Conforme noticiado anteriormente pelo
, o magistrado foi citado na investigação que apura um suposto esquema de desvio de mais de R$ 308 milhões envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso, durante a gestão do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), e a empresa de telefonia OI.
Com uma trajetória consolidada ao longo de mais de 30 anos de atuação na vida pública, o conselheiro Antônio Joaquim tem se destacado com...