Família Campos defende a democracia partidária e o respeito às regras da Federação União Progressista

 A posição adotada pelo senador Jayme Campos e pelo deputado estadual Júlio Campos durante o processo de definição da candidatura ao Governo de Mato Grosso representa a defesa de um princípio fundamental da democracia: o respeito às regras previamente estabelecidas e à vontade soberana dos filiados.

Em nenhum momento a família Campos se colocou contra o diálogo ou contra a construção de alianças políticas. O que seus representantes defenderam foi que qualquer decisão de tamanha relevância siga rigorosamente o estatuto da Federação União Progressista, preservando a segurança jurídica e a legitimidade do processo.

As diferentes interpretações apresentadas por lideranças da própria federação demonstram que havia dúvidas sobre o rito a ser seguido. Diante desse cenário, o questionamento feito por Júlio Campos não pode ser tratado como tentativa de criar obstáculos, mas como o exercício legítimo do direito de buscar clareza e garantir que a decisão final seja incontestável.

A tese defendida pelo grupo de Jayme Campos é simples: quando existem posições distintas entre os partidos que compõem a federação, os mecanismos previstos no estatuto devem ser respeitados, assegurando que cada instância exerça sua competência. Essa postura fortalece as instituições partidárias e evita decisões que possam ser posteriormente questionadas.

Ao longo de décadas de vida pública, Jayme Campos consolidou uma trajetória marcada pelo diálogo, pela defesa das instituições e pelo respeito às normas democráticas. Júlio Campos, por sua vez, reafirmou esse compromisso ao exigir que o processo observasse os procedimentos previstos nas regras internas, demonstrando coerência com os princípios que sempre nortearam sua atuação política.

A família Campos entende que o fortalecimento da Federação União Progressista depende justamente da observância das regras que unem seus partidos. Em uma democracia, divergências são naturais e enriquecem o debate. O que não pode ser relativizado é o cumprimento do estatuto, a transparência das decisões e o respeito à vontade expressa pelos convencionais.

Independentemente do resultado final, Jayme e Júlio Campos deixam uma mensagem clara: a unidade partidária somente será sólida quando construída sobre a legalidade, a transparência e o respeito às normas que garantem igualdade de tratamento a todos os seus integrantes.

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