União Brasil decide hoje se terá candidato próprio ou apoiará governador em Mato Grosso

 O partido União Brasil está dividido: de um lado, o senador Jayme Campos quer ser candidato ao governo de Mato Grosso; do outro, o ex-governador Mauro Mendes prefere apoiar a reeleição do atual governador, Otaviano Pivetta. A decisão será tomada em uma convenção hoje, em Cuiabá. 

TroféuBrasil

O senador Jayme Campos está firme em sua decisão. Ele chegou hoje à convenção estadual do União Brasil, em Cuiabá, afirmando que vai vencer e que ninguém vai impedi-lo de disputar o governo de Mato Grosso.

  • Jayme Campos quer ser candidato a governador pelo União Brasil
  • Mauro Mendes, presidente do partido no estado, prefere apoiar o atual governador
  • A convenção vai definir se o partido terá candidato próprio ou apoiará Pivetta
  • Jayme diz que confia na democracia interna do partido
  • O senador criticou a necessidade de votação, pois acredita ser o único nome do partido

A votação de hoje vai decidir algo que já vem causando problemas há semanas: se o União Brasil vai lançar a candidatura própria de Jayme ou se vai apoiar a reeleição do atual governador, Otaviano Pivetta, do Republicanos.

Do outro lado dessa briga está o ex-governador Mauro Mendes, que hoje é presidente do União Brasil no estado. Ele já decidiu: prefere apoiar Pivetta, que foi seu vice até março, quando Mendes deixou o cargo para tentar uma vaga no Senado.

O que diz Jayme Campos

Jayme diz que não desconfia de que estejam tentando barrar seu nome e que acredita na democracia do partido: "Eu confio plenamente nos nossos convencionais, tanto nos membros do diretório regional quanto nos nossos delegados partidários. Eu não tenho por que desconfiar. Evidentemente, isso é uma democracia, o voto é soberano", declarou.

Críticas à convenção

O senador ainda criticou a necessidade de fazer a convenção, já que, segundo ele, é o único nome do partido para disputar o governo: "Vamos ser honestos, nós não tínhamos nem que ter convenção. Se tem apenas um nome no partido, seria natural fazer a convenção por aclamação, como vai acontecer para deputado estadual, federal e para o próprio Senado. Mas, para evitar qualquer confusão, estamos dispostos a vencer todas as barreiras. Volto a dizer: vamos vencer de forma democrática. Quero crer que teremos uma votação expressiva e, o mais importante, vamos vencer essa eleição contra todo o poderio econômico deste Estado", afirmou.

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